ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

OAB começa a agir para o impeachment de Alexandre de Moraes

JCO

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) instituiu uma comissão para avaliar a possibilidade de abertura de um processo de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. 

A determinação partiu, na noite desta quarta-feira (9), do presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti.

O grupo deverá buscar acesso aos autos das investigações que apuram a relação entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. A partir da análise dos documentos, a comissão deverá preparar um parecer, que posteriormente será submetido à apreciação e votação do Conselho Federal da OAB.

“Temos capacidade intelectual”

Simonetti afirmou que a entidade possui condições técnicas para examinar de forma aprofundada o material reunido nas investigações e produzir uma avaliação própria sobre o caso.

“Da mesma forma que o Supremo, que os ministros, o Ministério Público, a Polícia Federal são capazes, através de seus agentes, de fazer toda essa investigação, nós também temos capacidade intelectual, através dos nossos conselheiros federais, presidentes de seccionais e juristas que já se propuseram a fazer parte dessa comissão, para fazer uma análise profunda de toda essa documentação”, declarou Simonetti.

Pressão de estados aumenta cobrança sobre direção nacional

A criação da comissão ocorre em um momento de crescente pressão dentro da própria OAB. Seccionais de diferentes estados, entre elas as de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, vêm defendendo uma atuação mais contundente da direção nacional diante das controvérsias envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.

Na terça-feira (8), a OAB do Distrito Federal também adotou uma medida relacionada ao caso. A entidade instaurou um processo ético-disciplinar contra o escritório de advocacia da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, depois que veio a público a existência de um contrato de R$ 131 milhões firmado com o Banco Master.

A análise conduzida pela nova comissão deverá servir de base para que o Conselho Federal da OAB avalie os fatos e decida quais medidas a instituição poderá adotar em relação ao pedido de impeachment.

Dossiê Master: o papel de André Mendonça na maior crise política, econômica e judiciária do Brasil

JCO

O caso do Banco Master deixou de ser apenas uma crise financeira para se transformar no maior abalo institucional dos últimos anos. Revelações de contratos milionários, encontros secretos e tentativas de blindagem expuseram uma rede de influências que alcança o Supremo Tribunal Federal. Enquanto setores do sistema se mobilizam para proteger o ministro Alexandre de Moraes, outro ministro se levanta e avança com firmeza. André Mendonça impõe transparência e desafia o establishment, colocando em risco a própria vida, mas como isso tudo veio à tona?

O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, cresceu de forma explosiva entre 2021 e 2025. De uma captação modesta, a instituição saltou para cerca de R$ 50 bilhões em CDBs, prometendo retornos muito acima do mercado e contando com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos. O modelo, no entanto, se sustentava em ativos de baixa liquidez, como precatórios e participações em empresas fragilizadas. O Banco Central identificou a deterioração e, em novembro de 2025, decretou a liquidação extrajudicial, gerando o maior ressarcimento da história do FGC — estimado em R$ 41 bilhões para mais de 1,6 milhão de credores.

O castelo de Daniel Vorcaro começou a ruir com a Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. O banqueiro foi preso em novembro de 2025 no Aeroporto de Guarulhos sob suspeita de tentativa de fuga, mas liberado dias depois com tornozeleira e restrições. Investigações apontaram fraudes em carteiras de crédito, possíveis desvios e uma teia de influência que chegava a Brasília. O processo subiu ao STF sob a relatoria inicial do ministro Dias Toffoli, que impôs sigilo absoluto e suspendeu diligências. Pouco antes, Toffoli havia viajado de jato particular com advogado ligado a investigados do Master.

https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/04/02/toffoli-viajou-em-jato-de-empresa-de-vorcaro-rumo-ao-resort-tayaya-diz-jornal.ghtml

Vorcaro foi preso novamente em 4 de março de 2026, por ordem do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a acusação de atrapalhar as investigações, incluindo ameaças a adversários/jornalistas e ocultação de patrimônio, permanecendo sob custódia desde então.

