ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sexta-feira, 5 de junho de 2026

FALECIMENTO DO DESPORTISTA EDSON PALMEIRENSE EM LUIS CORREIA

 

É com profundo pesar que recebemos a notícia do falecimento do desportista Edson Pissolotto, carinhosamente conhecido como “Palmeirense”, da cidade de Luís Correia.

Figura muito querida no meio esportivo, Edson construiu ao longo de sua vida uma trajetória marcada pela amizade, dedicação ao esporte e pelo respeito conquistado junto à comunidade. Sua partida deixa um vazio imenso no coração de familiares, amigos e de todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com sua alegria, simplicidade e paixão pelo futebol.

Neste momento de dor e saudade, rogamos a Deus que conceda conforto e força aos seus familiares e amigos para enfrentarem essa irreparável perda. Que as boas lembranças e o legado deixado por Edson permaneçam vivos para sempre na memória de todos.

Descanse em paz, Edson Pissolotto (Palmeirense). Sua história e sua contribuição ao esporte de Luís Correia jamais serão esquecidas. Nossos mais sinceros sentimentos à família enlutada.

O MAIOR ABSURDO QUE VI NA MINHA VIDA NA ARBITRAGEM MUNDIAL.

Esse absurdo aconteceu em um jogo realizado no Campeonato Quarentão em Luis Correia no Piauí, organizado pelo cidadão Zé Paulo, ex-jogador profissional e que entende muito de futebol e esporte em geral.

Ontem no Estádio Duduzão se enfrentavam, Ferroviário de Parnaíba do Piauí e Araioses do Maranhão, o jogo se encontrava 1 x 0 para Ferroviário. Quando aconteceu essa jogada super maldosa e violenta do jogador Acácio do Ferroviário, que já tinha Cartão Amarelo. O ABSURDO È QUE O ÁRBITRO JAISON DA SIL SOUSA, conhecido como Baiano, não marcou o pênalti  por achar que o ABSURDO foi uma SIMULAÇÃO. Conheço muito bem a INTEGRIDADE do organizador Zé Paulo e tenho certeza que medidas serão tomadas sobre o árbitro.

Tem muitos árbitros que punem a indisciplina, na hora da violência fazem olhos de mercador. Por este e outros motivos que abandonei o futebol que sempre AMEI!!!.

PROMETI AO VEREADOR BATISTA DO CATANDUVAS EM COLOCAR O RACHÃO AMIGOS DO FUMANCHÚ, NO CAMPEONATO SESSENTÃO QUE O MESMO PROMETEU ORGANIZAR, MAS COMO O JAISON DA SILVA SOUSA(BAIADO), APITARÁ A COMPETIÇÃO, POSSO NEM COLOCAR O NOSSO TIME NA COMPETIÇÃO, JUSTAMENTE PARA EVITAR PROBLEMAS MAIORES.
  
OBS - O jogador que sofreu a agressão ficou muito machucado e não retornou a partida.

O jogo terminou 2 z 2.

Este cidadão deveria ser ELIMINADO DO ESPORTE EM GERAL.

Mãe do menino Henry Borel deixa a cadeia e causa revolta (veja o vídeo)

JCO

Monique Medeiros deixou, às 14h50 desta quinta-feira (4), o Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. Ela estava presa desde 21 de abril, após se entregar à polícia. Monique havia sido solta por determinação da juíza Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri, após o adiamento de um julgamento marcado para março passado. O Supremo Tribunal Federal (STF), no entanto, restabeleceu a sua prisão preventiva.

Desta feita, a mesma juíza, através de um estranho ‘perdão judicial’ novamente soltou a mãe do menino assassinado.

O pai de Henry, Leniel Borel, criticou duramente o resultado e afirmou que pretende recorrer da decisão em relação à ex-mulher. O assistente de acusação Cristiano Medina também informou que buscará a anulação do julgamento no que se refere à situação de Monique.

O deputado Nikolas Ferreira detonou a decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros. Disse o deputado:

“Indignação! Usaram argumentos como misoginia e patriarcado para justificar a absolvição.

É um absurdo e mais um sinal da inversão de valores no país.”

Assista:

O início do fim do lulismo

JCO

Se estivéssemos em 2030, eu aqui sentado escrevendo um texto ou um livro, já num país liberto de lula e sua corja - hoje apenas uma lembrança negra, que ficou no passado - esta imagem seria icônica, a primeira que eu colocaria como ilustração.

Porque simboliza perfeitamente um marco histórico: é o testemunho do fracasso daquilo que a esquerda do lulismo chama com otimismo de 'diplomacia'.

Marca o início do fim de um desgoverno impopular e duvidoso que procurava - estamos em 2030 - transformar o Brasil numa nova Cuba, atrasada e miserável, isolada do mundo, uma nação pária da civilização e da cultura.

O lulismo é uma doença que pertence ao passado -uma era de censura, de manipulação, de impunidade, de corrupção sistêmica, de velhos dinossauros pré internet que se lambuzavam no poder escorados por um populismo mentiroso.

Para o passado ser enviado, ficando por lá, apenas como uma lembrança funesta.

Não há mais lugar no mundo para maduros, petros, ortegas ou lulas, narco governantes longe do povo e íntimos do crime.

lula - à beira da senilidade, com o que lhe resta de percepção da realidade - e seu sistema apodrecido sabem disso.

