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domingo, 26 de abril de 2026

Fluminense de Zubeldía tem desempenho quase perfeito com Bernal titular

Lance!!!

Volante deve ser substituto de Martinelli no meio-campo


Bernal em ação pelo Fluminense no Maracanã (Foto: Marcelo Gonçalves/ Fluminense FC)
imagem cameraBernal em ação pelo Fluminense no Maracanã (Foto: Marcelo Gonçalves/ Fluminense FC)

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Fluminense deve ter Facundo Bernal entre os titulares neste domingo (26), contra a Chapecoense, no Maracanã, e o retorno do uruguaio traz consigo um dado que chama atenção. Desde a chegada de Luis Zubeldía, o Tricolor tem desempenho quase impecável quando o volante começa jogando: em nove partidas com Bernal como titular sob comando do argentino, são sete vitórias, um empate e apenas uma derrota — aproveitamento de 81%.

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O recorte ganha ainda mais peso quando se observa o contexto do único revés. A derrota aconteceu diante do Palmeiras, na Arena Barueri, mas Bernal deixou o campo lesionado ainda aos 21 minutos do primeiro tempo. Na prática, participou de apenas uma pequena parte do confronto. O outro resultado sem vitória foi o empate por 0 a 0 com o Cruzeiro, no Mineirão, ainda em 2025. Tirando esses dois jogos, o Flu venceu todas as vezes em que o camisa 5 iniciou uma partida com Zubeldía.

Com Martinelli lesionado após sentir dores e ser substituído diante do Operário-PR, Bernal surge como favorito para reassumir vaga no meio-campo. O uruguaio foi preservado no duelo pela Copa do Brasil, em Ponta Grossa, justamente por controle de carga física após retorno recente da lesão na derrota contra o Palmeiras, e estará apto para atuar diante da Chapecoense. A tendência é que forme o setor ao lado de Hércules, com Savarino retornando ao time. Outra possibilidade envolve Alisson ou Ganso no trio central e Savarino na ponta, dependendo da estratégia escolhida por Zubeldía.

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No começo do ano, com Hércules lesionado, Bernal formou o meio-campo ao lado de Martinelli e se destacou. O camisa cinco caminhava para se tornar titular absoluto do time, mas teve a boa sequência interrompida pela lesão no joelho.

Fluminense de Zubeldía com Bernal como titular

  1. Santos 2-3 Fluminense (19/04/2026)
  2. Palmeiras 2-1 Fluminense (25/02/2026)
  3. Vasco 0-1 Fluminense (22/02/2026) - expulso aos 64
  4. Fluminense 3-1 Bangu (16/02/2026)
  5. Fluminense 1-0 Botafogo (12/02/2026)
  6. Botafogo 0-1 Fluminense (01/02/2026)
  7. Fluminense 2-1 Flamengo (25/01/2026)
  8. Cruzeiro 0-0 Fluminense (09/11/2025)
  9. Fluminense 1-0 Internacional (25/10/2025)

9 jogos, 7 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Nos nove jogos, o Fli não sofreu gols cinco. No total, a rede Tricolor foi balançada seis vezes.

Bernal em ação em Palmeiras x Fluminense (Foto: Lucas Merçon/ Fluminense FC)
Bernal em ação em Palmeiras x Fluminense (Foto: Lucas Merçon/ Fluminense FC)

Relembre o último jogo

Operário-PR e Fluminense ficaram no 0 a 0 nesta quinta-feira (23), no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa (PR), pelo jogo de ida da 5ª fase da Copa do Brasil. O jogo de volta no Maracanã será no dia 12 de maio.

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➡️Millán causa boa impressão e briga por titularidade no Fluminense contra a Chapecoense

O Fluminense soma 23 pontos e está na terceira colocação do Brasileirão, atrás de Flamengo (23) e Palmeiras (29). Em caso de vitória no Maracanã e tropeço rubro-negro diante do Atlético-MG, o time carioca pode subir para a vice-liderança.

