ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

terça-feira, 12 de maio de 2026

ATENDIMENTO NOTA DEZ.

Na Clínica Cardio do Doutor Andrey Gonçalves, você encontra atendimento com muita excelência, cuidado especializado e dedicação à sua saúde. Com profissionalismo e compromisso, a clínica oferece o melhor para cuidar do seu coração. Agende sua consulta pelos telefones(86) 98824-2228 ou 3322-9926. Localizada na Rua Riachuelo, 1022. Saúde e qualidade no atendimento você encontra aqui!!!

Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog.

Michelle e Vivi Barci ficam cara a cara no TSE e algo surpreendente acontece (veja o vídeo)

JCO

Algo inusitado acaba de acontecer...

Michelle Bolsonaro e Viviane Barci de Moraes ficaram cara a cara na posse de Nunes Marques como presidente do TSE.

Surpreendentemente, elas interagiram de forma rápida.

Veja: 

A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro, seus filhos e aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer! Querem tirar a vida dele, esconder o que aconteceu em 2022, as decisões judiciais controversas, disputas ideológica e perseguição covarde contra Bolsonaro... Porém, para o "terror" do "sistema", a verdade não vai morrer. Tudo isso foi documentado no COMBO com cinco livros que está sendo vendido por apenas R$ 29,90, para alcançar todo o país. Caso queira conhecer os livros e não perder essa oportunidade, clique no link abaixo:

https://conteudoconservador.news/kit-5-livros-digitais/

Aproveite enquanto esses livros ainda estão disponíveis... Nunca se sabe do que a censura é capaz!

da Redação

Pedidos de impeachment de Moraes chegam a 51 após suspensão da Dosimetria

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, passou a acumular 51 pedidos de impeachment apresentados ao Senado Federal desde 2021. O número aumentou após partidos anunciarem uma nova ação contra o magistrado.

Os ministros do STF receberam, ao todo, 104 pedidos de impeachment no período. A contagem considera as ações protocoladas a partir de 4 de janeiro de 2021, data em que o então presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), arquivou todos os requerimentos que tramitavam até aquele momento na Casa.

Entre os ministros mais acionados, Moraes lidera a lista, seguido por Gilmar Mendes, com 14 pedidos, Dias Toffoli, com 12, e Flávio Dino, com 8 solicitações protocoladas.

Atualmente, todos os 10 ministros que compõem o Supremo Tribunal Federal são alvo de pelo menos um pedido de impeachment no Senado. A nova representação anunciada nesta terça-feira ainda não havia sido registrada oficialmente no sistema da Casa Legislativa até a publicação da reportagem.

A movimentação ocorre após Alexandre de Moraes determinar a suspensão da aplicação da chamada Lei da Dosimetria aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A Lei 15.402 de 2026 havia sido promulgada um dia antes pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mas ficará sem efeito até que o plenário do STF decida sobre a constitucionalidade da norma.

A legislação pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros 849 condenados pelos atos registrados em 8 de janeiro de 2023. A decisão provocou reação de parlamentares da oposição.

Morre astro do basquete de apenas 29 anos

JCO

O ala-pivô Brandon Clarke, astro jogador do Memphis Grizzlies, morreu nesta terça-feira (12/5), aos 29 anos. A informação foi confirmada oficialmente pela franquia da NBA, que publicou uma nota de pesar lamentando a perda do atleta. Até o momento, a causa da morte não foi divulgada.

“Nós estamos de coração partido com a perda de Brandon Clarke. Brandon era um colega de time incrível e uma pessoa ainda melhor. Seu impacto na organização e na comunidade de grande Memphis não vai ser esquecido”, declarou a equipe norte-americana.

Clarke defendia o Memphis Grizzlies desde 2019. Naquele ano, ele foi selecionado na 21ª posição do Draft da NBA pelo Oklahoma City Thunder, mas acabou negociado logo em seguida com a equipe do Tennessee, onde construiu toda a trajetória profissional na liga.

Ainda em sua temporada de estreia, o jogador chamou atenção pelo desempenho consistente e terminou o campeonato entre os principais novatos da NBA. Ao final da temporada 2019/20, ficou na quarta colocação da votação geral para melhor rookie do ano.

