ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 3 de junho de 2026

URGENTE: Em atitude inacreditável, INSS petista reativa acordo com entidade envolvida na roubalheira a aposentados

JCO

O PT tem compromisso com a corrupção e com os corruptos. Nada mais. O escândalo nem esfriou e a falcatrua está retornando. A denúncia é do site Metrópoles:

“O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reativou um acordo de cooperação técnica celebrado com a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). A entidade, historicamente ligada ao PT, está no centro do escândalo da ‘Farra do INSS’.
A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (2/6) e é assinada pela presidente do INSS, Ana Cristina Viana Silveira. A medida torna sem efeito a rescisão unilateral assinada em 16 de abril, em um dos primeiros atos da atual gestão.”

Noutras palavras, querem dar prosseguimento a roubalheira aos aposentados.

A Contag é investigada pela Polícia Federal (PF) em razão do escândalo de descontos indevidos, que gerou fraude estimada em mais de R$ 6,3 bilhões. De acordo com a Polícia Federal, a entidade realizou descontos indevidos em massa de milhares de beneficiários da Previdência Social.

Isso é a “soberania” do PT.

AO VIVO: Plano eleitoreiro de Lula é enterrado no Senado (veja o vídeo)


A principal aposta política do governo Lula para o ano eleitoral acaba de encontrar um obstáculo relevante no Senado Federal.

Nesta terça-feira (2), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, deixou claro que a PEC que prevê o fim da escala 6x1 não terá tramitação acelerada na Casa. Ao contrário do que desejavam integrantes do Palácio do Planalto, o texto passará pelas comissões temáticas e será submetido ao rito tradicional de análise legislativa.

A declaração foi interpretada nos bastidores como um recado direto ao governo.

Alcolumbre afirmou que o Senado não pode atuar apenas como uma “casa carimbadora” das decisões da Câmara dos Deputados e ressaltou que um tema dessa magnitude exige debate aprofundado, sem pressa e sem açodamento.

A fala atinge justamente uma das prioridades políticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para 2026.

Desde a aprovação da proposta na Câmara, integrantes do governo vinham defendendo uma tramitação rápida no Senado, na tentativa de transformar a pauta em uma vitrine eleitoral junto aos trabalhadores. O próprio ministro do Trabalho, Luiz Marinho, chegou a pedir publicamente celeridade ao Senado para concluir a votação ainda neste semestre.

O problema para o Planalto é que o cenário político mudou.

Embora Alcolumbre mantenha diálogo institucional com Lula, a relação entre ambos deixou de ser automática. Nos bastidores de Brasília, parlamentares relatam um distanciamento crescente entre o presidente da República e o comando do Senado, especialmente após divergências envolvendo indicações e articulações políticas recentes. Esse ambiente reduziu a disposição do Senado de simplesmente acompanhar o ritmo desejado pelo governo.

A decisão de enviar a proposta para análise das comissões produz um efeito prático imediato: amplia o tempo de discussão, abre espaço para alterações no texto e reduz significativamente a possibilidade de uma aprovação relâmpago antes do período mais intenso da disputa eleitoral.

Além disso, empresários, representantes do setor produtivo e parlamentares da oposição já pressionam por mudanças na proposta ou por um debate mais aprofundado sobre seus impactos econômicos, aumentando ainda mais a complexidade da tramitação.

Na prática, a movimentação de Alcolumbre sinaliza que o Senado pretende exercer protagonismo próprio e não apenas validar uma construção política já pronta.

Para o governo Lula, que via no fim da escala 6x1 uma das bandeiras mais populares da temporada eleitoral, a mensagem foi clara: a última palavra ainda está longe de ser dada.


A principal aposta política do governo Lula para o ano eleitoral acaba de encontrar um obstáculo relevante no Senado Federal.

Nesta terça-feira (2), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, deixou claro que a PEC que prevê o fim da escala 6x1 não terá tramitação acelerada na Casa. Ao contrário do que desejavam integrantes do Palácio do Planalto, o texto passará pelas comissões temáticas e será submetido ao rito tradicional de análise legislativa.

A declaração foi interpretada nos bastidores como um recado direto ao governo.

Alcolumbre afirmou que o Senado não pode atuar apenas como uma “casa carimbadora” das decisões da Câmara dos Deputados e ressaltou que um tema dessa magnitude exige debate aprofundado, sem pressa e sem açodamento.

A fala atinge justamente uma das prioridades políticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para 2026.

Desde a aprovação da proposta na Câmara, integrantes do governo vinham defendendo uma tramitação rápida no Senado, na tentativa de transformar a pauta em uma vitrine eleitoral junto aos trabalhadores. O próprio ministro do Trabalho, Luiz Marinho, chegou a pedir publicamente celeridade ao Senado para concluir a votação ainda neste semestre.

O problema para o Planalto é que o cenário político mudou.

Embora Alcolumbre mantenha diálogo institucional com Lula, a relação entre ambos deixou de ser automática. Nos bastidores de Brasília, parlamentares relatam um distanciamento crescente entre o presidente da República e o comando do Senado, especialmente após divergências envolvendo indicações e articulações políticas recentes. Esse ambiente reduziu a disposição do Senado de simplesmente acompanhar o ritmo desejado pelo governo.

