O silêncio de grande parte da velha imprensa brasileira encontrou um contraste gritante na mais recente edição do programa JCO Entrevista.
Na contramão do sistema, o jornalista Claudio Dantas dissecou a anatomia do poder em Brasília, traçando a intrincada teia que une a elite do mercado financeiro, caciques políticos e a cúpula do Judiciário.
O diagnóstico é sombrio, mas essencial: o Brasil parece ter sido sequestrado por um consórcio de interesses que não hesita em esmagar o Estado de Direito para garantir sua própria sobrevivência.
Além disso, Dantas destruiu a narrativa da esquerda sobre o áudio de Flávio.
Esse é o tema da última edição da Revista A Verdade. Clique no link abaixo:
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi oficialmente citado por e-mail em uma ação judicial apresentada nos Estados Unidos pela plataforma Rumble e pela Trump Media, empresa ligada ao presidente americano Donald Trump. A informação foi divulgada no domingo (24) pelo advogado Martin De Luca, representante das companhias no processo.
De acordo com os documentos divulgados, Moraes terá prazo de 21 dias para apresentar sua defesa perante a Justiça americana. Caso não haja manifestação dentro do período estabelecido, os autores poderão solicitar o prosseguimento da ação à revelia, permitindo que o processo avance sem a participação do magistrado brasileiro.
A autorização para a citação eletrônica foi concedida na sexta-feira (22) por uma corte federal da Flórida. A decisão não entra no mérito das acusações formuladas pelas empresas contra o ministro, mas libera a continuidade do processo nos Estados Unidos, que estava paralisado desde o ano passado.
A ação foi movida pela Rumble e pela Trump Media, responsável pela rede social Truth Social, após decisões tomadas por Moraes no STF envolvendo remoção de perfis e conteúdos das plataformas digitais. As empresas alegam que as determinações violam garantias previstas na Primeira Emenda da Constituição americana, que protege a liberdade de expressão.
Os autores também sustentam que as ordens emitidas pelo ministro brasileiro ferem leis dos Estados Unidos relacionadas ao funcionamento de plataformas digitais e acabam impactando operações comerciais realizadas em território americano.
Segundo a petição apresentada pelas empresas, houve inicialmente uma tentativa de comunicação formal com Moraes por meio do procedimento internacional previsto na Convenção da Haia, mecanismo utilizado para cooperação judicial entre países. No entanto, conforme alegam os autores, o andamento do pedido no Brasil teria sido interrompido após manifestações da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Advocacia-Geral da União (AGU) junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Diante da demora no trâmite diplomático, a Justiça dos EUA autorizou o envio da citação diretamente por e-mail para dois endereços associados ao Supremo Tribunal Federal. As empresas afirmam que um dos contatos já havia sido utilizado anteriormente em comunicações com a plataforma Rumble, enquanto o outro está disponível publicamente no portal oficial do STF.
O processo foi aberto no ano passado e faz parte de uma série de iniciativas judiciais e políticas direcionadas ao ministro Alexandre de Moraes em meio às investigações e ao julgamento relacionados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta tentativa de golpe de Estado.
Na ocasião, o governo do presidente Donald Trump também anunciou medidas contra Moraes, incluindo a suspensão do visto e sanções financeiras baseadas na Lei Magnitsky, legislação americana utilizada para punir indivíduos acusados de violações graves e restrições internacionais, com bloqueio de acesso ao sistema financeiro dos Estados Unidos.
A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro "Supremo Silêncio". A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo:
Um relação de sociedade entre o Grupo Odebrecht e o banqueiro Daniel Vorcaro vem à tona em matéria publicada pelo jornalista Demétrio Vecchioli no site Metrópoles. Empreendimentos imobiliários em São Paulo unem as duas partes. Diz o texto:
“Seis empreendimentos imobiliários recentes em São Paulo unem os dois maiores escândalos recentes de corrupção do país. Eles são sociedades entre a Novonor – novo nome que a a Odebrecht escolheu para limpar sua imagem depois ser pivô da Lava Jato – e fundos atribuídos a Daniel Vorcaro.
Um desses empreendimentos ficou pronto há menos de um mês, com 21 apartamentos de luxo, e outros três estão em fase de comercialização de 555 apartamentos e 70 unidades não residenciais. Mais dois já foram anunciados, mas não foram lançados. Todos são impactados por bloqueios judiciais impostos pela 3ª Vara de Falências de São Paulo aos bens do antigo controlador do Banco Master, agora preso.