O bom rendimento dentro de quadra levou a franquia a renovar o vínculo do atleta em 2022. Na ocasião, Brandon Clarke assinou uma extensão contratual de quatro temporadas no valor de US$ 52 milhões, quantia equivalente a cerca de R$ 255,29 milhões na cotação atual.

Nos últimos meses, porém, o jogador enfrentava dificuldades físicas. Nesta temporada, participou de apenas duas partidas devido a problemas na panturrilha e também no joelho, lesões que limitaram sua sequência na competição.

A morte precoce do atleta gerou forte comoção entre torcedores, jogadores e integrantes da NBA, especialmente pela identificação que Clarke havia criado com a cidade de Memphis ao longo dos últimos anos.

AO VIVO: Janja, o detergente e a cachaça política (veja o vídeo)

JCO

A primeira-dama Janja resolveu entrar na polêmica da Ypê com uma frase que rapidamente viralizou:

“Até quando vamos ver gente bebendo detergente contaminado? É muita ignorância.”

A declaração foi feita após vídeos satíricos circularem nas redes sociais ironizando a decisão da Anvisa sobre os produtos da marca.  

Mas talvez o maior problema da fala não seja nem o tom arrogante. É o fato de que Janja aparentemente não entendeu absolutamente nada do que estava acontecendo.

Ninguém estava promovendo “consumo de detergente”.

O que existia ali era uma provocação política e uma reação simbólica à percepção — certa ou errada — de que uma empresa associada à direita virou alvo de um espetáculo político em pleno ano eleitoral.

Transformar isso em “ignorância popular” talvez diga mais sobre a desconexão da elite governista com o povo do que sobre os vídeos em si.

Aliás, a ironia da história é inevitável. Enquanto Janja se desespera com pessoas “bebendo detergente” em vídeos claramente provocativos… talvez fosse mais útil prestar atenção em quem vive ao lado dela e já apareceu diversas vezes associado a episódios envolvendo álcool, festas e declarações controversas.

Porque o problema do Brasil não é um vídeo irônico com detergente. O problema é um governo que trata qualquer crítica como desinformação… e qualquer reação popular como burrice.

A fala da primeira-dama reforça exatamente aquilo que o governo mais tenta esconder: o abismo crescente entre Brasília e o brasileiro comum.

E quanto mais o poder reage com deboche, superioridade moral e histeria política… mais transforma uma simples crise sanitária em combustível eleitoral.

No fim, Janja quis atacar a direita… mas acabou entregando um retrato perfeito da arrogância de um governo que já não consegue mais compreender o país real.

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Autor do livro: 20 Dias para a Vitória: Os bastidores de uma campanha surpreendente e as estratégias que levaram à vitória eleitoral

A pesquisa Datafolha do mês de maio para a eleição presidencial

JCO

O Instituto Datafolha num levantamento com 2004 entrevistados deu início nesta terça-feira (12) ao trabalho de campo de uma nova pesquisa de opinião pública sobre a eleição presidencial. A margem de erro máxima para o trabalho é de dois pontos percentuais.

A pesquisa, encomendada pela Folha da Manhã, vai medir não apenas os cenários da corrida presidencial de 2026, mas também a avaliação do governo Lula, a percepção sobre Congresso e Supremo Tribunal Federal, a imagem dos possíveis candidatos e temas econômicos ligados ao endividamento das famílias.

Na última, divulgada no dia 11 de abril, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecia na dianteira num eventual segundo turno com Lula. Flávio estava com 46%, contra 45% de Lula.

Um eventual distanciamento de Flávio na corrida pode ser decisivo para a já cogitada desistência de Lula, que não quer em sua última eleição ser derrotado para o filho de Jair Bolsonaro.

Nem todos são iguais perante a lei: Na Constituição sim. Na prática, depende do quanto você tem no bolso

JCO

Imagine dois homens cometendo o mesmo crime na mesma cidade no mesmo dia.

Um tem dinheiro e advogado. O outro não.

O que acontece depois é onde a Constituição e a realidade param de se falar.