A decisão de enviar a proposta para análise das comissões produz um efeito prático imediato: amplia o tempo de discussão, abre espaço para alterações no texto e reduz significativamente a possibilidade de uma aprovação relâmpago antes do período mais intenso da disputa eleitoral.

Além disso, empresários, representantes do setor produtivo e parlamentares da oposição já pressionam por mudanças na proposta ou por um debate mais aprofundado sobre seus impactos econômicos, aumentando ainda mais a complexidade da tramitação.

Na prática, a movimentação de Alcolumbre sinaliza que o Senado pretende exercer protagonismo próprio e não apenas validar uma construção política já pronta.

Para o governo Lula, que via no fim da escala 6x1 uma das bandeiras mais populares da temporada eleitoral, a mensagem foi clara: a última palavra ainda está longe de ser dada.



A visita de Flávio a Trump e a deplorável narrativa dos militantes de redação

 JCO

A visita de Flávio Bolsonaro ao presidente Donald Trump na Casa Branca revelou mais uma vez o estado deplorável em que se encontra parte da imprensa brasileira, mormente os militantes de redação da extrema-esquerda lulofascista.

Antes de apurar, acusaram. Antes de verificar, insinuaram. Houve quem colocasse em dúvida até mesmo a autenticidade das fotos divulgadas por Flávio, sugerindo montagens e uso de inteligência artificial. A narrativa veio antes dos fatos.

O problema é que a realidade tem o péssimo hábito de desmentir os militantes. Novas imagens do encontro vieram a público, inclusive divulgadas pelo próprio Donald Trump, confirmando aquilo que muitos tentaram desacreditar.

O episódio escancara um vício cada vez mais comum: quando o personagem é um Bolsonaro, a presunção não é de verdade, mas de fraude. O jornalismo dá lugar à militância, e a apuração é substituída pela torcida.

Nenhum político está acima de críticas. Mas quem acusa sem provas, insinua sem evidências e condena antes dos fatos não pratica jornalismo. Pratica ativismo travestido de imprensa.

No fim das contas, aqueles que se apresentam como defensores da verdade acabaram novamente desmentidos pelos fatos.

URGENTE: Nova delação de Vorcaro atinge filme sobre Bolsonaro

 JCO

A mais recente proposta de colaboração premiada apresentada por Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, inclui um tópico específico relacionado ao financiamento do filme Dark Horse, produção que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

O assunto passou a integrar os novos elementos encaminhados às autoridades responsáveis pela análise do acordo.

Os investigadores buscam esclarecer as circunstâncias em que o patrocínio teria sido oferecido, bem como rastrear a origem dos recursos destinados ao projeto e o destino final dos valores movimentados. A apuração também pretende verificar se os montantes declarados para a produção correspondem aos registros financeiros identificados até o momento.

A defesa de Vorcaro protocolou a nova versão da delação nesta semana. O material será examinado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pela Polícia Federal, que avaliarão tanto as declarações prestadas quanto os documentos e demais elementos probatórios apresentados pelo banqueiro.

De acordo com informações ligadas ao caso, a atualização do acordo inclui personagens que não apareciam na primeira tentativa de colaboração. A expectativa é que esses novos relatos possam ampliar o escopo das investigações atualmente em andamento.

Informações preliminares apontam que o banqueiro teria se comprometido a destinar R$ 134 milhões ao projeto cinematográfico. Contudo, os comprovantes analisados até agora indicariam repasses que somam, por enquanto, R$ 61 milhões.

Governo Lula finalmente se manifesta e faz "ameaça" aos Estados Unidos

 JCO

O governo Lula manifestou forte discordância, nesta quarta-feira (3), em relação às conclusões apresentadas pelos Estados Unidos sobre o combate ao trabalho forçado. Em nota oficial, o Palácio do Planalto afirmou discordar “de maneira profunda” da avaliação americana e ameaçou a possibilidade de adotar medidas com base na Lei de Reciprocidade em resposta ao que considera uma ação sem respaldo adequado nas normas internacionais de comércio.

A reação ocorreu após a divulgação de um relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), publicado na terça-feira (2). O documento concluiu que 59 países, entre eles o Brasil, além da União Europeia, não realizariam fiscalização suficiente sobre a importação de produtos fabricados com trabalho forçado. Como consequência, o governo norte-americano propôs a aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% sobre mercadorias originárias dessas localidades.

Em resposta, o governo Lula criticou a justificativa utilizada pelos Estados Unidos para a adoção das medidas. Em comunicado, declarou:

“É lamentável que tema tão relevante como o da proteção de condições dignas para milhões de trabalhadores e trabalhadoras seja desvirtuado para servir de justificativa a medidas protecionistas unilaterais.”

Segundo o Planalto, a eventual imposição de novas barreiras comerciais poderá ser enfrentada com os mecanismos previstos na legislação brasileira. A nota oficial afirma:

“O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade […] para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional.”

