ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Eis os números bizarros de pesquisa que foi derrubada por Nunes Marques

JC08/06/2026 às 15:04

Acaba de cair a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, publicada em 19 de maio.

A medida foi adotada por decisão liminar do ministro Nunes Marques, relator do processo e atual presidente da Corte Eleitoral. 

Os números que motivaram a contestação mostraram mudanças significativas em comparação ao levantamento anterior. Em abril, a AtlasIntel registrava um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno. Na ocasião, o senador aparecia com 47,8% das intenções de voto, enquanto Lula alcançava 47,5%.

Já na pesquisa divulgada em 19 de maio, Lula passou a registrar 48,9%, enquanto Flávio Bolsonaro apareceu com 41,8%. Os resultados apontaram uma redução de aproximadamente seis pontos percentuais para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entre uma pesquisa e outra.

Ao recorrer ao TSE, o Partido Liberal sustentou que houve divulgação de pesquisa fraudulenta, contestou os critérios metodológicos empregados e argumentou que “o questionário teria sido estruturado de forma a induzir gravemente uma percepção negativa sobre Flávio Bolsonaro”.

A legenda também alegou que a formulação das perguntas, sua sequência, a apresentação dos temas e as associações feitas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro teriam influenciado os entrevistados. Segundo o partido, esses fatores “contaminam e induzem as respostas dos entrevistados, comprometendo a integridade dos resultados“.O

URGENTE: Faltando poucos votos para o fim, candidato de esquerda ultrapassa adversária no Peru

JCO

Com 93,9% das urnas apuradas, Roberto Sánchez, candidato de esquerda, assumiu a dianteira da corrida presidencial e está à frente de Keiko Fujimori, candidata de direita, no número de votos do segundo turno das eleições presidenciais do Peru.

Sánchez está com 50,022% dos votos, enquanto Fujimori tem 49,978%. Devido à pequena diferença, o resultado da eleição permanece indefinido.

Mais informações em breve.

Jornal da Cidade Online participa do Prêmio iBest 2026

JCO

O Jornal da Cidade Online está na disputa do Prêmio iBest 2026, uma das mais importantes premiações do universo digital brasileiro. A primeira fase de votação popular começou em 1º de junho e segue até 7 de agosto.

Durante esse período, os internautas podem apoiar o Jornal da Cidade Online com um voto por dia utilizando cada endereço de e-mail cadastrado. A participação do público é fundamental para que o veículo avance às próximas etapas da competição.

Após o encerramento da fase inicial, serão divulgados os Top 20 entre os dias 24 de agosto e 11 de setembro. Em seguida, ocorrerá a votação dos Top 10, de 28 de setembro a 22 de novembro.

A fase decisiva reunirá os Top 3 colocados, com votação aberta entre 14 de dezembro e 31 de janeiro de 2027. Os vencedores do Prêmio iBest 2026 serão anunciados em março de 2027.

O Jornal da Cidade Online convida seus leitores e seguidores a participarem da votação e acompanharem cada etapa da premiação. Basta clicar no link: https://premioibest.vote/885444013

Yan Gabriel. Acadêmico de Jornalismo

da Redação

'Domínio das ONGs na mídia esconde a realidade dura e cruel da região mais pobre do Brasil'

JCO

O senador Marcio Bittar (PL-AC) criticou a atuação de organizações não governamentais na Amazônia e afirmou que o debate sobre a região ignora as condições de vida dos moradores locais.

Segundo Bittar, o modelo de preservação adotado nas últimas décadas limitou atividades econômicas em terras indígenas e reservas extrativistas sem oferecer alternativas de renda à população. O senador afirmou que projetos que autorizam atividades econômicas em terras indígenas tramitam há anos no Congresso, sem avanço.

"A métrica sempre é a quantidade de floresta em pé nos nossos estados, mas é muito raro você ver uma nota, uma matéria falando dos 28 milhões de brasileiros que moram na Amazônia. Há um domínio das ONGs na mídia brasileira, que esconde a realidade dura, cruel, de uma região que hoje virou a região mais pobre do Brasil", disse.

O parlamentar também criticou gestões do Partido dos Trabalhadores (PT) no Acre e afirmou que políticas ambientais defendidas pela ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva contribuíram para o empobrecimento do estado. Bittar citou indicadores de violência, pobreza e migração para outros estados.

"Nos 20 anos em que o PT governou o Acre, nós fomos o estado do Norte do Brasil que menos cresceu no PIB brasileiro. Perdemos para todos os outros estados do Norte. Quando terminou o governo do PT no Acre, 50,1% da população era pobre", apontou.

União Europeia toma pior decisão possível contra o Agro do Brasil

JCO

A União Europeia formalizou a proibição de importação de carnes brasileiras, com início previsto para o dia 3 de setembro. A decisão retira o Brasil da relação de nações que atendem aos critérios europeus de controle de antimicrobianos na criação de animais.