Zema será fundamental para garantir a vitória de Flávio

JCO

A verdadeira “briga de rua” travada entre Romeu Zema e o ministro Gilmar Mendes, deu ao ex-governador uma projeção nacional, suficiente para levá-lo a terceira posição nas pesquisas de opinião pública. A tendência é crescer e possivelmente chegar até aos dois dígitos.

O posicionamento atual de Zema ajuda bastante a campanha de Flávio. Seu movimento põe no cenário um dos principais alvos do bolsonarismo, o Supremo, sem que Flávio necessite se expor. E isso ocorre em um momento em que Flávio tenta demonstrar ponderação e se afastar do perfil mais agressivo do pai, para conquistar uma faixa do eleitorado que não assimila esses ataques mais furiosos, e que, por isso, Jair Bolsonaro nunca conseguiu penetrar.

Se essa estratégia tivesse sido combinada, não daria tão certo. 

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

A erosão de credibilidade do STF

 LCO

A crise institucional que assola nossa maior Corte de Justiça parece se agravar a cada dia. O desrespeito à separação de Poderes, inquéritos intermináveis e decisões que impõem censura a parlamentares e a cidadãos têm atingido a credibilidade do STF perante a opinião pública e diversos operadores do Direito.

Se antes o desrespeito ao arcabouço legal, com decisões questionáveis e heterodoxias, era encoberto com as escusas da livre interpretação das normas pelo magistrado prolator, agora o desrespeito passou dos limites do aceitável.

Afirmo isso não apenas pelos supostos envolvimentos de ministros no escândalo do Banco Master. Embora existam indícios, nota-se um aparente corporativismo voltado à blindagem desses magistrados, sem que investigações rigorosas sejam conduzidas para confirmar as evidências ou refutá-las definitivamente. Cabe evocar a máxima atribuída ao imperador romano Júlio César ao divorciar-se de Pompeia: "À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta".

O desgaste da Corte acentuou-se recentemente por dois fatores centrais. O primeiro refere-se ao relatório da CPMI do Crime Organizado que, embora rejeitado, sugeria o indiciamento de figuras do alto escalão da República, incluindo os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet.

Destaca-se que pairam dúvidas sobre a legitimidade da rejeição do relatório. Críticos apontam uma manobra política de última hora: a substituição de senadores que participaram de toda a CPMI por parlamentares alheios às discussões, cujo objetivo teria sido garantir os votos necessários para o arquivamento do texto. O episódio desencadeou embates públicos e ameaças dos magistrados ao relator da comissão, Senador Alessandro Vieira.

Os ministros Gilmar Mendes e Toffoli chegaram a falar em abuso de poder e possível inelegibilidade do senador. Dias Toffoli, durante uma sessão de julgamento, chegou a falar a seus pares: “Nós não podemos deixar de nos furtar a cassar eleitoralmente aqueles que abusaram, atacando as instituições para obter voto e conspurcar o voto do eleitor. Porque é disso que se trata quando surge um relatório aventureiro desse. É tentativa de obter votos, e este voto é um voto conspurcado, porque ele é antidemocrático, é anti-Estado Democrático de Direito. É um voto corrupto. Essas pessoas não merecem a dignidade de ter a possibilidade de ser elegíveis”.

Já o Ministro Gilmar Mendes, em tom ameaçador, disse textualmente: “Não me convidem para dançar que eu posso aceitar. Me divirto com isto”. Além das ameaças perpetradas, Gilmar Mendes acionou a PGR para investigar o senador, protocolando uma representação criminal em seu desfavor.

