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sexta-feira, 6 de março de 2026

Com Vorcaro preso, CPMI já tem um novo "alvo"

JCO

Diante da possibilidade cada vez menor de ouvir o banqueiro Daniel Vorcaro, parlamentares que integram a CPMI do INSS passaram a considerar a convocação da influenciadora Martha Graeff, ex-namorada do empresário.

Graeff manteve relacionamento com Vorcaro nos últimos anos, período em que o Banco Master enfrentou dificuldades de liquidez. A situação levou o grupo a tentar negociar ativos considerados problemáticos com o BRB, o Banco Regional de Brasília.

O nome da influenciadora aparece em uma extensa série de mensagens trocadas com Vorcaro que foram encaminhadas pela Polícia Federal à comissão parlamentar de inquérito. Nos diálogos, o banqueiro menciona encontros e conversas com diversas figuras públicas, incluindo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Até o momento, ao menos um requerimento para convocar Martha Graeff já foi apresentado pelo deputado Kim Kataguiri (União-SP). Caso a proposta seja submetida à votação na comissão, a expectativa entre parlamentares é de que não haja grande resistência à convocação.

“A convocação da Sra. Martha Graeff revela-se necessária, adequada e proporcional. Como testemunha direta de comunicações e encontros que misturam interesses privados de uma instituição financeira sob investigação com a esfera pública, o seu depoimento é peça-chave para desvendar a extensão da rede de influência montada em torno do grupo econômico em questão”, afirmou o parlamentar no pedido.

Mesmo que o requerimento seja aprovado pela CPMI, existe a possibilidade de que a influenciadora recorra ao Supremo Tribunal Federal para não comparecer. Em decisões recentes, a Corte tem concedido medidas que desobrigam pessoas convocadas por comissões parlamentares de inquérito a prestar depoimento presencial.

Diretórios do MDB assinam manifesto contra Lula e derrubam articulação de Renan

JCO

17 dos 27 diretórios estaduais do MDB assinaram manifesto contra a aliança com Lula e o PT nas eleições de 2026 — documento entregue ao presidente nacional Baleia Rossi pelo deputado Alceu Moreira, que liderou o movimento.

A declaração de Daniel Vilela, vice-governador de Goiás, foi direta:

"É absolutamente zero a chance de o MDB se coligar com o PT em nível nacional".

O documento afirma que o partido "não aceitará, sob nenhuma hipótese, estar associado a um governo que desonra a história do MDB".

Entre os signatários estão os prefeitos Ricardo Nunes, de São Paulo, Sebastião Melo, de Porto Alegre.

O movimento derruba na prática a articulação de Renan Calheiros e Helder Barbalho, que defendiam o MDB indicando o vice de Lula.

Na prática: Sul, Sudeste e Centro-Oeste livres para apoiar a direita — enquanto o Nordeste tenta segurar Lula. Em 2022, o MDB foi peça fundamental na eleição de Lula. Em 2026, a maioria do partido diz que não repete. Sem o MDB, o caminho de Lula à reeleição fica matematicamente muito mais difícil

Enfim, Daniel Vorcaro se manifesta

JCO

Através de seus advogados, o banqueiro Daniel Vorcaro se manifestou.

Nesta sexta-feira (6/3), os defensores solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de uma investigação para apurar possíveis vazamentos de informações sigilosas extraídas dos celulares apreendidos pela Polícia Federal no curso das investigações.

Segundo a defesa, diversas mensagens que teriam sido retiradas dos aparelhos do empresário passaram a circular na imprensa antes mesmo de os advogados terem acesso ao material completo. O pedido apresentado ao STF busca esclarecer a origem dessas divulgações e identificar eventuais responsáveis pela quebra de sigilo.

Entre os conteúdos mencionados em reportagens recentes estaria uma suposta conversa por WhatsApp entre Vorcaro e o ministro do STF Alexandre de Moraes. O diálogo teria ocorrido poucas horas antes da prisão do banqueiro, registrada em 17 de novembro de 2025.

De acordo com informações publicadas pela colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo, os trechos da conversa foram localizados pela Polícia Federal no celular apreendido de Vorcaro. As mensagens estariam registradas no bloco de notas do aparelho e teriam sido enviadas originalmente pelo WhatsApp utilizando o recurso de visualização única.

A defesa afirma que o espelhamento completo dos dados contidos nos celulares só foi disponibilizado aos advogados em 3 de março de 2026. Conforme a nota divulgada, o HD com o conteúdo foi imediatamente lacrado após a entrega, com o objetivo de preservar o sigilo das informações.

Apesar disso, os advogados sustentam que diversas mensagens supostamente extraídas dos dispositivos começaram a ser divulgadas por veículos de comunicação antes mesmo que a defesa tivesse acesso ao material.

