ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 21 de abril de 2026

Surgem novas informações sobre a expulsão de delegado brasileiro dos EUA

JCO

O governo dos Estados Unidos decidiu, nesta segunda-feira (20), pela expulsão do delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho, que atuava no país em cooperação com autoridades locais. A medida foi comunicada pelo Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental, que apontou supostas irregularidades relacionadas ao uso de mecanismos migratórios.

Segundo a justificativa apresentada pelas autoridades norte-americanas, houve tentativa de contornar procedimentos formais de extradição. Em nota, o órgão afirmou:

"Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro em questão deixe o país por tentar fazer isso", diz o texto.

O episódio ocorre após a detenção do ex-deputado Alexandre Ramagem, registrada em Orlando no dia 13 de abril, sob alegações relacionadas a questões migratórias. Dois dias depois, ele foi liberado e chegou a agradecer publicamente à gestão de Donald Trump pela decisão administrativa que resultou em sua soltura.

Marcelo Ivo de Carvalho estava baseado em Miami desde março de 2023, colaborando com o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE), com previsão de permanência até agosto. As autoridades dos EUA alegam que sua atuação teria extrapolado funções institucionais, sendo interpretada como tentativa de conduzir ações de caráter político em território estrangeiro.

De acordo com informações das investigações conduzidas pela Polícia Federal, Ramagem é considerado foragido após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que fixou pena de 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ainda conforme os dados apurados, ele teria deixado o Brasil de forma irregular em 2025, atravessando a fronteira com a Guiana antes de chegar aos Estados Unidos.

No campo diplomático, o Itamaraty optou por não comentar o caso até o momento. Já a Polícia Federal informou que aguarda comunicação oficial do governo norte-americano para se posicionar de maneira mais detalhada. Enquanto isso, Ramagem permanece em liberdade nos EUA, onde aguarda a análise de um pedido de asilo.

URGENTE: Dossiê Moraes é lançado e revela 156 razões para impeachment do ministro

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O corajoso vereador de Curitiba Rodrigo Marcial (Novo) lançou uma obra que reúne fortes críticas e análises sobre decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. 

Intitulado “Dossiê Moraes – O que os autos não mostram e o sistema tentou apagar”, o livro traz documentos irretocáveis.

A obra conta com prefácio do ex-procurador da República Deltan Dallagnol e posfácio do deputado federal Marcel van Hattem. 

De acordo com o autor, o material reúne 156 episódios que ele classifica como possíveis crimes de responsabilidade atribuídos ao magistrado.

Um dos pontos mais importantes destacados por Marcial é a decisão de transformar o conteúdo em livro físico. Segundo ele, a iniciativa busca garantir maior resistência a eventuais restrições digitais.

Caso queira ter essa corajosa obra na palma da sua mão antes que censura chegue, basta clicar no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/dossie-moraes-o-que-os-autos-nao-mostram-e-o-sistema...

Vale a pena o investimento! Veja a capa: 

Embaixada dos EUA dá "tapa na cara" do Governo Lula

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A Embaixada dos EUA no Brasil lançou um comunicado que é um "tapa na cara" do Governo Lula:

"Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. 
Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso."

A nota faz referência à expulsão do delegado Marcelo Ivo de Carvalho, envolvido na absurda detenção do ex-deputado Alexandre Ramagem nos EUA.

O jornalista Paulo Figueiredo não perdoou:

"Tchau, querido."

PGR se insurge contra Flávio Dino

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou, nesta segunda-feira (30/3), recurso contra a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afastou a aposentadoria compulsória como sanção máxima aplicada a magistrados.

Com a interposição do agravo regimental, assinado pela subprocuradora-geral Elizeta Ramos de Paiva, o tema deverá ser analisado pelo plenário da Corte. No documento, a PGR sustenta que a decisão do ministro carece de maior detalhamento, o que dificultaria sua aplicação prática pelos tribunais em todo o país.

Na avaliação do órgão, a forma como o entendimento foi apresentado não elimina completamente a possibilidade de utilização da aposentadoria compulsória como penalidade disciplinar, gerando dúvidas interpretativas no âmbito do Judiciário.

A controvérsia teve início após decisão proferida em 16 de março, quando Flávio Dino invalidou uma medida do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que havia imposto aposentadoria compulsória ao juiz Marcelo Borges Barbosa, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

Na ocasião, o ministro determinou que, em casos de infrações graves, a sanção adequada deve ser a perda do cargo, acompanhada da cessação da remuneração. Dino fundamentou seu entendimento ao argumentar que a aposentadoria compulsória deixou de ter respaldo constitucional após as mudanças introduzidas pela Reforma da Previdência de 2019.

Com o avanço do recurso apresentado pela PGR, o ministro estabeleceu prazo de 15 dias para que as partes envolvidas no processo se manifestem, etapa que antecede a análise definitiva pelo plenário do STF.

Moraes marca o interrogatório de Eduardo Bolsonaro no STF

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), definiu para o dia 14 de abril, às 14h, a realização do interrogatório do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), que figura como réu sob acusação de coação no curso do processo. A oitiva ocorrerá por videoconferência, independentemente da presença do investigado.

Na mesma decisão, o magistrado determinou a intimação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Defensoria Pública da União (DPU), que deverão acompanhar a audiência, assegurando a regularidade do procedimento.