A jornalista Malu Gaspar foi a primeira a divulgar publicamente a existência do contrato entre o escritório de Viviane Barci de Moraes e o Banco Master. A minuta foi enviada diretamente por ela a Vorcaro em janeiro de 2024. O acordo previa honorários de até R$ 129 milhões em três anos (cerca de R$ 3,6 milhões mensais) para atuação estratégica junto ao Banco Central, Receita, Cade, Ministério Público, Polícia Federal e Legislativo.

Dados da Receita Federal indicam que o escritório recebeu aproximadamente R$ 80 milhões entre 2024 e 2025. Moraes teria participado de jantares na residência de Vorcaro e mantido contato frequente, segundo mensagens recuperadas do celular do banqueiro.

Relatório da PF, elaborado a pedido de André Mendonça a partir do aparelho de Vorcaro, mapeou encontros, mensagens e citações envolvendo Moraes, o procurador-geral Paulo Gonet e o diretor-geral da PF. Vorcaro chegou a encaminhar prints e pedidos de informação a um contato salvo como “Alexandre de Moraes BRASILIA” nas horas críticas antes da liquidação, enquanto tentava montar uma solução financeira de emergência com investidores e o BRB.

https://www.cnnbrasil.com.br/politica/mendonca-retira-sigilo-de-acao-sobre-vorcaro-e-moraes/

Mendonça determinou a quebra do sigilo do relatório e pediu que o plenário do STF analisasse o caso de forma pública e transparente. Sua postura gerou reação imediata. Moraes usou o inquérito das Fake News para acusar o colega de abuso de autoridade e direcionamento político. Gonet pediu a anulação de provas, alegando que o magistrado teria ultrapassado funções — postura criticada por contradição, já que o mesmo procurador apoiou atuações semelhantes de Moraes em outros inquéritos. O presidente Edson Fachin abriu procedimento e deu prazo para manifestações.

Enquanto isso, o sistema parece tentar se proteger. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é acusado de travar pedidos de impeachment de ministros do STF – Alexandre de Moraes bate recorde de pedidos de impeachment, 66 até o momento.

Manifestações pelo país, especialmente no 7 de Setembro, cobraram o afastamento do ministro. Durante o ato na Avenida Paulista, o senador e candidato à presidência da República, Flavio Bolsonaro, fez duras críticas a Moraes:

“Lula é o responsável pelo caos moral que o Brasil está passando hoje. Quem vota em Lula, vota em Alexandre de Moraes. Nós não vamos permitir que Lula indique mais quatro Alexandres de Moraes para o Supremo Tribunal Federal. Temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes, aquela laranja podre não pode contaminar toda a corte”, ressaltou.

https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/07/em-ato-na-paulista-flavio-diz-que-quem-vota-em-lula-esta-votando-em-alexandre-de-moraes-e-diz-que-indicara-cinco-ministros-ao-stf.ghtml

Dez ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e três ministros aposentados endereçaram uma carta ao presidente da Corte, Edson Fachin, alertando sobre "os gravíssimos fatos cuja divulgação vem comprometendo o prestígio e a autoridade" do tribunal, além "da confiança do povo e até a estabilidade das instituições democráticas". A divulgação da carta ocorre sete dias após a revelação, pelo Estadão, das 51 mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes. Leia a íntegra da carta:

Senhor Ministro Presidente,

Os ministros aposentados e ex-presidentes, abaixo assinados, vêm manifestar plena confiança na seriedade, discernimento e firmeza de Vossa Excelência na condução dessa Suprema Corte, na mais aguda crise de sua história, e a absoluta convicção de que designará, com toda a urgência, sessão pública para que o Tribunal Pleno determine imediata e rigorosa apuração, sob o devido processo legal, dos gravíssimos fatos cuja divulgação vem comprometendo o prestígio e a autoridade desse Tribunal, a confiança do povo e até mesmo a estabilidade das instituições democráticas… -

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/09/08/stf-mais-aguda-crise-da-historia-di...

