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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Após decisão internacional contra Moraes, Zambelli avalia forte ação contra o ministro

JCO

A defesa da ex-deputada federal Carla Zambelli estuda adotar novas medidas judiciais contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após a divulgação da decisão da Corte da Itália que rejeitou o pedido de extradição da parlamentar.

De acordo com o advogado Fábio Pagnozzi, a manifestação da Justiça italiana, ao apontar a existência de “diversos elementos” que poderiam levantar dúvidas sobre a imparcialidade objetiva do julgamento, fortalece a tese sustentada pela defesa de que houve perseguição e restrição ao pleno exercício do direito de defesa.

Segundo o defensor, o documento destaca que Alexandre de Moraes teria desempenhado diferentes funções ao longo do processo envolvendo Zambelli, circunstância que, na avaliação da Corte italiana, justificaria questionamentos quanto à imparcialidade da condução do caso.

Pagnozzi explicou que, em razão da prerrogativa de foro do ministro, uma eventual ação contra Moraes deveria ser apresentada ao próprio Supremo Tribunal Federal. Ainda assim, a estratégia inicial da defesa será tentar protocolar o processo perante o Tribunal de Justiça de São Paulo.

O advogado afirmou ainda que pretende, em uma etapa posterior, requerer ao STF uma revisão criminal da condenação imposta à ex-deputada. O objetivo, segundo ele, é buscar a anulação dos atos processuais questionados e solicitar que a ação penal que resultou na condenação de Carla Zambelli seja reiniciada.

Além das iniciativas no Brasil, a defesa informou que já levou o caso a instâncias internacionais, incluindo a Corte Interamericana e a Corte da União Europeia, em busca da análise das alegações relacionadas às garantias processuais da ex-parlamentar.

Quer descobrir qual o maior medo de Alexandre de Moraes? Acredite... Trata-se de um conteúdo que em breve pode ser censurado: o polêmico livro "Supremo Silêncio".

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da Redação

Advogado de Trump ressalta declaração de Mendonça sobre decisão do STF que atingiu a liberdade de expressão

JCO

Martin de Luca, advogado de empresas de Donald Trump, soltou o verbo no X sobre a recente declaração de André Mendonça afirmando que a regra definida pela Corte para responsabilizar plataformas digitais pode limitar a liberdade de expressão nas redes sociais. 

A declaração foi dada durante o julgamento de recursos que contestam a tese aprovada pelo tribunal em 2025 sobre o Marco Civil da Internet.

Disse o advogado:

"Em um raro momento de franqueza do mais alto tribunal do Brasil, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça confirmou o que defensores da liberdade de expressão vêm alertando há anos: novas regras judiciais agressivas em plataformas de mídia social estão criando um perigoso efeito inibidor que leva a uma censura preemptiva generalizada.
A admissão ocorreu durante discussões sobre o Marco Civil da Internet, o arcabouço regulatório brasileiro para a internet. Mendonça reconheceu que interpretações vagas de “responsabilidade solidária” por conteúdo — combinadas com a ameaça de multas pesadas — pressionam as plataformas a removerem até mesmo material duvidoso ou limítrofe, em vez de arriscarem punição. Em vez de aguardarem violações claras, as empresas agora optam pelo erro do lado da exclusão para se protegerem da justiça ativista do Brasil."

Elon Musk atinge novo patamar e se torna o primeiro trilionário da história

JCO

O empresário Elon Musk alcançou, nesta sexta-feira, a marca inédita de primeiro trilionário da história. O salto em seu patrimônio ocorreu após as ações da SpaceX começarem a ser negociadas na bolsa eletrônica Nasdaq a US$ 150 por papel.

Segundo estimativas da revista Forbes, a fortuna de Musk ultrapassou US$ 1,1 trilhão antes do meio-dia, impulsionada pela forte valorização da empresa aeroespacial. Em apenas 24 horas, o patrimônio do bilionário teria aumentado cerca de US$ 188 bilhões.

A abertura de capital da SpaceX já era considerada uma das mais aguardadas do mercado financeiro e teve forte impacto sobre a fortuna do empresário, que também controla empresas como Tesla, xAI e X (antigo Twitter).

O desempenho das ações da companhia ao longo do pregão e a consolidação do valor de mercado da SpaceX ainda poderão alterar os cálculos sobre o patrimônio de Musk. O texto segue em atualização.