O avanço da ação penal foi autorizado após Moraes afastar a hipótese de absolvição sumária, permitindo a continuidade da fase de instrução do processo. Conforme consta no despacho, embora Eduardo Bolsonaro tenha sido citado por edital, não houve apresentação de defesa prévia, o que levou ao acionamento da DPU para garantir assistência jurídica.

A denúncia foi aceita em novembro do ano passado pela Primeira Turma do STF, com votos favoráveis dos ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a acusação sustenta que Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo teriam articulado uma série de ações com o objetivo de interferir em processos judiciais, buscando favorecer o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Eduardo manda recado a Moraes sobre delegado expulso dos EUA: “Trate bem os seus jagunços” (veja o vídeo)

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O ex-deputado Eduardo Bolsonaro se posicionou logo após a expulsão do delegado Marcelo Ivo de Carvalho dos Estados Unidos, a quem chamou de “jagunço” do ministro Alexandre de Moraes.

“Moraes, está chegando um delegado federal aí no Brasil que vai te pedir emprego – é outro, além do Fábio Shor. Trate bem os seus jagunços, pois aqui na terra da liberdade eles andaram fazendo umas cagadas para te bajular”

Veja o vídeo:

Turistas brasileiros vivem momentos de terror no México sob a mira de atirador

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Um homem armado atacou turistas no sítio arqueológico de Teotihuacán, no centro do México, na segunda-feira (20). Uma turista canadense morreu. O atirador manteve cerca de 20 pessoas como reféns antes de se suicidar. Entre os reféns estavam os brasileiros Henrique Reis e Marina Beta, casal do Rio de Janeiro que fazia o último passeio das férias.

Cristóbal Castañeda, secretário de Segurança do Estado do México, informou que quatro pessoas foram atingidas por disparos. Dois colombianos, uma mulher russa e outra canadense sofreram ferimentos. Outras duas pessoas se machucaram em quedas durante o incidente. Teotihuacán fica a 50 quilômetros da Cidade do México. O local recebe passeios diários de turistas nacionais e estrangeiros.

Henrique e Marina fotografavam em um ponto intermediário da Pirâmide da Lua quando escutaram os primeiros disparos. O carioca relatou que inicialmente não se alarmaram com o som. A região possui acústica especial. "É comum que haja barulhos o tempo todo", especialmente de guias e turistas experimentando essa característica do local.

Os visitantes começaram a correr. O casal tentou fazer o mesmo. Estavam mais afastados da escada, que possui inclinação acentuada. Não conseguiram descer antes de serem ameaçados pelo atirador. Cerca de 20 pessoas ficaram retidas naquele ponto da pirâmide.

"Por um tempo eu demorei para entender o que que era. Ele tinha uma bolsa. Eu achei que ele ia roubar a gente. Achei que era um ladrão e que ele ia pegar nossos pertences", declarou Henrique.

Durante cerca de 15 minutos sob controle do homem armado, o atirador disparava em direção aos reféns. Alguns foram atingidos.

O atirador repetia frases desconexas. Xingava os turistas. Afirmava que eles não deveriam estar ali num local "que deveria ser sagrado". Henrique detalhou que os tiros passavam voando por cima das pessoas. O homem também disparava alguns tiros para baixo, em direção à área da cidade arqueológica.

Henrique e Marina foram diretamente ameaçados durante os minutos sob poder do atirador. O brasileiro observou que o saco carregado pelo homem estava repleto de munições. Em determinado momento, o atirador exigiu que um dos reféns cortasse uma cerca de plástico que impede o acesso a pontos mais elevados da pirâmide.

O homem armado ordenou que Marina cortasse a estrutura. Arremessou uma faca no chão em sua direção. Prometeu liberá-la caso ela colaborasse. Marina seguiu as instruções do atirador. Foi autorizada a descer as escadas. Henrique revelou que seu maior medo naquele momento era que o homem atirasse pelas costas de sua namorada. Isso não aconteceu.

A polícia chegou ao local. O atirador começou a conversar com Henrique. Afirmou que ode. Deveria transmitir uma mensagem aos policiais. brasileiro o estava deixando nervoso. Henrique admitiu que a razão provavelmente era porque ele encarava o homem sem parar. O atirador escolheu Henrique para descer da pirâmi

A missão de Henrique era avisar aos agentes que havia muitos reféns no topo da pirâmide. O objetivo era convencer os policiais a não subirem nem atirarem. O brasileiro cumpriu a ordem. Fez questão de deixar a mensagem clara. Devido à extensão do local, gritou do alto da pirâmide. Mesmo ao se aproximar dos policiais, manteve as mãos levantadas. Repetiu: "tem refém lá em cima. Tem muitos reféns".

Henrique conseguiu deixar o local com Marina após ambos serem liberados pelo atirador. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, manifestou-se sobre o ocorrido nas redes sociais.

"O que aconteceu hoje em Teotihuacán nos causa profunda tristeza. Expresso minha mais sincera solidariedade às pessoas afetadas e suas famílias. Estamos em contato com a embaixada canadense", declarou a presidente.

As autoridades federais encontraram no local "uma arma de fogo, uma arma branca (faca) e munição", conforme informou um comunicado do Gabinete de Segurança Federal. A área permanece sob proteção da polícia estadual e da Guarda Nacional.

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