ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Esposa de Eduardo se posiciona sobre o marido e surpreende a todos

JCO

A esposa do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Heloisa Bolsonaro, respondeu ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que, durante uma troca de farpas entre ambos, disse que “Eduardo não está bem”.

Em um longo texto publicado em seu perfil no Instagram, Heloísa  concordou que Eduardo, de fato, “não está bem”.

“Eduardo Bolsonaro não está bem. Há um ano ele foi obrigado a tomar uma das decisões mais difíceis da sua vida: se afastar do seu país para continuar lutando por aquilo em que acredita”, diz o início do texto. Em seguida, Heloisa lamentou a dificuldade de comunicação com Jair Bolsonaro após a prisão. “E hoje, somente por cartas”, desabafou.

Em vários momentos do texto, ela repete a frase usada por Nikolas. 

“Eduardo sabia dos riscos. Sabia que quanto mais pressionasse o Supremo Tribunal Federal, mais sua própria família poderia sofrer. Mesmo assim, ele seguiu e segue firme. Mas, (em destaque na publicação) Eduardo Bolsonaro não está bem… porque continua trabalhando, todos os dias, de forma voluntária, pelo Brasil que acredita”, escreveu Heloisa.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Sindicato de professores é acionado por permitir ato de exaltação ao Hamas (veja o vídeo)

JCO

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) ajuizou ação de danos morais coletivos contra o Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), após a entidade ceder seu auditório para um evento organizado pelo Partido da Causa Operária (PCO), em 7 de outubro de 2025.

Segundo a ação, o ato teria apresentado “conteúdo antissemita e de exaltação” ao ataque do grupo Hamas, extrapolando os limites da liberdade de expressão. Durante o encontro, também foi defendido o rompimento das relações diplomáticas do Brasil com Israel.

A advogada Tamara Segal analisa o caso e destaca que o dano moral coletivo ocorre quando há violação injusta e intolerável de valores fundamentais da sociedade, indo além da esfera individual.

Nesse tipo de ação, a indenização não é destinada às vítimas específicas, mas revertida a fundos públicos, com o objetivo de punir o ofensor, prevenir novas condutas e reparar o bem social.

Segal ressalta, contudo, que no Brasil o apoio ao Hamas não é tipificado como crime. Para ela, deveria haver responsabilização penal individual dos participantes.

“Infelizmente, a luta dos judeus contra o antissemitismo ainda é solitária, mas precisa continuar”, afirma.

Vídeo de apoiadores do Hamas:

 

Fonte:

https://veja.abril.com.br/brasil/ministerio-publico-pede-r-120-mil-a-sindicato-de-professores-por-at...

https://causaoperaria.org.br/2024/ministerio-publico-defender-o-hamas-no-brasil-nao-e-crime/

Silas Anastácio

Fundador do Ministério Davar, desempenha papel estratégico nos bastidores da mídia evangélica. Colabora com instituições judaicas, trazendo mais de uma década de experiência no engajamento com temas relacionados a Israel e à comunidade judaica no Brasil.

Educadora e ex-secretária de educação morre atropelada dentro de condomínio de luxo

JCO

A educadora foi atropelada na sexta-feira (20) dentro do condomínio Ephygênio Salles, no bairro Adrianópolis, Zona Centro-Sul da capital amazonense. Angela Neves Bulbol de Lima morreu na noite de domingo (22) em Manaus. Angela Bulbol foi secretária de Administração e Gestão do Amazonas (Sead) entre 2017 e 2018.

O atropelamento aconteceu enquanto a professora fazia exercícios físicos nas vias internas do condomínio. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) transportou Angela Bulbol para uma unidade hospitalar. Ela ficou internada por dois dias.

A família divulgou nota oficial nas redes sociais confirmando a morte.

"A família Bulbol comunica, com profundo pesar, o falecimento da professora Angela Bulbol (…) Educadora dedicada e exemplo de compromisso com a formação de gerações, deixa um legado de amor. A família agradece as manifestações de carinho e solidariedade", afirma a publicação.

As autoridades não revelaram as circunstâncias específicas do atropelamento. A identidade da pessoa que conduzia o veículo não foi divulgada.

Angela Bulbol assumiu a direção da Sead durante a gestão do ex-governador Amazonino Mendes. A educadora também foi pró-reitora de Administração e Finanças (Proadm) na Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

A professora lançou em novembro de 2025 o livro "Autobiografia Criativa". A publicação apresenta recordações, pensamentos e composições musicais de sua trajetória pessoal e profissional.

