Em seus próprios domínios, o Parnahyba Sport Club, vence por 3 x 1 o IAPE do Estado do Maranhão, o primeiro tempo foi um jogo parelho com poucas chances para ambos, em um lance de muita sorte o IAPE teve uma chance e abriu o marcador com Gustavo, este foi o placar do primeiro tempo.
No segundo tempo o Parnahyba partiu pra cima do adversário e teve o domínio das ações do jogo, fez 3 gols, Os gols foram marcados por: João Paulo, Jefinho e Júnior Saudade. Com a vitória o Parnahyba termina a 1ª fase do Brasileiro da Série D na 3ªcolocação.Na próxima semana o Parnahyba joga contra o IAPE abrindo o returno, agora em São Luís.
Cico Cadeira e Delegado Luna
Meu amigo Antônio do primário na Escola Simplício Dias.
Uma matéria bombástica foi publicada neste domingo pelo renomado jornalista Cláudio Dantas, onde ele denuncia que Jorge Messias, em sua gestão a frente da Advocacia-Geral da União teria aberto mão da bagatela de R$ 80 bilhões em litígios. Transcrevemos o texto:
O Senado rejeitou Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, mas a sabatina do chefe da Advocacia Geral da União passou longe de investigar sua gestão. Ainda há tempo de fazê-lo, especialmente quando seu nome começa a ser cogitado para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, onde terá ascendência sobre a Polícia Federal.
Na AGU, Messias protagonizou uma série de acordos que podem ter resultado numa renúncia de até R$ 80 bilhões em multas, indenizações e bens estratégicos para a União, segundo cálculos bastante conservadores.
Após o cruzamento de despachos da SecexConsenso (a secretaria de acordos do TCU), de auditorias de órgãos de controle e relatórios de mercado, este site descobriu o que pode se configurar, em tese, a maior transferência de patrimônio público e de renúncia de receita da história recente do país.
Sob o pretexto virtuoso de “destravar a infraestrutura” e “pacificar litígios”, a AGU vem atuando não como o escudo do Estado, mas como a fiadora jurídica de uma série de manobras de engenharia financeira e legal coordenadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), desde a gestão do impoluto Bruno Dantas.
O resultado real é um balcão de negócios (ou seria negociatas?) onde o risco é integralmente socializado, as punições são anuladas e o verdadeiro tesouro nacional é repassado à iniciativa privada, sem concorrência e a preço de banana. Tudo isso feito com aval de um governo de esquerda que, publicamente, critica banqueiros e privatizações.
O TRUQUE DA “SUCATA” E A JOIA DA COROA DAS TELECOMUNICAÇÕES
De toda a fatura do “consenso”, o caso da operadora Oi é o mais emblemático e oneroso (um rombo de até R$ 50 bilhões — há quem estime em R$ 100 bi). O Estado brasileiro e o TCU, com o indispensável parecer favorável da AGU, aceitaram o argumento de que estavam apenas resolvendo o passivo de uma empresa falida e evitando um apagão nos telefones fixos do país.
Venderam para a opinião pública a ideia de que a infraestrutura da Oi era um estorvo feito de cabos de cobre enferrujados e orelhões abandonados. A realidade, escondida nas entrelinhas da repactuação, é que junto com a sucata, o governo abriu mão da infraestrutura mais estratégica do século XXI.
Pela Lei Geral de Telecomunicações, em 2025, todos os “bens reversíveis” da concessão deveriam voltar para o controle do Estado. Para evitar isso, a AGU chancelou um “encontro de contas” baseado na lei de 2019, permitindo que a Oi migrasse para o regime de autorização, onde não há devolução de bens.
Dessa maneira, o governo abriu mão de cobrar quase R$ 6 bilhões em multas em dinheiro vivo e trocou a posse da infraestrutura por promessas de “novos investimentos” em escolas e cabos submarinos.
O espólio definitivo — que já havia sido repassado da Oi para a V.tal, empresa controlada por fundos de investimento geridos pelo banco BTG Pactual — não tem nada de obsoleto. O que TCU e AGU entregaram em definitivo foi:
- A Maior Rede de Fibra do País: Cerca de 400 mil quilômetros de fibra óptica que cortam o Brasil de ponta a ponta. Um ativo que custaria dezenas de bilhões para ser replicado do zero.
- O Monopólio do Subterrâneo: A V.tal herdou a posse histórica dos dutos subterrâneos e o “direito de passagem” nas grandes metrópoles, construídos desde a época da estatal Telebrás. Não há mais espaço físico sob o asfalto das grandes cidades; quem controla o duto, dita as regras do mercado.
