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sábado, 9 de maio de 2026

Revista expõe segredo do "dia que o Planalto estremeceu"

JCO

A rejeição histórica de Jorge Messias para o STF e a derrubada do veto ao PL da Dosimetria marcam o ocaso da hegemonia de Lula e acendem uma luz de esperança para a democracia e a liberdade no Brasil.

O silêncio nos corredores do Palácio do Planalto na última semana não era de reflexão, mas de choque. Em um intervalo de poucos dias, o governo Lula sofreu duas derrotas retumbantes que, somadas, representam muito mais do que um revés legislativo: são o sintoma de que o poder absoluto que o petismo tentava consolidar encontrou um limite intransponível na realidade política e na resistência institucional.

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da Redação

Nova ofensiva de Jair Bolsonaro pode finalmente absolvê-lo no STF

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A equipe jurídica responsável pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro formalizou, nesta sexta-feira, 8,  junto ao STF, uma solicitação de revisão criminal com o objetivo de invalidar a sentença condenatória de 27 anos e 3 meses de reclusão imposta no âmbito do processo relacionado à alegada conspiração golpista.

Segundo os advogados, a decisão condenatória carece de revisão em virtude da ocorrência de “erro judiciário”.

“O que esta revisão criminal demonstrou, assim, foi um quadro de erro judiciário em sua acepção mais grave, precisamente aquela que legitima a atuação rescindente desta Suprema Corte”, declararam os advogados.

O instrumento jurídico pode alterar a classificação da infração, modificar a pena, anular o processo ou até mesmo absolver o réu.

O ex-presidente foi condenado por crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, e deterioração de patrimônio tombado.

Participaram da condenação: Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino , e Luiz Fux que divergiu da decisão.

Quem participou do julgamento dele na primeira turma não pode ser sorteado relator de uma revisão criminal como essa.

Assim, a ação de revisão criminal de Jair Bolsonaro pode ter como relator os seguintes ministros: Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques e André Mendonça.

A ação de revisão criminal é uma ação penal autônoma destinada a corrigir erros judiciários em sentenças condenatórias que já transitaram em julgado, ou seja, das quais não cabem mais recursos.

Dois casos de hantavírus são identificados no Paraná

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O Paraná confirmou dois casos de hantavírus, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Os pacientes são moradores de Pérola d'Oeste, no Sudoeste do estado, e Ponta Grossa, nos Campos Gerais. Outros 11 casos continuam em investigação e 21 foram descartados.

O paciente de Pérola d'Oeste é um homem de 34 anos e o caso foi confirmado em abril. O de Ponta Grossa é uma mulher de 28, que foi confirmado em fevereiro.

O alerta sobre o vírus ganhou destaque após a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgar mortes relacionadas ao hantavírus em um cruzeiro que saiu da Argentina com destino a Cabo Verde. Ao menos três pessoas morreram durante a viagem.

Os municípios paranaenses reforçaram que a contaminação dos pacientes não tem nenhuma relação com os casos confirmados no cruzeiro.

No caso de Pérola d'Oeste, o município fica próximo à fronteira com a Argentina, país que enfrenta aumento expressivo de registros da doença. Segundo o Ministério da Saúde argentino, foram confirmadas 101 infecções por hantavírus desde junho de 2025, quase o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior.

Padre Lancellotti agora se envolve em denúncia que aponta desvio de dinheiro da igreja

JCO

O Padre Júlio Lancellotti acaba de aumentar os problemas de sua pregressa, envolta em inúmeras denúncias escabrosas. Desta vez, a questão envolve recursos da paróquia que comanda no bairro da Mooca, em São Paulo.

Lancellotti teria utilizado a conta da igreja para pagar despesas pessoais, no caso para saldar duas guias de Dare (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais) no ano passado: uma de R$ 450 em fevereiro e outra de R$ 1.200 em novembro.

Os comprovantes bancários das transferências da Paróquia de São Miguel Arcanjo, onde o padre atua, foram anexados pelo vereador Thomaz Henrique (PL) em uma denúncia contra o pároco feita à Arquidiocese de São Paulo.

A Arquidiocese publicou nota dizendo o seguinte:

"A Cúria Metropolitana de São Paulo recebeu, na sexta-feira, 8 de maio, uma representação canônica encaminhada pelo vereador Thomaz Henrique referente ao padre Júlio Lancellotti".

E completou:

"Seu conteúdo será analisado oportunamente pelas instâncias competentes da Arquidiocese de São Paulo".

O pagamento se refere ao pagamento de custas de um processo que ele moveu contra a vereadora Janaina Ballaris (União Brasil), de Praia Grande, por calúnia e difamação, em 2024, solicitando uma indenização de R$ 30 mil por danos morais.

Em uma entrevista, a parlamentar associou o padre a um assistencialismo midiático. O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido de indenização, no entanto.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Vaza o "troco" de Messias contra Moraes

JCO

Informações que acabam de surgir dão conta de que uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) viu a manifestação da AGU (Advocacia-Geral da União) sobre os limites de atuação do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) como um "troco" de Jorge Messias no ministro Alexandre de Moraes.

Eis o que diz a CNN Brasil:

O entorno do advogado-geral da União acredita que o magistrado foi um dos responsáveis pela articulação que culminou na derrota da sua indicação ao Supremo no Senado.

No fim de março, Moraes limitou o fornecimento de relatórios de movimentações financeiras do Coaf a polícias, Ministério Público e CPIs. Além disso, definiu que o compartilhamento só pode ocorrer caso exista uma apuração formal instaurada e com lastro documental, como inquérito policial ou procedimento investigatório criminal, meio usado pelo Ministério Público.

A decisão ocorreu em meio à divulgação de movimentações financeiras por comissões parlamentares, entre elas a do escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, na relação com o Banco Master.

A AGU, por sua vez, solicitou ingresso no processo sob argumento de que a decisão do ministro pode “gerar equivocada interpretação restritiva da atividade investigativa de órgãos estatais competentes”.

O órgão cita que a medida pode impactar o trabalho da CGU (Controladoria-Geral da União), vinculada ao Executivo.

A decisão de Moraes foi assinada em 27 de março. A manifestação da AGU, por sua vez, foi enviada ao Supremo após mais de um mês, em 5 de maio, depois da derrota de Messias no STF. O plenário decidirá se mantém ou não a decisão no próximo dia 14.

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A delação que pode fazer cair a República não é a de Vorcaro... É outra

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou nesta sexta-feira (8) a transferência do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa para a chamada Papudinha, unidade administrada pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).

A decisão foi tomada após a defesa do ex-dirigente informar ao Supremo que ele pretende negociar um acordo de colaboração premiada no âmbito das investigações relacionadas ao caso do Banco Master.

Preso preventivamente há cerca de um mês, Paulo Henrique estava custodiado em uma ala de segurança máxima do Complexo Penitenciário da Papuda. Segundo os advogados, as restrições do local dificultavam reuniões reservadas entre cliente e defesa.

A transferência para uma unidade separada dos demais investigados é uma das medidas previstas na Lei das Organizações Criminosas para pessoas que negociam colaboração premiada.

A esperança depositada na delação de Vorcaro, talvez possa ser satisfeita agora, pois Paulo Henrique Costa tem muita coisa a dizer.

Vamos aguardar.

Presidente do TRF-3 expressa a indignação da sociedade contra a torpeza da Folha na véspera do Dia das Mães

JCO 10/05/2026 às 06:35 Uma tragédia envolvendo a família da juíza Mariana Francisco Ferreira serviu de inspiração para uma charge vil publi...