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quarta-feira, 15 de abril de 2026

Moraes se prepara para audiência com Eduardo Bolsonaro, mas rapidamente percebe como as coisas funcionam

JCO

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro não compareceu ao interrogatório marcado no Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta terça-feira (14/4). 

A audiência, conduzida pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, teve duração de pouco mais de dois minutos.

Além da ausência do ex-parlamentar, a Defensoria Pública da União (DPU), responsável por sua defesa no caso, também não esteve presente no ato processual.

Um claro recado de que as coisas não funcionam como Moraes quer...

Eduardo Bolsonaro absurdamente figura como réu sob acusação de obstrução de Justiça e coação no curso do processo. A denúncia foi aceita em novembro do ano passado pela Primeira Turma do STF, após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou indícios para abertura de ação penal.

As investigações indicam que o ex-deputado teria atuado para pressionar o Supremo durante o andamento de processos judiciais. O caso está relacionado à ação penal que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros aliados por uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Surge a primeira manifestação de autoridade americana sobre ação de Moraes contra Flávio

JCO

Jason Miller, conselheiro e braço-direito de Donald Trump, acaba de se manifestar após Alexandre de Moraes abrir um absurdo inquérito contra Flávio Bolsonaro.

No X, Jason detonou:

"Alexandre de Moraes é um homem de confiança corrupto tentando manipular a eleição presidencial brasileira para Lula.
Isso é político. Isso é uma instrumentalização do sistema legal. Isso é corrupção.
Nenhum disso estaria acontecendo se Flávio Bolsonaro não estivesse VENCENDO!"

A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro, seus filhos e aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer! Querem tirar a vida dele, esconder o que aconteceu em 2022, as decisões judiciais controversas, disputas ideológica e perseguição covarde contra Bolsonaro... Porém, para o "terror" do "sistema", a verdade não vai morrer. Tudo isso foi documentado no COMBO com cinco livros que está sendo vendido por apenas R$ 29,90, para alcançar todo o país. Caso queira conhecer os livros e não perder essa oportunidade, clique no link abaixo:

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Aproveite enquanto esses livros ainda estão disponíveis... Nunca se sabe do que a censura é capaz!

da Redação

JCO Entrevista: Cristina Graeml conta tudo e não foge das polêmicas (veja o vídeo)

JCO

O JCO Entrevista recebe uma convidada especial, a jornalista Cristina Graeml, pré-candidata ao Senado Federal pelo Paraná. Com a apresentação do experiente jornalista Diogo Forjaz, a conversa vai direto ao ponto sobre a grave crise que o Brasil atravessa no Governo Lula 3. O povo brasileiro está cada vez mais endividado, enquanto a corrupção avança sem  pudor.  

No programa, Cristina Graeml analisa ainda o cenário das eleições de 2026. Não ficam de fora o escândalo do Banco Master e as CPIs que foram sistematicamente derrubadas por interesses obscuros. É uma entrevista sem filtro, com coragem e verdade, sobre as soluções para salvar o Brasil. Assista, compartilhe, apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! 

O Peso da Ingratidão e a Força das Ruas

A recente sentença exarada pela 003ª Zona Eleitoral de Parnaíba apresenta um cenário de profundo paradoxo jurídico e político. Enquanto reconhece a legitimidade da vitória nas urnas de Francisco Emanuel, a decisão impõe à Deputada Gracinha Mão Santa uma sanção pecuniária em seu grau máximo, ignorando o contexto de dedicação integral à transformação de Parnaíba.
1. A Contradição do "Vencedor Solitário"

A defesa dos fatos demonstra uma contradição insuperável na tese do atual prefeito. A própria sentença fundamenta que houve uma "estratégia de fusão de imagens" e que, para o eleitorado, a Deputada e o candidato eram vistos como "uma pessoa só" durante a campanha.
• A Realidade dos Fatos: Se o candidato, antes desconhecido, logrou êxito com votação expressiva, foi justamente pelo lastro político e pelas obras coordenadas pela Deputada e pelo Prefeito Mão Santa.
• O Paradoxo: É juridicamente incoerente e politicamente ingrato que o gestor eleito reivindique uma "vitória solitária" enquanto a Justiça Eleitoral fundamenta a sua absolvição justamente na premissa de que ele foi o beneficiário reflexo da onipresença política de Gracinha.
2. A Desproporcionalidade da Sanção.