- O Pedágio da Internet e o Sangue do 5G: A V.tal consolidou-se como a maior “Rede Neutra” do país. Operadoras gigantes e pequenos provedores não cavam mais buracos; eles pagam um “pedágio” para usar a rede da V.tal. Mais do que isso: o 5G exige uma quantidade brutal de antenas, e a única infraestrutura capilarizada o suficiente para conectar essas antenas (o backhaul) é a malha que era pública e agora é definitivamente privada.
Em julho de 2024, quando o martelo do TCU bateu, Lula trocou o controle da espinha dorsal do 5G nacional por um perdão de dívidas, garantindo ao BTG, de André Esteves, a liderança inquestionável no mercado de infraestrutura de dados para as próximas décadas.
A SOCIALIZAÇÃO DO RISCO NA INFRAESTRUTURA
A generosidade avalizada por Jorge Messias na AGU e por Jorge Oliveira no TCU — com apoio das agências e ministérios setoriais — não parou nos cabos de fibra óptica. O modelo de consenso, lançado na Presidência de Bruno Dantas no Tribunal de Contas, estendeu-se para a infraestrutura física de transportes, criando passivos ocultos de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões.
No capitalismo real, se uma empresa vence um leilão de rodovia ou aeroporto e a demanda frustra as expectativas, o prejuízo é do investidor. No capitalismo de laços de Brasília, o prejuízo é do contribuinte.
Concessionárias como a MSVia (BR-163/MS) e a Eco101 (BR-101/ES-BA), que descumpriram obrigações e deveriam sofrer relicitação, foram salvas por acordos que estenderam seus prazos e criaram a “banda de risco de demanda”. Se passar menos caminhão do que o projetado, o Tesouro compensa a empresa.
No Galeão, a Changi não conseguia pagar a pesada outorga fixa do leilão. A AGU validou a troca por uma outorga variável atrelada ao fluxo de passageiros.
Na prática, a União perde a arrecadação garantida, altera a regra do jogo depois do apito final e consagra o risco moral (moral hazard): o mercado entende que dar lances irreais em licitações públicas no Brasil é um excelente negócio, pois agências reguladoras como a ANTT e a Anatel serão sempre atropeladas por um acordo amigável.
O DESMANCHE DA LAVA JATO E OS PRIVILÉGIOS CORPORATIVOS
O pacote do consenso institucional inclui, ainda, a revisão das punições por corrupção. Com o aval da Suprema Corte e a proatividade da AGU, abriu-se o caminho para renegociar os acordos de leniência das empreiteiras da Lava Jato.
O calote já é precificado pelo mercado: empresas que confessaram desvios e deveriam devolver mais de R$ 10 bilhões (em valores corrigidos) agora alegam “coação”. Espera-se um corte de até 50% na dívida e um alongamento de prazos que fará a inflação corroer o restante, configurando uma perda líquida de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões, segundo especialistas.
Pelo visto, bastaram uma mesa de negociação fechada no TCU e um parecer robusto da AGU de Messias para transformar obrigações em promessas, multas em perdão e patrimônio público em lucro privado. A conta de ao menos R$ 80 bilhões já foi emitida, e, como de costume, não será paga por quem assinou os acordos.
Com 66 km de extensão, o litoral do Piauí é mundialmente conhecido como o menor litoral estadual do Brasil. Mas sua extensão curta não deixa de ser um atrativo para facções criminosas. Em entrevista ao Acorda Piauí, da Rádio Cidade Verde, o promotor de Justiça do Piauí, Yan Cavalcante, destacou as dificuldades de combate às organizações criminosas, especificamente nas cidades de Luís Correia e Cajueiro da Praia, onde atua pelo MP-PI.
Segundo o promotor, a cidade de Luís Correia enfrenta, hoje, a falta de estrutura adequada para o combate ao crime organizado na região. Isso porque, segundo ele, o município ainda necessita de uma estrutura especializada para as características locais, como o uso de veículos que trafeguem em dunas e embarcações.
O Cidadeverde.com entrou em contato com Secretaria de Segurança e aguarda resposta. O espaço segue aberto para esclarecimentos.