O velório de Angela Bulbol aconteceu nesta segunda-feira (23) na Funerária Canaã, no Centro de Manaus. O enterro estava marcado para as 11h no Cemitério São João Batista.

A prefeitura de Manaus emitiu pronunciamento oficial sobre a morte da professora. A administração municipal manifestou solidariedade aos familiares, amigos e pessoas que tiveram contato com a educadora.

Polícia se manifesta sobre suposta “reviravolta” em caso de secretário que matou os filhos em Itumbiara

JCO

Começaram a repercutir nas redes sociais relatos sobre uma mudança na linha de investigação que poderia, inclusive, mudar a autoria do crime.

Nesta segunda-feira (23), a Polícia Civil de Goiás (PCGO) desmentiu peremptoriamente que haja novas linhas de investigação no caso que envolve a morte do secretário de Governo de Itumbiara, Thales Naves Alves Machado, e de seus dois filhos.

Em nota oficial, a corporação afirmou que o inquérito conduzido pelo Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Itumbiara “segue em andamento, mantendo o mesmo escopo adotado desde o início dos trabalhos, sem alterações na linha investigativa”.

Segundo a nota, novas informações só serão divulgadas após a conclusão das diligências e dos laudos periciais, respeitando o sigilo legal da investigação.

Depoimento de testemunhas que estiveram no apartamento onde ocorreu a tragédia deram detalhes da cena encontrada por moradores que correram ao imóvel após uma publicação feita por Thales em rede social, na qual ele dizia que pretendia tirar a vida dos filhos e, em seguida, a própria.

Segundo esses relatos, Thales foi encontrado deitado sobre a cama, com uma pistola Glock G25, calibre .380, sobre o peito. As duas crianças, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, e Benício Araújo Machado, de 8, estavam feridas ao lado do pai. Ambas apresentavam marcas de disparos na região da cabeça.

Moradores iniciaram o socorro imediato e levaram os meninos ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho. Miguel não resistiu. Benício foi transferido em estado grave para o Hospital Estadual São Marcos e faleceu. Thales teve a morte constatada ainda no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Testemunhas também relataram forte cheiro de gasolina no interior do imóvel. Dois galões vazios foram encontrados no apartamento, indicando que o combustível teria sido espalhado no ambiente. A perícia recolheu a arma e realizou os levantamentos técnicos.

Em publicação feita pouco antes do crime, Thales mencionou dificuldades no casamento, pediu desculpas à família e afirmou ter chegado ao que chamou de “limite do improvável”. Na noite anterior, ele havia publicado mensagem declarando amor aos filhos.

O prefeito de Itumbiara, Dione Araújo, avô das crianças, também se manifestou publicamente após a morte dos netos.

SÉTIMO DIA - SENHOR ESPEDITO CARVALHO DE OLIVEIRA.

Amanhã será o Sétimo Dia de saudade do querido Senhor Expedito de Carvalho Oliveira. Atendendo ao seu desejo manifestado em vida, todos os familiares estarão reunidos em uma visita ao seu túmulo, em um momento de oração, fé e homenagem à sua memória.

Será um encontro de amor, respeito e lembranças de tudo o que ele representou para a família e para todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

Que Deus, em sua infinita misericórdia, o receba de braços abertos e lhe conceda o descanso eterno.

Vá em paz, Senhor Expedito.

Saudades eternas. Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos.

Finalmente a OAB se posiciona e pede o fim do malfadado Inquérito das Fake News

JCO

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil encaminhou ofício ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, solicitando o encerramento do Inquérito 4.781, o malfadado Inquérito das Fake News.

O texto foi elaborado em conjunto pela Diretoria Nacional da OAB e pelos Presidentes dos Conselhos Seccionais. A entidade manifesta "extrema preocupação institucional com a permanência e conformação jurídica de investigações de longa duração, em especial do Inquérito n.º 4.781". O procedimento está próximo de completar sete anos de tramitação.

Para a entidade, um inquérito deve ter moldura material minimamente definida. Não deve ser procedimento aberto à absorção sucessiva de condutas distintas conforme novas conexões sejam afirmadas ao longo do tempo. A elasticidade excessiva do objeto investigativo compromete a previsibilidade. Fragiliza a segurança jurídica. Projeta para a sociedade a percepção de um campo investigativo sem contornos suficientemente estáveis.