A condenação ao pagamento de R$ 106.410,00 — o teto máximo permitido por lei — surge como uma punição excessiva para uma parlamentar cuja "falha" foi dar publicidade ao trabalho que realizou pela cidade.
• O "Pecar pelo Excesso de Zelo": As condutas descritas, como a presença em inaugurações e eventos religiosos, são atos de uma política que não se distancia das bases e que destinou emendas fundamentais para o município.
• Ausência de Gravidade: O próprio magistrado reconheceu que não houve gravidade suficiente para cassar o mandato ou gerar inelegibilidade, admitindo que as forças de oposição utilizaram artifícios semelhantes (como o Festival de Verão do Estado). Punir Gracinha com a multa máxima, neste contexto, fere o princípio da razoabilidade.
3. O Veredito Popular vs. O Veredito Judicial

Embora o Judiciário tenha focado na técnica da "impessoalidade", o sentimento popular caminha em direção oposta.
As ruas de Parnaíba confirmam

Jornalista internacional revela o que está por trás da decisão de Moraes contra Flávio

JCO

Glenn Greenwald, jornalista americano soltou o verbo e revelou o que pode estar por trás da decisão de Alexandre de Moraes de abrir um inquérito contra Flávio Bolsonaro justamente neste momento:

"Enquetes no Brasil agora mostram Flavio Bolsonaro empatado com, se não à frente do, atual presidente Lula da Silva para a corrida presidencial de outubro.
Como resultado, o juiz tirânico do Brasil, Alexandre de Moraes, acabou de abrir uma investigação criminal sobre um tuíte que Flavio postou sobre Lula.
Não acredito que Moraes deixará Flavio concorrer se ele puder vencer.
A Direita brasileira vinha contando com Trump para proteger a integridade da eleição, mas Trump não ajudará (nem é realmente o papel dos EUA). Sabendo disso, e mesmo no meio de um enorme escândalo em que a esposa de Moraes foi pega recebendo dezenas de milhões de um banco corrupto agora falido, Moraes controlará a eleição de 2026 para garantir que Lula vença."

Em poucos instantes, o Brasil saberá quem quer proteger Moraes, Toffoli, Gilmar e Gonet

JCO

Eduardo Girão, senador, publicou no X:

"Hoje, às 14 horas, será a última reunião da CPI do CRIME, que foi mais uma exitosa a ser enterrada de forma prematura e forçada pela omissão do presidente do Senado Federal.
Davi Alcolumbre que presta mais um desserviço ao País expondo a covarde subserviência da Casa Revisora da República! Tentamos prorrogar essa CPI que, aos trancos e barrancos - no limite de nossas forças - investigou e está pedindo o indiciamento e impeachment dos poderosos de plantão e suas atividades suspeitas, como no caso do Banco Master.
Aliás, este é o desejo da ampla população brasileira já que tal assunto transcende política, é questão de ética. Eu havia assinado, junto com outros 27 senadores, um pedido para que os trabalhos da comissão pudessem ser prorrogados por, pelo menos, 60 dias.
O Brasil quer respostas e ações efetivas contra essa impunidade suprema! Fiquemos atentos aos movimentos do Governo Lula que pode tentar blindar hoje os “supremos”… Não desistiremos!
Que a Verdade, a Justiça e o bom senso prevaleçam em nossa Nação! Jesus no comando."

Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: 

Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo:

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Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!

da Redação

Galípolo sofre intensa pressão petista em 3 frentes

JCO

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, é alvo de forte pressão do PT em três frentes. A informação foi confirmada pela coluna de Lauro Jardim, publicada no jornal O Globo. As cobranças envolvem a condução da política monetária, o papel do BC na campanha eleitoral e o depoimento de Galípolo na CPI do Crime Organizado.

A primeira frente diz respeito à taxa básica de juros. Pessoas do entorno presidencial reconhecem que reduzir a Selic tornou-se inviável diante do conflito no Oriente Médio e do preço do petróleo a US$ 116. Galípolo é responsabilizado por não ter aproveitado uma suposta "janela" de oportunidade antes da guerra. A inflação já estava acima da meta estabelecida antes do início do conflito. A situação fiscal do país não justificava cortes na taxa de juros.

A segunda frente envolve a campanha eleitoral. Um petista próximo de Lula teria afirmado sobre Galípolo que "ele não ajuda nada a campanha". A declaração evidencia a expectativa governamental de que o Banco Central atue em favor da reeleição presidencial. Galípolo foi indicado por Lula para a presidência da instituição. Ele tem se recusado a atender essa demanda política.

A terceira frente de pressão relaciona-se ao depoimento de Galípolo na CPI do Crime Organizado. Durante sua participação, o presidente do BC declarou que "não há nenhum processo de auditoria ou sindicância" que incrimine o ex-presidente da instituição, Roberto Campos Neto. A afirmação contrariou o roteiro previamente combinado em março entre Lula e ministros.

O roteiro havia sido acordado em reunião com a participação de Rui Costa, Sidônio Palmeira, Fernando Haddad e o próprio Galípolo. O objetivo era responsabilizar Campos Neto pelo endividamento do Master e pela crise no sistema financeiro. Galípolo optou por não seguir o combinado durante seu depoimento ao vivo.

As reclamações sobre a postura do presidente do BC chegam diretamente a ele. Lula esperava que Galípolo atuasse como executor de uma agenda política ao indicá-lo para o cargo. O presidente do Banco Central tem demonstrado compromisso com a independência institucional da autarquia.

Flávio Bolsonaro será eleito no 1º turno — e eu explico por quê

JCO 16/04/2026 às 17:23 O avanço da candidatura de Flávio Bolsonaro nas intenções de voto é cadenciado, porém inexorável. Desde que foi anun...