Com recursos financeiros e um bom advogado, o processo tem prazos negociados, recursos apresentados, teses construídas. O tempo trabalha a favor. Do outro lado, com defensor público sobrecarregado — ou sem defensor nenhum — o processo de quem não tem recurso segue o ritmo do sistema. E o ritmo do sistema, para quem não tem representação adequada, costuma ser lento na absolvição e rápido na prisão.

A Constituição Federal garante a todos igualdade perante a lei. É o que está escrito no Artigo 5º, sem ambiguidade. O problema não é o texto. É o que acontece quando ele encontra o mundo real — onde ter ou não ter acesso ao sistema jurídico determina se a lei existe para você ou não.

No Brasil, segundo pesquisa nacional da Defensoria Pública, quase 53 milhões de brasileiros não têm acesso à assistência jurídica gratuita. São pessoas que, diante de um processo, de uma acusação ou de uma injustiça, não têm com quem recorrer adequadamente.

Esse número tem uma consequência direta e documentada. Segundo dados do Senado Federal, cerca de 25% da população carcerária brasileira é composta por presos provisórios — pessoas que estão presas sem ter sido julgadas.

Um em cada quatro presos no Brasil está detido antes mesmo de ter sua culpa determinada. E segundo o Ipea, quatro em cada dez dessas pessoas, ao final do processo, recebem absolvição, regime aberto ou pena restritiva de direitos. Estavam presas sem precisar estar.

Quem não tem representação adequada aceita o que o sistema decide. Quem tem advogado de qualidade usa cada prazo, cada recurso, cada possibilidade de revisão. É a mesma lei — com resultados completamente diferentes.

Quem conhece o sistema aprende rapidamente que a lei tem uma porta dos fundos. Não uma porta ilegal. Uma porta que existe dentro da própria lei — mas que só é encontrada por quem sabe onde procurar.

Quando a porta dos fundos existe só para alguns, a lei deixa de ser igual para todos.

E isso corrói algo muito mais grave do que qualquer caso isolado. Corrói a confiança de que as regras valem igual para todos. Quando o cidadão percebe que a justiça que recebe depende do que pode pagar, duas coisas acontecem: ele para de acreditar nas instituições — porque entende que elas não são neutras — e começa a tratar a lei não como um pacto social, mas como um risco a ser gerenciado por quem tiver recursos.

Uma república se sustenta sobre um princípio simples: as mesmas regras para todos. Não regras mais brandas para quem tem menos — mas regras iguais para todos, aplicadas com o mesmo rigor, independente de quem está no banco dos réus ou de quem reivindica um direito.

Quando isso não acontece, o que temos não é Estado de Direito. É Estado de Recursos.

Outros países resolveram isso. A Defensoria Pública francesa cobre 100% do território. Na Alemanha, assistência jurídica gratuita é direito garantido para qualquer cidadão em qualquer processo. Não são países perfeitos — mas são países onde o acesso à justiça não depende do saldo bancário.

A solução não passa por enfraquecer a lei. Passa por garantir que ela chegue igual a todos — com Defensoria Pública presente em todas as comarcas, hoje ausente em metade delas, com processos que não se arrastam por décadas e com critérios técnicos, não financeiros, definindo como a lei é aplicada.

O Brasil tem a estrutura constitucional para isso. O que falta é a execução.

O que cada um pode fazer é mais simples do que parece. Antes de votar, perguntar ao candidato o que ele pensa sobre acesso à justiça e Defensoria Pública. Depois de eleito, acompanhar se ele vota por mais transparência nos processos ou contra ela. Entender que uma justiça igual para todos não é pauta de esquerda nem de direita — é pauta de quem acredita que a lei deve valer para todo mundo. E não aceitar a ideia de que isso nunca vai mudar. Já mudou em outros países. Pode mudar aqui.

Justiça que escolhe a quem servir não é justiça. É fachada.

Claudio Apolinario

Articulista e analista político.

Lula faz gesto de aproximação com Alcolumbre e reação é a pior possível

JCO 13/05/2026 às 06:42 Lula protagonizou nesta terça-feira mais uma farsa meramente eleitoreira denominada ‘Programa Brasil Contra o Crime ...