“Conversas íntimas, pessoais e que expõem terceiros não envolvidos com os fatos, além de supostos diálogos com autoridades e até o ministro do STF, Alexandre de Moraes, talvez editadas e tiradas de contexto, têm sido divulgadas para os mais diversos órgãos de comunicação”, informa a nota divulgada pelos defensores.

No pedido encaminhado ao Supremo, os advogados também solicitam que a autoridade policial apresente a relação completa de todas as pessoas que tiveram acesso ao conteúdo apreendido durante a investigação.

“A defesa ressalta que o objetivo do pedido não é investigar jornalistas ou terceiros que eventualmente tenham recebido informações, mas apurar quem, tendo o dever legal de custodiar o material sigiloso, pode ter violado esse dever”, ressalta.

Você está acompanhando o Caso Master? Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Um relatório da Policia Federal entregue ao ministro André Mendonça - novo relator do Caso Master, revela que Daniel Vorcaro organizava festas sexuais para políticos e empresários poderosos. Quer saber detalhes, nomes e relatos dessas bizarrices? Tudo isso está no "documento" recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF.

Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O "sistema", certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo:

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Veja a capa: 

da Redação

Bolsonaro age e pede suspeição de vice-presidente do STM

JCO

Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolaram nesta quinta-feira (5/3) um pedido para que o vice-presidente do Superior Tribunal Militar (STM), o Brigadeiro do Ar Francisco Joseli Parente Camelo, se declare suspeito no julgamento que pode resultar na declaração de indignidade para o oficialato e na perda da patente do capitão reformado.

A defesa sustenta que há indícios de parcialidade por parte do magistrado para julgar o processo principal. Caso o próprio ministro não reconheça a suspeição, os advogados solicitam que o plenário do STM analise o pedido e determine o afastamento dele do caso.

No documento, também foi solicitado que o processo relacionado à eventual perda de patente seja suspenso até que haja uma decisão definitiva sobre a suspeição do vice-presidente da Corte militar.

“O caso dos autos se amolda perfeitamente a esse standard de valoração, pois o julgador que, um mês depois dos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, antecipa a certeza da imposição da punição (“será punido”, no modo imperativo), considerando apenas a premissa de uma condenação penal (abdicando, portanto, do juízo valorativo imposto aos Tribunais Militares), apresenta significativo risco ou natural suspeita de parcialidade, por haver formado um pré-juízo a respeito da cogitada indignidade ou incompatibilidade para o oficialato”, escreveu a defesa.

Bolsonaro é representado no STM pelos advogados Paulo da Cunha Bueno, Daniel Tesser, Paulo Henrique Fuller, João Henrique Nascimento de Freitas e Gabriel Domingues.

O principal argumento apresentado pelos defensores é que o vice-presidente do STM teria manifestado previamente entendimento sobre situações semelhantes antes mesmo da condenação do ex-presidente. Em setembro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes contra a democracia e também declarou sua inelegibilidade.

Segundo os advogados, declarações públicas feitas pelo brigadeiro poderiam indicar um posicionamento antecipado sobre eventual julgamento na Justiça Militar.

“Em entrevistas concedidas a jornalistas e pronunciamentos públicos, o Excepto [Camelo] claramente antecipa o seu julgamento em caso de futura representação para declaração de indignidade para o oficialato: impor punição a qualquer oficial que viesse a ser condenado por crime relacionado aos fatos então sob mera investigação (“se tiver realmente cometido crimes, se chegar a nós, será punido”), prosseguiu a defesa.

A argumentação apresentada também menciona dispositivos da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), que proíbem magistrados de se manifestarem publicamente sobre processos pendentes de julgamento. A norma estabelece que juízes, desembargadores e ministros não devem expressar opinião, por qualquer meio de comunicação, sobre casos em andamento ou emitir juízo depreciativo sobre decisões judiciais, salvo nos autos do processo, em obras técnicas ou no exercício da atividade acadêmica.

URGENTE: Segurança de Mendonça deve ser ampliada para incluir escolta à família

JCO

A possibilidade de reforçar a proteção ao ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, está sendo analisada pela Polícia Judicial da Corte. A proposta em estudo prevê ampliar o atual esquema de segurança para contemplar também a esposa e os filhos do magistrado, que atualmente conta com escolta apenas para seus próprios deslocamentos.

Hoje, assim como ocorre com os demais integrantes do STF, agentes acompanham os trajetos oficiais e compromissos públicos do ministro. A mudança em avaliação pretende ir além desse modelo tradicional, permitindo que a escolta também esteja presente nas movimentações dos familiares, garantindo um nível mais abrangente de proteção.