Morre princesa que estava hospitalizada há três anos

JCO

A princesa Bajrakitiyabha, filha mais velha do rei Vajiralongkorn da Tailândia, morreu aos 47 anos após permanecer mais de três anos internada em decorrência de complicações de saúde iniciadas em dezembro de 2022. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (12) pela Casa Real tailandesa.

Segundo o comunicado oficial, a princesa faleceu na tarde de quinta-feira (11), no Hospital Chulalongkorn, em Bangcoc, em razão de uma deterioração progressiva de seu quadro clínico, agravado por uma infecção abdominal. O rei determinou que o funeral seja realizado com as mais altas honras, e o corpo será levado ao Grande Palácio.

Bajrakitiyabha foi hospitalizada em 14 de dezembro de 2022, após perder a consciência enquanto treinava cães para uma competição na cidade de Nakhon Ratchasima. Na época, a Casa Real informou que ela sofreu uma inflamação no coração e uma grave alteração do ritmo cardíaco provocadas por uma infecção bacteriana.

No último boletim médico divulgado, em maio deste ano, o palácio informou que a princesa enfrentava uma grave infecção associada a um quadro inflamatório no intestino grosso, além de apresentar pressão arterial baixa, arritmia e problemas de coagulação sanguínea. De acordo com a nota oficial, apesar dos cuidados contínuos da equipe médica, seu estado de saúde piorou gradualmente até o falecimento.

Nascida em 7 de dezembro de 1978, Bajrakitiyabha era a única filha do primeiro casamento do rei Vajiralongkorn com a princesa Soamsawali. Após a ascensão do pai ao trono, em 2016, ela passou a desempenhar papel de destaque em cerimônias oficiais e na representação internacional da Tailândia, chegando a ser apontada como possível herdeira da Coroa.

Doutora em Direito pela Universidade de Chicago e formada em Relações Internacionais, a princesa também teve atuação diplomática. Foi embaixadora da Tailândia na Áustria entre 2012 e 2014 e representou o país em diversos organismos das Nações Unidas, incluindo a ONU Mulheres e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). Solteira e sem filhos, era conhecida por manter uma vida discreta.

Por menos de R$ 10, tenha na mão o conteúdo mais temido pelo "sistema"

JCO

O termo "8 de janeiro" sempre será de reflexão... Não se trata mais de apenas uma data qualquer ou um dia comum. Há mais de três anos, tudo mudou...

Tudo o que aconteceu após aquele fatídico dia mudou completamente a história do país.

Alexandre de Moraes, por diversas vezes, chegou a ameaçar de prisão quem ousar comemorar esse dia.

Justamente por esse motivo, a Editora Conteúdo Conservador desafiou o "sistema" e acaba de lançar uma promoção relâmpago com valor quase simbólico e imperdível sobre o livro "08 DE JANEIRO - SEGREDOS E BASTIDORES". Apenas R$ 9,90.

HOJE É O ÚLTIMO DIA DE PROMOÇÃO!

A obra mostra detalhes e segredos que não foram revelados ao público. Expõe como tudo teve início culminando nos três dias mais importantes de todo o imbróglio: 07, 08 e 09 de janeiro. No documento estão dados e relatos sobre o polêmico ginásio para onde os presos foram levados, a prisão de Anderson Torres, a “minuta do golpe”, o "alvo" nas costas do ex-presidente Jair Bolsonaro, a Operação Lesa Pátria e ainda mostra as estranhas ações do General G.Dias antes, durante e depois dos atos. 

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Vale a pena o investimento!

Filha de parlamentar de apenas 11 anos morre após mal súbito na saída da escola

JCO

A cidade de Orleans, no Sul de Santa Catarina, amanheceu consternada com a morte de Vivian Rossetti Cavanholi, de 11 anos, filha do vereador Joel Cavanholi. A estudante do 6º ano do Centro Educacional META faleceu na quinta-feira (11), depois de sofrer um mal súbito pouco após deixar a escola.

De acordo com informações divulgadas por veículos de comunicação da região, Vivian havia sido buscada pela mãe no fim da tarde quando começou a passar mal. Pessoas que estavam próximas prestaram os primeiros atendimentos e acionaram imediatamente o Corpo de Bombeiros. Enquanto a equipe de resgate se deslocava até o local, um homem manteve contato com a central de emergência e realizou as manobras de reanimação orientadas pelos profissionais.

Na sequência, a menina foi encaminhada para a Fundação Hospitalar Santa Otília, onde recebeu atendimento médico especializado. Apesar dos esforços da equipe de saúde, ela não resistiu. Informações preliminares apontam que Vivian teria sofrido uma parada cardiorrespiratória, porém a causa oficial da morte ainda dependerá da conclusão dos exames periciais.