Apenas adiam o fim como podem. Mas não conseguirão evitá-lo.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

Quando até a medíocre diplomacia de Lula admite o estrago, uma questão fatal vem à tona

JCO

O assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, classificou como "inédita" a declaração do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que excluiu o Brasil do grupo de países considerados aliados de Washington. Segundo o ex-chanceler — uma das principais vozes da política externa petista —, a manifestação representa um episódio sem precedentes nos 202 anos de relações diplomáticas entre os dois países:

"Nem quando o Dean Rusk e o Lincoln Gordon estavam conspirando [para derrubar João Goulart], um secretário de Estado excluiu o Brasil da lista de países amigos. É uma declaração impressionante e preocupante", afirmou.

O peso da admissão vem de quem a faz: é o próprio principal articulador da diplomacia de Lula reconhecendo o tamanho do desgaste. Em audiência no Senado americano, Rubio descreveu a América Latina como "repleta de aliados dos EUA" — listando como exceções justamente Nicarágua, Cuba, Venezuela, a Colômbia de Petro e o Brasil. A fala se soma à escalada de tensões: classificação do PCC e CV como terroristas, tarifaço de 25% e nova tarifa de 12,5%. Estar ao lado de Venezuela, Cuba e Nicarágua na lista das "exceções" não é exatamente um atestado de boa diplomacia. O questionamento fatal: quando até o mais experiente diplomata do governo admite que o Brasil foi colocado num isolamento "inédito" em mais de dois séculos de relação com os EUA, qual é o tamanho do preço que a política externa atual está cobrando do país — e o quanto esse distanciamento das democracias ocidentais pode custar à economia e ao cidadão?

Jardineiro denuncia tráfico e acaba sendo sequestrado, torturado e morto

JCO

Felipe Henrique Ferreira, 34 anos, conhecido como Felipe da Bike, desapareceu na madrugada do último sábado (30) após ser levado à força de casa por três homens encapuzados que se passaram por policiais, no distrito de Itaporanga, próximo a Trancoso, na Bahia.

A perícia realizada na residência encontrou grande quantidade de sangue, dois dentes humanos, cápsulas de munição calibre 9mm e o celular da vítima. Investigações apontam o Comando Vermelho como responsável — a suspeita é de que Felipe tenha denunciado um ponto de drogas da facção para a polícia.

O corpo foi localizado em estado avançado de decomposição em uma área de plantação de eucaliptos no distrito de Caraíva. Nenhum suspeito foi preso. A Polícia Civil investiga o caso como homicídio com ocultação de cadáver.

AO VIVO: Justiça ou Loucura? Juíza usa misoginia para conceder perdão no caso Henry Borel (veja o vídeo)

JCO

A decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, provocou forte repercussão jurídica e social em todo o país.

O motivo da controvérsia não está apenas no resultado da sentença, mas também em parte da fundamentação utilizada pela magistrada para justificar a concessão do benefício.

Na decisão, a juíza considerou que Monique teria sido vítima de violência psicológica, manipulação emocional e um contexto de submissão dentro do relacionamento que mantinha com o ex-vereador Jairinho. A magistrada também mencionou elementos relacionados à condição da mulher em relações abusivas e ao ambiente de opressão vivenciado por ela.

Para críticos da decisão, o entendimento representa uma perigosa ampliação de conceitos que poderiam relativizar responsabilidades em um dos casos criminais mais chocantes da história recente do Brasil.

Henry Borel morreu em março de 2021, aos quatro anos de idade, após dar entrada em um hospital do Rio de Janeiro com múltiplas lesões. O caso gerou enorme comoção nacional e mobilizou autoridades, especialistas e a opinião pública.

Desde então, o processo passou a simbolizar o debate sobre violência contra crianças, responsabilidade familiar e falhas de proteção institucional.

O ponto que agora gera indignação em diversos setores da sociedade é a percepção de que a discussão sobre misoginia e violência de gênero estaria sendo utilizada para justificar um benefício judicial em um caso cuja principal vítima foi uma criança.

Juristas divergem sobre a interpretação. Defensores da decisão argumentam que o Poder Judiciário tem o dever de analisar não apenas os fatos objetivos, mas também o contexto psicológico e social vivido pelos envolvidos.

Já os críticos sustentam que a aplicação desse raciocínio pode abrir precedentes perigosos, permitindo que fatores subjetivos passem a exercer peso excessivo em decisões de grande impacto social.

Nas redes sociais, a repercussão foi imediata. Milhares de internautas passaram a questionar se conceitos originalmente criados para proteger mulheres vítimas de violência estariam sendo expandidos para situações que extrapolam sua finalidade inicial.

O debate também reacendeu uma discussão mais ampla sobre os limites do ativismo judicial e sobre até que ponto convicções sociológicas podem influenciar decisões que envolvem crimes de enorme repercussão.

Independentemente da posição adotada, uma constatação parece inevitável: o caso Henry Borel continua produzindo debates profundos sobre justiça, responsabilidade e os critérios utilizados pelo sistema judicial brasileiro.

E é justamente por isso que a pergunta segue ecoando entre milhões de brasileiros: Estamos diante de uma decisão jurídica legítima ou de mais um episódio que amplia a sensação de distanciamento entre a Justiça e o sentimento da sociedade?

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Criador do método Arquitetura Eleitoral:
https://emiliokerber.com.br/

Mendonça entra no caminho de Lula e será relator de processo no TSE

jco 03/08/2026 às 06:09 O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, foi definido como relator da denúncia apresentada p...