O ex-ministro Marco Aurélio Mello declarou arrependimento por ter apoiado a indicação de Moraes e defendeu que Mendonça agiu corretamente ao dar publicidade ao material da PF.

“Eu penso que está havendo uma inversão de valores. O ministro André Mendonça se defrontou com um relatório da PF e procedeu como deveria, encaminhando à PGR. A regra é transparência, publicidade, para que a gente saiba o que está acontecendo na administração pública. O sigilo não se coaduna com os ares democráticos. O Supremo está sangrando”, afirmou o ex-ministro em entrevistas recentes.

O caso Master revelou não apenas um banco insolvente, mas uma estrutura de relações que coloca em xeque a imparcialidade de setores do Judiciário, do Ministério Público e até da Polícia Federal. Numa iniciativa que surpreendeu e casou preocupação no alto escalão da República, o ministro André Mendonça determinou, na terça-feira (8), os afastamentos preventivos de Andrei Rodrigues, do cargo de diretor-geral da Polícia Federal, e de Leandro Almada, da Diretoria de Inteligência do órgão.

A decisão também ordenou a abertura de procedimentos investigatórios na Corregedoria da PF e a suspensão da produção de relatórios da PF sobre atos de magistrados, advogados públicos e policiais federais.

As etapas que culminaram na decisão de Mendonça:

  • 2 de setembro - o partido Novo apresenta ao STF um pedido de providências para preservar investigações em curso, sugerindo a avaliação do afastamento cautelar de Andrei Rodrigues. O partido se baseou em mensagens extraídas do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, nas quais constavam menções a "Andrei". O sigilo dessas mensagens, que também envolvem Alexandre de Moraes, foi retirado por Mendonça no dia 1º de setembro.
  • 3 de setembro – em mais um pedido, o Novo solicita a prisão preventiva do diretor da PF, e subsidiariamente, o afastamento de Andrei, apontando suspeitas de embaraço a investigações no escândalo financeiro ligado ao Master, ex-banco de Vorcaro.
  • 3 de setembro – no mesmo dia, o ministro Alexandre de Moraes retira o sigilo de relatórios de inteligência da PF no chamado "inquérito das fake news". Moraes havia pedido à PF esses relatórios, que citavam integrantes do STF, e embasou nos documentos uma solicitação ao presidente do STF, Edson Fachin, para investigar Mendonça, além de pedir a inclusão do colega no inquérito das fake news.
  • 8 de setembro – diante dos acontecimentos, o próprio ministro determinou o afastamento preventivo imediato de Andrei e do chefe de inteligência da PF.

Para o deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS), o afastamento de Andrei Rodrigues é só o começo.

“O Novo pediu a medida, mas essa vitória é de todo brasileiro que exige respeito à Constituição. Depois de tudo o que veio a público, Lula já deveria tê-lo afastado. Agora, é preciso investigar até o fim Andrei, os agentes da PF envolvidos em abusos e ilegalidades e também o papel de Alexandre de Moraes. Quem usou o Estado para perseguir adversários ou embaraçar investigações precisa ser responsabilizado”, ressaltou.

Numa jogada para tentar conter a avalanche, o ministro Gilmar Mendes pediu vista para o julgamento da Segunda Turma da Corte sobre a decisão de André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Mas, os ministros Luiz Fux e Nunes Marques foram mais rápidos, anteciparam o voto contra o diretor da PF, com isso, o pedido de liminar para afastamento de Rodrigues continua válida.

https://claudiodantas.com.br/urgente-gilmar-pede-vista-mas-fux-e-nunes-antecipam-voto-contra-andrei/

O jurista e ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior afirmou que o presidente Lula cometerá um erro histórico que ameaça a República e trará uma liquefação do sistema se não cumprir de imediato a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.