“Estamos em um litoral pequeno, mas um litoral importante que é uma porta de entrada para as drogas para o contrabando. E a matéria prima que as facções utilizam no seu comércio é a droga. Como é a porta de entrada, Luís Correia e Cajueiro da Praia, estão desprotegidas. A Polícia Militar de Luís Correia e Cajueiro da Praia não tem nenhum veículo que consiga andar em duna. Quantas embarcações nós temos para fazer uma operação? Porque eles também cometem crimes. Ano passado a gente teve uma morte violenta onde eles chegaram pela praia, cometem o que precisam e fogem pela praia. Quantas embarcações nós temos na Polícia Militar para fazer uma perseguição? Nenhuma. Então a nossa questão é principalmente estrutural. Falta a segurança pública esse aparato para conseguir desenvolver bem o seu papel. No entanto estamos em queda”, explica.
Foto: Reprodução / Google Maps
Atuando como promotor no município desde 2023, Yan Cavalcante analisa que cidades próximas, como Parnaíba, possuem maior aporte estrutural, mas, por conta da demanda, não conseguem oferecer suporte mais especializado a outros municípios, como Luís Correia e Cajueiro da Praia. Essa ausência prejudica a condução de investigações mais robustas, que contribuam para a aplicação de penas mais firmes a indivíduos integrantes de facções criminosas.
“Indícios existem. O que não estamos conseguindo hoje é avançar nas investigações. A Polícia Civil do Piauí tem um núcleo competentíssimo, muito forte, o núcleo de inteligência de Parnaíba é muito bem equipado, com bons agentes, mas o nosso grande ponto é que Luís Correia não é Parnaíba. Se estrutura a polícia de Parnaíba, mas a polícia de lá vai dar prioridade a sua própria base que é Parnaíba. Temos muitos telefones que são apreendidos nessas operações e não são conseguidos quebrar e ler o que tem dentro. Falta o aparato da inteligência em Luís Correia. Temos pedido para avançar. O crime organizado é extremamente organizado e é exigido apenas um aparelhamento para que a gente tenha uma polícia, junto com um sistema de justiça coordenados para conseguir esses avanços efetivos”, explica.
Um dos pontos positivos citados pelo promotor é que, no litoral do Piauí, não há registro de mortes por facções criminosas envolvendo turistas. Porém, há relatos de atuação internacional do tráfico na região, o que, muitas vezes, acaba envolvendo moradores locais.
“Existe de fato a atuação internacional. As embarcações chegam, ficam ancoradas um pouco mais distante da beira do mar. Eles chegam a pagar diárias de até R$ 400 para ajudar os populares a descarregarem essas embarcações. A população vulnerável acaba se vendendo e ficam caladas depois. O Porto em si, por ser na região mais central da cidade, ele pode até nos ajudar, porque vai ter uma fiscalização. Na região de Cajueiro, fica mais distante de Luís Correia, ela fica bem mais limítrofe com o Ceará e é uma região bem mais desprotegida”, finaliza.
Pior do que uma eventual traição de Moraes ou de Alcolumbre, foi a traição de Flávio Dino, recentemente guindado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por Lula.
Dino trocou a fidelidade a Lula por uma descomunal parceria com o ministro Alexandre de Moraes. Possivelmente, é ele Dino quem está por trás de toda a ação do próprio Moraes contra Messias.
O PT parece ter dificuldade de digerir essa atuação do Dino, assim como acontece no caso do senador Jaques Wagner, outro que trabalhou na surdina para o desfecho contrário ao AGU de Lula.
Todo essa movimentação vai agitar o cenário nos próximos dias. Messias está indignado e seve ser ‘empoderado’ por Lula com o Ministério da Justiça e o consequente comando da Polícia Federal. Vai usar isso para uma vingança que poderá produzir resultados ainda incalculáveis.
Uma coisa é certa, a fúria desse sujeito indignado mira preferencialmente Alcolumbre e Moraes, mas poderá resvalar em Dino e em Wagner.
Mendonça assiste a tudo pacientemente, aguardando o desfecho e pronto para agir.
O novo marqueteiro do PT, Raul Rabelo, foi apresentado à militância durante o Congresso Nacional do partido. Na realidade trata-se de um sócio de Sidônio Palmeira, que vai continuar no governo, mas sua empresa irá produzir as peças da campanha eleitoral. Tudo isso cobrando a bagatela de alguns milhões...
E Rabelo tentou impressionar a militância soltando a sua 1ª peça da campanha. Uma narrativa esdrúxula tentando associar Flávio Bolsonaro ao caso Master. Na peça, o locutor usa a expressão “bolsomaster” para se referir ao caso.
O erro de Rabelo foi justamente ter apresentado a falsa narrativa aos militantes. O conteúdo vazou antes de chegar ao público e acabou antecipando um debate que não era para ocorrer no momento.
Diante disso, a PGR já foi acionada para investigar o conteúdo falso e certamente essa peça não poderá ser apresentada na campanha eleitoral.