A jovem deixa os pais, Joel Cavanholi e Deisi Rossetti Cavanholi, além do irmão, Vinícius. A família já havia enfrentado outra dolorosa perda em 2019, quando Vitória Rossetti Cavanholi, irmã de Vivian, morreu aos 6 anos de idade.

Em nota de pesar, o Centro Educacional META manifestou solidariedade aos familiares, amigos, professores e colegas da estudante. No comunicado, a instituição destacou: “Vivian, com seu jeito doce e gentil, deixará lembranças que permanecerão para sempre na memória de todos que tiveram o privilégio de conviver com ela”.

Nas redes sociais, moradores de Orleans e de cidades vizinhas também prestaram homenagens e enviaram mensagens de apoio à família, em meio à forte comoção provocada pela perda precoce da menina.

Mulher é condenada por levar jovem a emboscada no PI; corpo nunca foi encontrado

Cidade Verde

Por Izabella Lima

Foto: Reprodução

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Sergio Luís Monteiro Bezerra Junior

O Tribunal do Júri de Teresina condenou, nesta quarta-feira (10), Mariana Raíssa de Sousa Neves a 10 anos de reclusão em regime inicial fechado. A ré foi julgada pela participação no homicídio qualificado de Sérgio Luís Monteiro Bezerra Júnior, crime ocorrido em março de 2023.

Segundo a sentença, os jurados reconheceram que Mariana participou do crime ao atrair a vítima para o local onde ela acabou sendo sequestrada por integrantes de uma organização criminosa. O corpo de Sérgio Luís nunca foi encontrado.

Durante a sessão, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade do homicídio e a participação da acusada. Os jurados também entenderam que ela teve "participação de menor importância" na execução do crime e reconheceram as qualificadoras de motivo torpe e de dissimulação. A qualificadora do meio cruel, porém, foi afastada.

Já em relação aos crimes de ocultação de cadáver e organização criminosa, Mariana foi absolvida. Os jurados concluíram que houve ocultação do corpo da vítima, mas entenderam que ela não participou dessa conduta. Também reconheceram a existência de uma organização criminosa, mas decidiram que a acusada não integrava o grupo.

O que apontou a investigação

De acordo com a denúncia do Ministério Público, Sérgio Luís desapareceu em 21 de março de 2023. As investigações apontaram que ele foi atraído por Mariana para a Praça da Bandeira, no Centro de Teresina, onde acabou sequestrado por integrantes de uma facção criminosa.

A vítima foi levada para um casarão abandonado na região das ruas João Cabral e Lisandro Nogueira, onde permaneceu em cárcere privado enquanto aguardava uma espécie de "julgamento" promovido pela organização criminosa. Os acusados acreditavam que Sérgio integrava uma facção rival. Posteriormente, ele teria sido levado para outro local, onde foi executado.

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Participação considerada fundamental

Embora os jurados tenham reconhecido a participação de menor importância, a juíza Maria Zilnar Coutinho Leal destacou na sentença que a atuação de Mariana foi decisiva para a consumação do crime.

Segundo a magistrada, a acusada atraiu a vítima sob o pretexto de que fariam uso de drogas juntos, fazendo com que Sérgio deixasse a segurança de sua residência e fosse ao encontro das pessoas responsáveis por sua morte. Por esse motivo, a redução da pena ocorreu no percentual mínimo previsto em lei. A pena foi fixada em 10 anos de reclusão após o reconhecimento da atenuante da menoridade relativa, uma vez que Mariana tinha menos de 21 anos na época dos fatos.

Prisão mantida

A sentença manteve a prisão preventiva da condenada e negou o direito de recorrer em liberdade. A magistrada também determinou a execução imediata da pena.

Mariana estava em prisão domiciliar durante a tramitação do processo. No entanto, a juíza rejeitou o pedido da defesa para manutenção do benefício, destacando que a condenação envolve crime cometido com violência contra a pessoa, situação que impede a concessão automática da prisão domiciliar em razão da gravidez. Além da pena de prisão, foi fixada indenização mínima de R$ 50 mil aos familiares da vítima.

Outros condenados

O caso já havia resultado, em outubro de 2024, na condenação de Eduardo de Sousa Silva, conhecido como "Caveirinha", e Antônio Luiz Pereira dos Santos, o "Tonho". Os dois foram condenados pelo Tribunal do Júri por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e participação em organização criminosa.

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