O deputado Carlos Gimenez, de Miami, não poupou palavras sobre Lula. O post foi repostado pelo presidente da Argentina, Javier Milei.
Em outra publicação, o republicano foi ainda mais explícito: divulgou uma imagem gerada por inteligência artificial em que Lula aparece com as roupas que o narcotraficante socialista Nicolás Maduro trajava ao ser transportado para os Estados Unidos, depois de capturado numa operação militar em Caracas, em janeiro. "O que o espera…", escreveu.
Carlos Gimenez nasceu em Havana, numa família de proprietários rurais da província de Oriente que teve suas terras confiscadas pela ditadura comunista. Chegou à Flórida ainda criança, em 1960, e cresceu na Little Havana. Foram 25 anos como bombeiro na cidade de Miami, os nove últimos no comando da corporação, o primeiro cubano-americano a ocupar o posto. Depois virou administrador da cidade, foi prefeito do condado de Miami-Dade entre 2011 e 2020 e, eleito em 2020, assumiu a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos em 2021.
Em Miami, é muito popular. E o desprezo dele por comunistas não é retórica de campanha: é memória de família.
Quem perdeu o país para o comunismo aprende a reconhecê-lo antes que ele se apresente por inteiro. É por isso que Miami percebe a ameaça que paira sobre o Brasil com muito mais clareza do que muitos brasileiros.
Lula afastou Sidônio Palmeira de sua campanha eleitoral. Isso demonstra o quanto a situação está ruim no Palácio do Planalto. Sidônio está em completo silêncio, afinal tem muito dinheiro em jogo. De qualquer forma, não deixa de ser humilhante. Sidônio sai justamente no momento em que a propaganda eleitoral está prestes a começar — sinal de que o desgaste interno corroeu a confiança de Lula.
Assim, Lula começa a campanha com dois desfalques importantes. O outro é o seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, peça central da articulação eleitoral, que sai depois que a Polícia Federal identificou R$ 249 mil pagos a ele por Roberta Luchsinger — lobista ligada ao esquema de descontos ilegais que sangrou aposentados do INSS.
A campanha de Lula de 2026 começa, portanto, desfalcada e sob suspeita — sem o estrategista que a venceu em 2022 e sem o operador que a articulava por dentro.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (10/8) a realização de diligências complementares para verificar a regularidade de cursos profissionalizantes feitos por Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom e condenada a 14 anos de prisão por envolvimento nos atos de 8 de janeiro.
A medida busca esclarecer se as atividades educacionais realizadas pela detenta cumprem os requisitos previstos na legislação para a remição de pena. O benefício permite reduzir o período de prisão por meio da participação comprovada em atividades de estudo ou trabalho.
Moraes determinou que o Juízo da Vara de Execuções Penais da Comarca de Paulínia (SP) adote as providências necessárias junto ao Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro (SP). A unidade deverá verificar a existência de autorização ou convênio com o Poder Público relacionado aos seguintes cursos:
Reescrevendo minha história: marketing – TAR;
Reescrevendo minha história: PLANEJ.
O prazo estabelecido para as autoridades é de cinco dias. Nesse período, deverão informar se os cursos profissionalizantes fazem parte do projeto político-pedagógico da unidade prisional e encaminhar ao STF documentação detalhada sobre as formações.
Entre os documentos solicitados estão o conteúdo programático, as atas das avaliações, as respectivas notas e o certificado de conclusão dos cursos, que deverá estar assinado pelas autoridades competentes.
“Não há indicação de que a realização do curso profissionalizante foi precedida de convênio ou autorização, nem se menciona fiscalização pela unidade prisional ou pelo Juízo da Execução”, destacou o ministro na decisão.
Pena de Débora pode ser reduzida por atividades
Débora Rodrigues dos Santos cumpre uma pena total de 14 anos de prisão, sendo 12 anos e 6 meses de reclusão e 1 ano e 6 meses de detenção. A condenação inclui crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
Até o momento, ela já cumpriu aproximadamente 3 anos e 4 meses da pena.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) já apresentou manifestação favorável ao reconhecimento de 212 dias de remição relacionados a outras atividades realizadas por Débora. Desse total, 4 dias correspondem à leitura, 108 dias ao trabalho interno e 100 dias ao ENEM PPL 2023.