Em resposta à representação, o Senador Alessandro Vieira peticionou requerendo seu arquivamento, expondo motivos para tal que me parecem irrespondíveis, sendo eles, resumidamente:

•      Quanto ao abuso de autoridade: "A divergência na interpretação de lei ou na avaliação de fatos e provas não configura abuso de autoridade".
•      Quanto à alegação de que CPI não pode pedir indiciamento por crime de responsabilidade: Em duas ocasiões distintas, Comissões Parlamentares de Inquérito indiciaram autoridades por crime de responsabilidade: a CPMI que indiciou o ex-presidente Fernando Collor de Mello e a CPI da Covid, que indiciou o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
•      Quanto às palavras e ao relatório do senador: As palavras do senador estão salvaguardadas pela imunidade, tendo o próprio Gilmar Mendes, em outras ocasiões, decidido que "essa imunidade é absoluta quanto às manifestações proferidas no interior da respectiva Casa Legislativa".
•      Quanto à alegada arbitrariedade do Senador Vieira: O próprio Gilmar, contrariando sua representação, decidiu no MS 37.115/2020 que "foge à sindicabilidade do Poder Judiciário a apreciação da responsabilidade de parlamentares pelos conteúdos dos depoimentos, discursos e inquirições promovidos no âmbito da CPI".
•      Quanto à rejeição do relatório: Se não houve o indiciamento — uma vez que o relatório não foi aprovado devido a uma manobra política com a substituição de dois senadores na undécima hora —, o ato não se consumou.

O senador termina o petitório com um argumento claro e evidente, criticando a incoerência da representação de Gilmar Mendes, que contraria decisões proferidas pelo próprio ministro anteriormente. Disse o parlamentar: "O Direito não pode ser instrumento de geometria variável, aplicável quando convém e afastado quando incomoda".

Ao prevalecer a absurda (data vênia) representação do Ministro Gilmar contra o Senador Vieira, corre-se o risco de acabarmos com o sistema acusatório do país. Imaginemos a seguinte hipótese: um promotor ou procurador denuncia criminalmente um cidadão por uma determinada conduta delitiva; o magistrado, ao examinar o processo, entende por rejeitar a denúncia ministerial. A imperar a tese da representação de Gilmar Mendes, o membro do Ministério Público estaria sujeito a responder a um processo por abuso de autoridade, o que não faz o menor sentido, por curial.

O segundo fator refere-se ao pedido de Gilmar Mendes de inclusão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, no Inquérito das Fake News, devido à sua constante defesa do impeachment de ministros do STF e à publicação de um vídeo com fantoches satirizando e criticando os ministros, fazendo referência ao caso do Banco Master.

Gilmar, ainda, publicamente, defendeu a manutenção do referido inquérito, que já perdura por sete anos, “pelo menos até as eleições deste ano”. Disse S. Exa. em entrevista ao Jornal da Globo: "Eu tenho a impressão de que o inquérito continua necessário e ele vai acabar quando terminar, é preciso que isso seja dito em alto e bom som. O tribunal tem sido vilipendiado…".

Inicialmente, é bom que se diga que nenhum homem, notadamente aqueles que exercem uma função pública, está imune a críticas e/ou sátiras. Romeu Zema, na qualidade de ex-governador, por atos praticados quando já deixara o cargo, não possui foro por prerrogativa de função; não sendo, por conseguinte, o STF competente para processá-lo ou julgá-lo, o que por si só já causa estranheza no pedido de sua inclusão no referido inquérito.

Se o ministro se sentiu difamado ou injuriado, o foro competente seria o de primeiro grau, e não o STF — isto se levarmos em conta o ordenamento jurídico. Além do mais, inquéritos existem para apurar condutas delituosas passadas e seus possíveis desdobramentos, e não para a expectativa de um evento futuro.

Manter um inquérito na expectativa de defender possíveis agressões ou vilipêndios futuros do tribunal ou de seus membros é (vênia permissa) um contrassenso desamparado de quaisquer fundamentos jurídicos, servindo apenas para a intimidação de opositores ou perseguição a críticos, o que não se coaduna com o Estado Democrático de Direito.

Ao que parece, o Ministro Marco Aurélio de Mello tinha razão ao denominar o procedimento como sendo o "inquérito do fim do mundo", pois nele tudo pode, tudo cabe.