A preocupação se acentua diante de relatos recentes sobre a inclusão, no âmbito do mesmo procedimento, de pessoas e fatos que podem não se apresentar de forma imediatamente aderente ao núcleo originário. O ponto, para a Ordem, não é desconsiderar a gravidade de eventuais ilícitos supervenientes. A exigência é que cada apuração observe base normativa adequada. Deve haver objeto definido. É necessária correspondência estrita entre o fato investigado e o instrumento processual utilizado.

A integridade institucional da investigação depende da clareza de seus limites. A defesa da democracia não se esgota na repressão a ataques institucionais. Completa-se com a observância estrita do devido processo legal, da ampla defesa, do contraditório e da liberdade de expressão. Tais garantias não representam obstáculos à atuação estatal legítima. São condições de sua validade e de sua aceitação pública.

Quando a persecução se prolonga indefinidamente ou se torna excessivamente abrangente em sua formulação, surgem efeitos que transcendem os investigados formais. Os reflexos atingem o ambiente institucional como um todo. Estendem-se sobre autoridades, agentes públicos, profissionais da imprensa e cidadãos. O ofício afirma que "a persistência desse quadro alimenta um tom intimidatório incompatível com o espírito democrático, republicano e institucional consagrado pela Constituição de 1988".

Servidora da Receita alvo de Moraes "contra-ataca"

JCO

A defesa de Ruth Machado dos Santos, servidora investigada por suposto acesso a dados da advogada Viviane Barci — esposa do ministro Alexandre de Moraes —, ainda aguarda análise de habeas corpus apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Paralelamente, os advogados solicitaram acesso ao sistema da Receita Federal para obter o que classificam como “prova decisiva” no processo.

Conforme apurado, os requerimentos protocolados pela defesa permanecem com status de “protocolado”, isto é, ainda não foram apreciados pela Corte. No dia 17, os representantes legais pediram habilitação nos autos e acesso integral ao processo. Já no dia 20, apresentaram nova petição pleiteando a revogação das medidas cautelares impostas à servidora, além de autorização para acessar o e-mail institucional de Ruth na Receita.

De maneira subsidiária, caso o acesso direto à conta não seja permitido, a defesa requereu o espelhamento do e-mail funcional. Segundo os advogados, nesse endereço eletrônico estariam elementos considerados “decisivos”, inclusive uma mensagem que, de acordo com Ruth, teria sido encaminhada à Receita antes da deflagração da operação da Polícia Federal.

A servidora sustenta que respondeu formalmente aos questionamentos internos relacionados ao suposto acesso aos dados da esposa de Moraes. Ela afirma ter apresentado documentação que comprovaria que, na data e horário apontados pela auditoria, realizava atendimento presencial a um contribuinte na unidade da Receita onde atua, no município do Guarujá (SP). Ruth também nega ter consultado informações cadastrais da advogada ou compartilhado login e senha com terceiros.

Apesar das explicações apresentadas administrativamente, a servidora foi alvo de mandado de busca e apreensão na terça-feira de Carnaval. Na ocasião, objetos pessoais foram recolhidos, ela foi afastada das funções, teve o acesso aos sistemas do Fisco bloqueado e passou a utilizar tornozeleira eletrônica por determinação judicial.

O episódio integra investigação que apura eventual acesso indevido e vazamento de dados sigilosos de ministros do STF e de seus familiares, no contexto do Inquérito nº 4.781, conhecido como inquérito das fake news. Além de Ruth, outros três servidores também são investigados no mesmo procedimento.

Em paralelo, o Conselho Federal da OAB e o Colégio de Presidentes das Seccionais encaminharam ofício ao Supremo solicitando a conclusão de investigações de longa duração, com destaque para o próprio Inquérito nº 4.781. No documento remetido ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, a entidade manifesta preocupação com a manutenção de procedimentos que considera de escopo ampliado e duração indefinida. A Ordem defende que a preservação da democracia deve estar acompanhada da observância rigorosa do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório.

AMISTOSO INTERESTADUAL DE FUTEBOL

  A emoção vai tomar conta do gramado! No próximo dia 08 de março , às 8 horas da manhã , acontece um grande amistoso interestadual entre a ...