“Eu creio que efetivamente se está pondo em jogo a República. Há uma desfuncionalidade dos órgãos do poder, das instituições, mas agora houve uma liquefação”, disse em entrevista à Coluna do Estadão.

https://www.estadao.com.br/politica/coluna-do-estadao/miguel-reale-ou-lula-afasta-logo-comando-da-pf-ou-pais-vivera-anomia-e-liquefacao-da-republica/

Até a imprensa tradicional está soltando a mão de Moraes... também não é para menos, basta lembrar que recentemente o sigilo da fonte de um jornalista foi quebrado por ordem do ministro do STF.

https://www.cnnbrasil.com.br/politica/sigilo-de-fonte-decisao-de-moraes-provoca-criticas-de-especialistas/

O jornalista Merval Pereira criticou militantes que diziam que Mendonça age com fins eleitorais:

"A gente não pode cair na esparrela de que isso é por causa das eleições. Tem que investigar ALEXANDRE DE MORAES e DIAS TOFFOLI, que escapou dessa por um acordo promíscuo entre eles”, ressaltou.

Diante das tentativas de neutralizar a apuração e blindar nomes poderosos, André Mendonça se destaca como a voz que insiste na transparência e na aplicação da lei. Sua determinação em levar o processo ao plenário e manter as investigações em andamento representa o enfrentamento real contra o arranjo de proteção que tenta se impor. A sociedade acompanha a encruzilhada da República: ou a justiça será feita de fato, ou o sistema confirma que alguns permanecem acima dela.

da Redação

"Alexandre de Moraes não me cala! Nós somos os verdadeiros donos do Brasil", afirma Marcel van Hattem

JCO

O deputado federal e candidato ao Senado, Marcel van Hattem (NOVO-RS), defendeu a liberdade, o Estado de Direito e o enfrentamento ao arbítrio, além de manifestar apoio ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.

“O Alexandre de Moraes não me cala. Nunca me calou e não vai me calar hoje. O Brasil é um país que não se cala. Lula voltou ao poder, tentaram nos calar, teve gente que se amedrontou, teve gente que foi presa, inclusive, dois símbolos dessa injustiça que eu preciso citar hoje, Filipe Martins e Jair Messias Bolsonaro. 
Duas pessoas que não se dobraram à injustiça, representando milhares e milhares de brasileiros perseguidos. Mas nós estamos neste 7 de Setembro, Dia da Pátria, reunidos em Porto Alegre, pra dizer que o tempo deles está acabando. O Brasil vai se libertar. Nós somos os verdadeiros donos do Brasil”, afirmou Marcel. 

Para Marcel, o Brasil está diante de um momento de virada e a mobilização precisa ocorrer até as eleições.

“É chegada a hora da virada. Precisamos que as nossas vozes sejam representadas pelas vozes de vocês. São poucos dias até a grande vitória. Nós vamos seguir lutando, vamos seguir brigando e, principalmente, vamos seguir acreditando na força do que é certo e na força das nossas ideias”, afirmou.

Ao concluir sua participação, Marcel reforçou a defesa de um Senado independente e manifestou apoio a André Mendonça, criticando articulações para um eventual processo de impeachment contra o ministro.

“Precisamos dizer para todo o país de que lado nós estamos. O nosso lado é o do bem, da decência. Por isso, estamos ao lado de André Mendonça”, concluiu.

A decisão inesperada de Fachin...

jco

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, inesperadamente adiou uma reunião que estava marcada com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti. 

O encontro estava previsto para esta quarta-feira (9) e teria como um dos principais objetivos discutir a crise envolvendo a Corte.

De acordo com um comunicado interno divulgado pela OAB, ainda não foi estabelecida uma nova data para a reunião. O encontro também deveria contar com a participação de outros integrantes da direção da entidade.

O cancelamento da reunião com a OAB é algo completamente incomum dentro da Corte.