A inclusão definitiva desses 212 dias e dos períodos eventualmente correspondentes aos novos cursos, contudo, ainda depende da apresentação da documentação solicitada pelo ministro Alexandre de Moraes.
Depois que o Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro encaminhar as informações ao STF, a PGR terá mais cinco dias para apresentar uma nova manifestação. Somente após essa etapa deverá ocorrer a decisão definitiva do Supremo sobre o eventual abatimento dos dias de prisão referentes aos cursos profissionalizantes.
Alexandre de Moraes, por diversas vezes, chegou a ameaçar de prisão quem ousar comemorar o dia 8 de janeiro! Justamente por esse motivo, a Editora Conteúdo Conservador desafiou o "sistema" e acaba de lançar uma promoção relâmpago com valor quase simbólico e imperdível sobre o livro "08 DE JANEIRO - SEGREDOS E BASTIDORES". Apenas R$ 9,90.
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Graças a DEUS e ao seu esforço, dedicação e perseverança, minha neta querida Rafaela Braga foi aprovada em MEDICINA na Afya, em Parnaíba!!!
Rafaela já havia conquistado outras grandes vitórias: foi aprovada em Direito na UESPI, em Medicina em Feira de Santana, na Bahia, e também em Medicina em São Luís, no Maranhão. Ela chegou a iniciar o curso de Enfermagem na Afya, em Parnaíba, mas precisou desistir para seguir o caminho que DEUS preparou para sua vida.
Hoje, temos mais um motivo para agradecer e comemorar. Tudo está dando certo para você, Rafa!!!
Foi meu grande presente de aniversário em 20.08, meus 67 anos, não tinha presente MELHOR!!!. Fiz um pedido e ela prometeu, que depois de sua formação irá trabalhar 01(um) dia na semana para atender os mais humildes. DEUS seja louvado.
Um informante da Polícia Federal relatou, em depoimentos, possíveis conexões entre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e integrantes do governo federal. Segundo o relato, Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger, teria sido responsável por facilitar o acesso de Lulinha ao Ministério da Saúde.
Berger ocupava, na época, o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde. Atualmente, ele atua no Palácio do Planalto como chefe do Gabinete Adjunto de Gestão Interna do Gabinete Pessoal do presidente Lula.
A pedido do próprio informante, sua identidade não foi divulgada. Ele confirmou que Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola e ex-chefe de gabinete de Lula, e Berger teriam funcionado como canais de acesso ao Ministério da Saúde para Lulinha, a empresária Roberta Luchsinger e o empresário Antonio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
Depoimentos citam acesso ao Ministério da Saúde
Os relatos apresentados à Polícia Federal descrevem uma suposta rede de contatos que teria aproximado Lulinha e outros personagens investigados de integrantes do governo.
Na semana passada, veio a público a informação de que Roberta Luchsinger realizou pagamentos a Marcola. Ele permaneceu como chefe de gabinete de Lula durante todo o atual governo e deixou a função em 21 de julho deste ano.
Em depoimentos prestados à Polícia Federal em 2025, o informante afirmou ainda que Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, teria realizado pagamentos periódicos a Lulinha em troca de acesso a órgãos da área da saúde do governo Lula. Segundo a versão apresentada à PF, o objetivo seria facilitar a comercialização de produtos relacionados ao canabidiol.
As acusações, entretanto, são contestadas pelas partes citadas. As defesas de Camilo, Lulinha e Roberta Luchsinger negam as acusações apresentadas nos depoimentos.
Berger atualmente trabalha no Planalto
A trajetória de Swedenberger Barbosa inclui atuação em diferentes funções ligadas ao governo petista. Atualmente, ele está lotado no Palácio do Planalto, onde ocupa o cargo de chefe do Gabinete Adjunto de Gestão Interna do Gabinete Pessoal do presidente Lula.
A informação sobre o suposto papel de Berger no acesso ao Ministério da Saúde foi apresentada pelo informante no contexto das declarações prestadas à Polícia Federal.
Levantamento divulgado pela BTG/Nexus nesta segunda-feira (10) aponta o petista Lula na liderança da corrida presidencial no primeiro turno, com 40% das intenções de voto. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na sequência, com 35%.
A diferença entre os dois candidatos é de 5 pontos percentuais, superior à margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos informada pela pesquisa.
Na comparação com o levantamento anterior do mesmo instituto, divulgado em 3 de agosto, Lula registrou oscilação de um ponto percentual para baixo, passando de 41% para 40%. Flávio Bolsonaro também apresentou queda, de dois pontos, recuando de 37% para 35%. Uma mudança inesperada.
Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 4%, e Romeu Zema (Novo), com 3% das intenções de voto. Samara Martins (UP) registra 2%, enquanto Augusto Cury (Avante) e Cabo Daciolo (Mobiliza) têm 1% cada.
Na mesma pesquisa, votos brancos e nulos correspondem a 5% dos entrevistados. Outros 3% afirmaram estar indecisos ou preferiram não responder.
O levantamento também avaliou possíveis disputas de segundo turno entre Lula e outros candidatos. No confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 47% das intenções de voto, contra 44% do senador.
A diferença de 3 pontos percentuais coloca o cenário dentro da margem de erro da pesquisa, configurando empate técnico.
Em uma eventual disputa contra Ronaldo Caiado, Lula registra 46%, enquanto o governador de Goiás aparece com 42%. O resultado também fica no limite da margem de erro informada pelo instituto.
Já nos cenários envolvendo Romeu Zema e Renan Santos, a vantagem atribuída a Lula é maior. Contra Zema, o presidente soma 47%, diante de 40% do adversário. No confronto com Renan Santos, Lula aparece com 46%, enquanto o candidato registra 37%.
A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.001 eleitores por telefone entre os dias 7 e 9 de agosto. O levantamento apresenta margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido apresentado pela defesa do hacker Walter Delgatti Neto para que ele pudesse exercer atividade profissional relacionada à administração de redes sociais. Responsável pela execução da pena, Moraes entendeu que o trabalho proposto não é compatível com a proibição de acesso às plataformas digitais estabelecida para o cumprimento da pena em regime aberto.
Segundo a decisão, a restrição ao uso de redes sociais é objetiva e não prevê exceções para atividades profissionais. Delgatti cumpre pena de 8 anos e 3 meses de reclusão por crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica e passou ao regime aberto em maio de 2026.
Entre as condições estabelecidas para o regime aberto está a proibição total de utilização de redes sociais.
Contrato envolvia administração de perfis
A questão chegou ao STF depois que a defesa apresentou um contrato de prestação de serviços firmado entre a empresa Red Lead Brasil Ltda., ligada a Delgatti, e a Prado Motors Ltda.
O acordo previa a gestão estratégica e operacional de perfis nas plataformas Instagram, Facebook, LinkedIn e TikTok, além do acompanhamento de menções e da interação com seguidores.
Os advogados argumentaram que o serviço estaria limitado ao marketing digital e à utilização de ferramentas profissionais de publicidade, como Meta Ads e Google Ads. Segundo a defesa, Delgatti não utilizaria contas pessoais nem manteria interações sociais com outras pessoas por meio das plataformas.
Moraes considera que atividade viola restrição
Após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), Moraes não acolheu os argumentos apresentados pela defesa. O ministro destacou que o próprio contrato prevê a “administração operacional dos perfis”, atividade que, em sua avaliação, está abrangida pela proibição determinada no regime aberto.
Para o relator, autorizar a utilização profissional das plataformas acabaria esvaziando a restrição estabelecida judicialmente e permitiria que Delgatti voltasse a ter acesso ao ambiente digital relacionado aos crimes pelos quais foi condenado.
“A vedação foi imposta em caráter objetivo e tem por finalidade afastar o apenado dos mesmos meios digitais que viabilizaram e amplificaram as condutas pelas quais foi condenado”, pontuou Moraes em sua decisão.
O ministro também observou que ferramentas corporativas de gerenciamento, como o Business Manager, estão diretamente integradas às redes sociais e permitem a publicação de conteúdos. Segundo a decisão, essa característica também dificultaria a fiscalização do cumprimento das condições impostas ao sentenciado.
Delgatti terá de apresentar nova atividade
Com a decisão, Delgatti deverá interromper a execução do contrato e apresentar documentação que comprove uma nova atividade profissional lícita e compatível com as limitações estabelecidas para o regime aberto.
O descumprimento da determinação pode resultar em regressão do regime prisional.
Moraes também rejeitou o pedido da defesa para diminuir a frequência de comparecimento de Delgatti ao Juízo. Dessa forma, o sentenciado deverá continuar se apresentando semanalmente para informar e justificar suas atividades, mantendo-se a exigência de fiscalização durante o cumprimento da pena.