O bloqueio foi anunciado inicialmente em maio, mas o documento oficial saiu na última sexta-feira (05/06). Com a medida, o país perde o direito de enviar carne bovina, de frango, equina, além de miúdos, peixes e mel para o bloco europeu.

O Agro pode ser devastado... Para saber mais detalhes, acesse o Jornal do Agro Online, parceiro do JCO. Clique no link abaixo:

https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/5579/uniao-europeia-veta-oficialmente-a-importacao-de...

URGENTE: Gustavo Gayer tem sério problema de saúde e será operado ainda hoje

JCO

O deputado federal Gustavo Gayer (PL) foi internado após apresentar uma nova complicação em seu quadro de saúde. De acordo com boletim divulgado por sua assessoria de imprensa, o parlamentar foi diagnosticado com uma obstrução intestinal.

Segundo a nota, Gustavo Gayer deverá passar por uma cirurgia na manhã desta segunda-feira (8). A assessoria informou que, até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o procedimento médico.

Ainda conforme o comunicado, o deputado encontra-se estável e está sendo preparado pela equipe médica para a realização da operação.

O problema não é apenas financeiro. É moral. Quem fiscaliza os juízes?

JCO

O Brasil vive uma crise que vai muito além da economia, da política ou da segurança pública. Vivemos uma crise de confiança.

A notícia de que magistrados receberam remunerações superiores a R$ 1 milhão em determinados meses não choca apenas pelos valores envolvidos. O verdadeiro impacto está na mensagem que ela transmite para a população.

O cidadão comum acorda cedo, trabalha, paga impostos, enfrenta inflação, insegurança e serviços públicos muitas vezes precários. Ao mesmo tempo, vê o Estado alegar falta de recursos para áreas essenciais, contingenciar investimentos, reduzir verbas de defesa, adiar obras e justificar sucessivos apertos fiscais.

Então surge a pergunta inevitável: Se falta dinheiro para o país, por que nunca parece faltar dinheiro para os privilégios do próprio Estado?

A questão não está restrita ao Judiciário. Mas é no Judiciário que ela se torna mais sensível.

Isso porque os juízes ocupam uma posição singular dentro da República. São eles os responsáveis por interpretar a Constituição, aplicar as leis e exigir seu cumprimento por todos os demais.

Por essa razão, a sociedade naturalmente espera dessas autoridades um grau ainda maior de rigor, transparência e respeito aos limites constitucionais.

O problema surge quando o cidadão começa a perceber uma distância crescente entre as regras impostas à população e aquelas efetivamente observadas dentro das estruturas de poder.

A Constituição estabelece um teto remuneratório. Mas ao longo dos anos surgiram verbas, indenizações, auxílios, passivos funcionais e inúmeras interpretações administrativas que permitiram a criação de mecanismos capazes de ultrapassar aquilo que, em tese, deveria representar um limite. E aqui reside o ponto central. Não se trata apenas de dinheiro. Trata-se de legitimidade.

Toda autoridade pública depende da confiança da sociedade para exercer seu papel. Nenhum tribunal possui exércitos próprios. Nenhum juiz possui poder real sem a credibilidade institucional que sustenta suas decisões.

Quando a população começa a enxergar tratamentos diferentes para grupos diferentes, essa confiança se desgasta. E uma vez desgastada, torna-se extremamente difícil reconstruí-la.

Talvez a pergunta mais importante não seja por que determinados pagamentos ocorreram. Talvez a pergunta correta seja outra:

Quem fiscaliza aqueles que fiscalizam todos os demais?

Quem controla aqueles que possuem o poder de controlar?

Quem estabelece limites para aqueles que diariamente estabelecem limites para toda a sociedade?

Não se trata de atacar instituições. Instituições fortes são indispensáveis para qualquer democracia.

Mas instituições fortes não são aquelas que se colocam acima das regras.

São aquelas que aceitam ser submetidas às mesmas regras que exigem dos cidadãos.

O Brasil atravessa um período de profundas dificuldades econômicas. Empresas fecham. Famílias apertam seus orçamentos. Aposentados veem seu poder de compra diminuir. Servidores enfrentam limitações. As Forças Armadas sofrem contingenciamentos.

Enquanto isso, a sucessão de notícias envolvendo supersalários, benefícios extraordinários e privilégios incompatíveis com a realidade nacional produz um efeito devastador sobre a confiança pública. O problema não é apenas financeiro. É moral.

Nenhuma República permanece saudável quando seus cidadãos passam a acreditar que existem castas imunes às restrições impostas ao restante da população.

O verdadeiro patrimônio das instituições não está em seus prédios, em seus cargos ou em seus orçamentos, está na confiança que a sociedade deposita nelas.

E essa confiança, uma vez perdida, custa muito mais do que qualquer penduricalho para ser recuperada.

Talvez o problema não esteja apenas nos privilégios. Talvez esteja no receio de perdê-los.

Jayme Rizolli

Jornalista.

URGENTE: Nunes Marques derruba pesquisa que mostrou números bizarros de Flávio Bolsonaro

JCO 08/06/2026 às 14:14 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a suspensão da divulgação da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, publicada...