A OAB vem acompanhando as discussões relacionadas aos pedidos de investigação envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. As seccionais estaduais já apresentaram posicionamentos sobre o assunto, enquanto o Conselho Federal deverá se reunir nos próximos dias para definir qual será a manifestação oficial da Ordem.

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

A profecia do cartório: Na casa da produtora de Dark Horse a PF apreende a certidão de óbito do método inquisitorial de Brasília

JCO

A produtora do filme Dark Horse registrou em documento juramentado que a PF bateria à sua porta se ela não aceitasse delatar Flávio Bolsonaro. A polícia cumpriu a ameaça.

A PF cumpriu mandado de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (10) e acabou apreendendo a certidão de óbito do próprio método inquisitorial de Brasília.

Dentro da casa de Karina Gama, produtora do filme sobre Jair Bolsonaro, os agentes recolheram um documento de quatro páginas.

Não é uma anotação clandestina.

É uma declaração juramentada, redigida e datada antes da operação acontecer, que descreve com precisão de minutos e nomes o roteiro da coação política no Brasil.

A empresária deixou registrado: Disseram a ela que, se não aceitasse forjar uma delação premiada contra Flávio Bolsonaro, viraria alvo de uma operação policial cinematográfica por pura retaliação política.

Hoje, os camburões bateram à porta dela.

Não foi a polícia que desvendou um crime.

Foi o Estado que cumpriu, com atraso de semanas, a ameaça que ela havia registrado em cartório.

O documento detalha a anatomia dos três emissários do poder:

Primeiro contato: 22 de maio de 2026, às 9h07.

O empresário Fernando Sarney, filho do ex-presidente José Sarney, ofereceu apoio jurídico e afirmou possuir grande proximidade com o ministro Flávio Dino, colocando-se à disposição caso a produtora quisesse fazer uma delação premiada.

A empresária recusou por não ter o que delatar.

Segundo contato: 27 de agosto de 2026, às 11h22.

Um líder religioso com trânsito no governo federal e no Supremo Tribunal Federal procurou a empresária a pedido de interlocutores dessas autoridades.

O recado foi explícito: se ela fizesse a delação, nada aconteceria com ela e ela não seria alvo de nenhuma operação policial. Ela recusou novamente.

Terceiro contato:

Um jornalista da imprensa tradicional entrou em cena para pressionar, afirmando que ela estaria servindo de bucha de canhão para o candidato e que a recusa em colaborar resultaria em medidas judiciais imediatas.

O desfecho do documento redigido por Karina antes de sofrer a busca é devastador:

"Como não cometi nenhuma irregularidade e como não fiz nenhuma delação premiada, tenho receio de que alguma operação policial possa ser realizada contra a minha pessoa por retaliação política e não porque cometi algum ilícito."

Está tudo aí, em preto no branco.

A delação premiada em Brasília deixou de ser meio de obtenção de prova para se tornar instrumento de extorsão estatal.

Aperta-se o elo mais fraco da corrente, manda-se o recado pelo filho do oligarca, pelo pastor e pelo repórter amestrado.

Se o alvo se recusar a mentir contra o adversário político da vez, o aparato repressivo do Estado é acionado para fabricar a culpa na marreta.

E por que o desespero em caçar Flávio Bolsonaro a qualquer custo?

Basta olhar a pesquisa do PoderData divulgada hoje: Flávio lidera no segundo turno contra o presidente da República.

Quando o sistema percebe que as urnas estão escapando do controle, o tribunal e a polícia entram em campo como linha de montagem eleitoral.

O documento apreendido pela Polícia Federal nesta manhã não incrimina a produtora. Ele incrimina a República.

Carlos Viana acusa Gilmar de “blindagem” e pede que Mendonça vá até o fim

JCO 12/09/2026 às 06:12 O senador Carlos Viana que se notabilizou como presidente da CPMI do INSS fez um grave alerta em relação a postura a...