Segundo informações de bastidores, integrantes da Polícia Judicial consultaram o gabinete de Mendonça para verificar a necessidade e a viabilidade prática da medida. Assessores indicam que o ministro tende a concordar com a ampliação do esquema de segurança, caso a estrutura operacional permita a implementação.

Nos últimos meses, o próprio magistrado passou a adotar cuidados extras com sua segurança pessoal. Em determinadas aparições públicas, por exemplo durante pregações realizadas na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, Mendonça chegou a utilizar colete à prova de balas como medida preventiva.

A preocupação com a segurança também está relacionada a investigações conduzidas sob sua relatoria no Supremo. Entre elas estão apurações consideradas sensíveis, como o caso envolvendo o Banco Master e o esquema de fraudes com descontos ilegais em benefícios do INSS.

Em um dos inquéritos, que resultou na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, o ministro descreveu a atuação de uma “organização criminosa” que funcionaria como uma espécie de milícia privada. Conforme as investigações, o grupo, identificado como “A Turma”, teria realizado monitoramento ilegal de indivíduos e promovido ameaças contra autoridades, jornalistas e adversários.

Relatórios da Polícia Federal também indicaram a existência de ordens para intimidar críticos e até promover agressões físicas. Diante desse cenário e do perfil do grupo investigado, a Polícia Judicial passou a considerar prioritário avaliar o reforço na segurança não apenas do relator, mas também de seus familiares.

JCO

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, comentou em conversa informal com pessoas próximas nesta semana sobre a atuação política do senador Flávio Bolsonaro (PL) no início da pré-campanha à Presidência da República.

De acordo com interlocutores que acompanharam o diálogo, Moraes classificou como “moderado” o comportamento adotado por Flávio desde que passou a ser apontado como possível candidato ao Palácio do Planalto. A avaliação, segundo relatos, destaca um contraste com o estilo político que marcou a trajetória de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante a mesma conversa, o ministro também não demonstrou preocupação em relação às investigações relacionadas ao chamado Caso Master. As apurações mencionaram um contrato firmado entre a instituição financeira e Viviane Barci, esposa de Moraes.

Nos bastidores, também se observa que Flávio Bolsonaro tem evitado direcionar críticas diretas ao escândalo envolvendo o banco ligado ao empresário Daniel Vorcaro, tema que vem ganhando destaque no noticiário político e judicial.

A postura do senador ficou evidente durante o protesto organizado por grupos da direita na Avenida Paulista, realizado no domingo (1º/3). Na ocasião, Flávio defendeu o “impeachment de qualquer ministro do Supremo que descumpra a lei”, mas optou por não mencionar diretamente o nome de Alexandre de Moraes.

O tom adotado foi considerado mais moderado quando comparado ao discurso de outras lideranças conservadoras presentes no ato. Alguns parlamentares utilizaram críticas mais duras ao magistrado.

Entre eles, o deputado federal Nikolas Ferreira chamou Moraes de “panaca” e afirmou que o “destino final” do ministro seria a “cadeia”.

André Mendonça toma nova decisão envolvendo o caso Master

JCO

O gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu designar um juiz auxiliar para acompanhar de forma exclusiva os processos ligados ao caso do Banco Master na Corte. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo e indica que o magistrado já integrava a equipe do ministro, tendo sido apenas remanejado internamente para se dedicar ao tema.

A reorganização ocorreu após Mendonça assumir a relatoria das ações relacionadas à instituição financeira. De acordo com interlocutores do gabinete, a medida faz parte de um rearranjo interno das atividades e não implica, necessariamente, a ampliação da equipe com novos integrantes.

As investigações conduzidas pela Polícia Federal (PF) apuram um suposto esquema bilionário de fraudes no sistema financeiro envolvendo o Banco Master. Entre os crimes investigados estão gestão fraudulenta de instituição financeira, corrupção, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.

A redistribuição de tarefas no gabinete ocorre em um contexto mais amplo de ajustes administrativos dentro do Supremo. Recentemente, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, autorizou que alguns ministros reforcem suas equipes diante do aumento do volume de processos em tramitação na Corte.

Segundo integrantes do tribunal, a designação de um magistrado dedicado ao caso busca ampliar a capacidade de análise das diversas petições e discussões processuais relacionadas às investigações.

Na quarta-feira (4), o ministro André Mendonça também autorizou a terceira fase da Operação Compliance Zero. A nova etapa da ação resultou na prisão novamente do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e de outros investigados apontados no inquérito.

PGR é acionada por prisão preventiva para Moraes

JCO 06/03/2026 às 20:51 A Procuradoria-Geral da República acaba de ser acionada para que efetue  análise de possibilidade de prisão preventi...