Os empreendimentos pertencem a cinco incorporadoras que pelo lado da Odebrecht têm como sócia a Orion Empreendimentos (que herdou o legado de ativos da antiga Odebrecht Realizações Imobiliárias) e, pelo lado de Vorcaro, sociedades anônimas que têm como únicos sócios dois fundos de investimentos atribuídos ao banqueiro pelo liquidante do Banco Master.
Esses fundos, segundo o liquidante, foram utilizados como ‘instrumentos de aquisição e titularização formal de bens destinados ao uso e benefício pessoal de Daniel Vorcaro’. Por isso, a 3ª Vara de Falências de São Paulo determinou a averbação de pendência judicial da Magma Empreendimentos e dos fundos Lunar e Quality Golden, entre outros bens do banqueiro. A medida é cautelar e preparatória para futura ação revocatória, quando o liquidante tentará recuperar ativos desviados do banco, e não foi contestada por terceiros.
A Magma, que é sócia da Odebrecht em ao menos três empreendimentos já lançados, tem como acionistas dois fundos de investimentos em participações (FIP): exatamente o Quality Golden e o Lunar, que por sua vez tinha como acionista, ao menos até outubro de 2024, o fundo Astralo 95, que também era dono da cota sabidamente pertencente a Vorcaro na SAF do Atlético-MG.
À coluna, a OR (braço de incorporação imobiliária da Odebrecht) disse que negociou os aportes em 2022 com empresas vinculadas a Augusto Lima, então CEO do Banco Master, e que os acordos foram precedidos de procedimentos de governança que não encontraram menção ao Banco Master ou Vorcaro como possíveis beneficiários finais das investidoras à época. Augusto Lima também foi preso pela Compliance Zero e atualmente usa tornozeleira eletrônica.
A OR também afirma que depois de saber pela imprensa dos processos em curso contra as suas sócias, adotou imediatamente as medidas cabíveis para encerrar qualquer associação ou relacionamento com essas empresas. Até aqui, nenhuma mudança societária foi informada à Junta Comercial.”
Texto do procurador de Justiça do estado do Rio de Janeiro Marcelo Rocha Monteiro expõe a maneira vergonhosa como o ‘jornalismo’ da Globo News trata os ditadores de Cuba e Venezuela. Um ‘ex-jornlaismo’ recheado de ideologia e parcialidade. Confira:
“A arte que vocês estão vendo foi exibida no noticiário (noticiário?) da emissora semioficial do consórcio PT-STF, a GloboNews.
Os jornalistas (jornalistas?) dessa emissora frequentemente se referem ao ex-presidente João Figueiredo como ‘ditador’. Paulo Figueiredo, por exemplo, é quase sempre mencionado como ‘o neto do ex-ditador’.
Figueiredo não chegou à presidência da República pelo voto direto, é verdade. Mas em seu governo houve eleições diretas para governador, deputado federal, senador, deputado estadual, prefeito e vereador em todo o país. Partidos de oposição (inclusive de esquerda) participaram dessas eleições e foram vitoriosos em várias delas. Inúmeros veículos de imprensa faziam criticas ao governo federal diariamente. No movimento estudantil, a esquerda e a extrema-esquerda dominavam o cenário. Já não havia mais presos políticos nem exilados, pois Figueiredo havia promulgado a lei de anistia (ampla, geral e irrestrita).
Na Cuba de 2026, vigora (desde 1959) um regime de partido único, que a população jamais elegeu. Os únicos veículos de comunicação permitidos pertencem ao Partido Comunista Cubano. Os presos políticos contam-se aos milhares desde o início do regime de Fidel Castro; exilados então, nem se fala.
Na Venezuela de Chavez, até o início deste ano, a situação não era muito diferente de Cuba.
Nada disso é suficiente, porém, para fazer com que o ex-jornalismo da GloboNews chame Chavez e Raul Castro de DITADORES; vejam na imagem : ‘Acusações contra LÍDERES’.
O Parnahyba Sport Club não conseguiu fazer uma boa apresentação jogando em seus domínios e acabou sendo derrotado pelo Maracanã-CE pelo placar de 1 X 0. Com este resultado negativo, o Tubarão se complica na classificação e agora precisa reagir rapidamente na competição. A torcida saiu decepcionada, mas continua acreditando na recuperação da equipe nas próximas partidas.