Estas e outras atitudes dos ministros do STF têm levado ao descrédito de nossa Corte Suprema, demonstrado em números: segundo levantamento AtlasIntel/Estadão, 60% dos brasileiros dizem não confiar no trabalho e nos ministros do STF, enquanto 34% declaram confiar.

Tenho dito!

Ex-jogador volta a campo em partida de futebol amador, sofre parada cardíaca e morre

JCO

O mundo do futebol foi abalado pela trágica notícia da morte de Marquinhos Iranduba, ex-jogador de destaque no futebol amazonense. Ele faleceu na última sexta-feira (24), aos 51 anos, após sofrer uma parada cardíaca durante uma partida de futebol amador em Manaus.

O incidente ocorreu dentro do campo, onde o ex-atleta caiu durante a partida. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tentaram realizar manobras de reanimação, mas Marquinhos não conseguiu resistir, vindo a falecer.

Relatos indicam que Marquinhos passou mal antes de cair em campo, gerando um corre-corre entre os jogadores e espectadores. As manobras de ressuscitação realizadas pela equipe do Samu no local foram intensas, mas insuficientes para reverter a condição do atleta.

Marquinhos destacou-se no cenário do futebol amazonense, principalmente vestindo a camisa do tradicional Atlético Rio Negro Clube, em 1993. O clube é uma das instituições mais respeitadas do Amazonas e possui uma rica história no futebol local.

Revelado quem é o homem que fez os disparos em evento com Trump

JCO

Na madrugada deste domingo (26) foi divulgada foto do atirador detido por agentes do Serviço Secreto após disparos em um evento em Washington do qual Donald Trump participava.

Segundo o jornal The New York Times, o homem detido é Cole Tomas Allen, de 31 anos. Ele seria morador de Torrance, na Califórnia, segundo agentes que falaram sob condição de anonimato.

Os tiros ouvidos durante jantar do presidente Donald Trump com correspondentes da Casa Branca, em Washington, ocorreram próximo ao ponto principal de entrada do evento, onde os convidados passaram pela checagem de segurança com detectores de metal.

Em comunicado enviado à imprensa, o Serviço Secreto diz que o caso está sendo investigado.

“O Serviço Secreto dos EUA, em coordenação com o Departamento de Polícia Metropolitana, está investigando um incidente de tiros próximo à principal área de triagem com detectores de metal no jantar dos Correspondentes da Casa Branca. O presidente e a primeira-dama estão em segurança, assim como todas as pessoas sob proteção. Um indivíduo está sob custódia. A condição dos envolvidos ainda não é conhecida, e as autoridades estão avaliando ativamente a situação”, diz o comunicado assinado pelo chefe de comunicação do órgão, Anthony Guglielmi.

sábado, 25 de abril de 2026

Na contramão da história PT pede a volta de Maduro na Venezuela

 JCO

O PT defendeu nesta sexta-feira (24), durante a realização de seu 8º congresso em Brasília, o retorno do tirano Nicolas Maduro ao governo da Venezuela. Uma ideia absurda e sem cabimento. Um verdadeiro desrespeito ao povo venezuelano.

No encontro, um banner em defesa do retorno do ditador e de sua esposa, Cilia Flores, pedia sua volta à Venezuela. A peça trazia a frase “los queremos de vuelta” e um pedido de liberdade ao casal.

Militantes também exibiram bandeiras da Venezuela. Um cartaz também tratava Maduro como “presidente da Venezuela”.

Maduro e Cilia foram capturados por forças dos Estados Unidos em janeiro, em Caracas, e levados para Nova York.

O infame congresso contou com a presença de lideranças do partido e aliados.

Lula participou através de um vídeo enviado à militância, no qual defendeu a atuação política fora das redes sociais.

CONVITE DE MISSA DE SÉTIMO DIA.

A família enlutada de Leonardo dos Reis França  convida amigos, parentes e todos aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo para partici...