Além da possibilidade de adoção de medidas recíprocas, o governo informou que acompanhará os desdobramentos da questão e tomará providências para minimizar possíveis impactos sobre a atividade econômica, a geração de empregos e a renda da população.

O Ministério do Trabalho e Emprego também destacou que permanece aberto ao diálogo e à cooperação com as autoridades americanas. Apesar das divergências em relação às conclusões do relatório, o governo brasileiro afirmou manter disposição para colaborar com o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos em iniciativas voltadas à proteção dos trabalhadores.

Na avaliação do Planalto, o Brasil possui reconhecimento internacional por sua atuação no combate ao trabalho escravo contemporâneo e ao trabalho forçado. O governo ressaltou que esse reconhecimento foi construído ao longo de décadas por meio de ações de fiscalização, responsabilização de infratores, cooperação institucional e políticas públicas voltadas à defesa dos direitos trabalhistas.

A nota ainda enfatiza que as autoridades brasileiras já dispõem de instrumentos legais para impedir a entrada de produtos associados a práticas ilícitas. De acordo com o governo, a Receita Federal e os órgãos aduaneiros têm competência para barrar ou apreender mercadorias estrangeiras que contrariem princípios relacionados à moralidade, à saúde pública, aos costumes e à ordem pública.

“Qualquer bem produzido no todo ou em parte por trabalho forçado enquadra-se nessa definição”, diz a nota.

O governo também recordou que acordos comerciais firmados pelo Brasil com o Chile, a União Europeia e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) incluem compromissos específicos voltados à eliminação do trabalho forçado e compulsório, reforçando a posição brasileira em defesa de práticas laborais compatíveis com padrões internacionais.

Vorcaro entrega nova proposta de "delação bomba"

 JCO

A defesa de Daniel Vorcaro apresentou uma nova proposta de acordo de colaboração premiada à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR). Os advogados protocolaram a versão atualizada na segunda-feira, dia 1º, e acrescentaram novas informações ao material no dia seguinte. 

Uma reunião que estava prevista para esta quarta-feira, 3, foi cancelada após os investigadores solicitarem mais tempo para examinar o conteúdo entregue.

As tratativas avançaram depois que a primeira versão do acordo foi rejeitada pela Polícia Federal no mês passado. Segundo integrantes da investigação, o material inicial continha poucas informações consideradas relevantes para o avanço dos inquéritos e ainda buscava preservar pessoas próximas ao banqueiro. Apesar da negativa, as negociações continuaram porque a PGR concordou em manter o diálogo, desde que houvesse ampliação do ressarcimento financeiro e detalhamento mais aprofundado sobre a atuação de autoridades eventualmente envolvidas.

O principal foco da nova proposta está na recuperação de recursos e no bloqueio de patrimônio. Na versão mais recente do documento, Vorcaro elevou a oferta de devolução de valores de R$ 40 bilhões para R$ 60 bilhões, caso o acordo de colaboração seja formalmente aceito pela Procuradoria-Geral da República. Após assinar o compromisso de confidencialidade institucional, a equipe de defesa encaminhou os primeiros anexos por meio de arquivo eletrônico.

As investigações relacionadas ao Banco Master ganharam novo impulso depois da apreensão de mais de oito telefones celulares utilizados pelo executivo. De acordo com a análise preliminar realizada nos dispositivos, foram identificados indícios de fraudes bancárias, corrupção e da atuação de uma estrutura privada destinada à perseguição de concorrentes e à obtenção de informações sigilosas.

Os investigadores afirmam que a apuração segue critérios técnicos e procedimentos legais, conduzindo o caso sem proteção a envolvidos e sem definição prévia de alvos. Enquanto a documentação apresentada pela defesa é examinada, a expectativa permanece concentrada na avaliação da viabilidade de um eventual acordo de colaboração entre as partes.

Em pleno Gilmarpalooza, Moraes age contra Eduardo Bolsonaro

 JCO

O ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o encaminhamento para julgamento da ação penal que tem como réu Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O ex-deputado é acusado de coação no curso do processo em razão de sua atuação nos Estados Unidos durante o andamento de investigações conduzidas no Brasil.

O caso será analisado presencialmente pela 1ª Turma do STF. A definição da data da sessão ainda ficará a cargo do presidente do colegiado, ministro Flávio Dino, responsável por incluir o processo na pauta de julgamentos.

Antes de liberar a ação para julgamento, Moraes, relator do processo, determinou a apresentação das alegações finais pelas partes envolvidas. Tanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto a defesa do ex-parlamentar concluíram essa fase, considerada uma das últimas etapas da instrução processual antes da apreciação do mérito pelos ministros.

Em sua manifestação final, a PGR sustentou a condenação de Eduardo Bolsonaro. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumenta que o ex-deputado teria desenvolvido uma atuação contínua com o objetivo de pressionar ministros da Suprema Corte e interferir em procedimentos relacionados à investigação sobre a suposta tentativa de golpe.

A ação de Moraes ocorre justamente enquanto o ministro está no "Gilmarpalooza".

Mendonça entra no caminho de Lula e será relator de processo no TSE

jco 03/08/2026 às 06:09 O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, foi definido como relator da denúncia apresentada p...