ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sábado, 30 de maio de 2026

A armadilha de Flávio: Designação americana se transforma na mais eficaz arma eleitoral de 2026

JCO

Malu Gaspar, em O Globo publicou análise que merece ser lida com atenção por qualquer pessoa que acompanha a dinâmica eleitoral brasileira: a decisão de Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas pode ser a armadilha eleitoral mais eficaz construída pela oposição desde a Lava Jato.

A geometria política é de uma precisão quase cruel. Lula foi ao Salão Oval em 7 de maio — como chefe de Estado, com toda a pompa protocolar — e entregou pessoalmente a Trump um documento com argumentos contra a designação. Trump recebeu, agradeceu e ignorou.

Vinte dias depois, Flávio Bolsonaro aparece no mesmo Salão Oval — como senador, sem condição de chefe de Estado — e em 72 horas obtém o que o presidente da República não conseguiu impedir.

A imagem política resultante é devastadora e irrespondível: Lula foi a Washington pedir que Trump não agisse. Flávio foi pedir que Trump agisse. Trump ouviu Flávio.

O dado eleitoral que transforma esse episódio em armadilha estrutural está na última pesquisa Genial/Quaest: violência é o tema que mais preocupa os eleitores brasileiros — citada por 31% dos entrevistados, bem à frente de corrupção (18%) e economia (12%). Num cenário em que segurança pública é a principal angústia do eleitorado, Flávio entrou na campanha com um argumento concreto, verificável e irrebatível: foi a Washington e trouxe a designação terrorista do PCC e do CV. Lula foi a Washington e voltou com uma recusa. Essa narrativa, repetida em comícios, redes sociais e debates ao longo dos próximos cinco meses, tem potencial de definir o enquadramento central da disputa eleitoral.

A forte reação de Flávio após governistas pedirem investigação à PGR

JCO

Uma representação enviada por parlamentares da base do governo Lula à Procuradoria-geral da República (PGR), pede a apuração da atuação de Flávio Bolsonaro em viagem aos Estados Unidos nesta semana, pela “ousadia” de articular nos EUA a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.

Ora, em vez de comemorar uma medida que endurece o combate ao crime organizado que há décadas massacra brasileiros, parlamentares governistas preferem denunciar suposta “interferência” e “traição à soberania”, transformando quem age contra traficantes em vilão e quem os protege em vítima.

O documento, assinado por parlamentares do Psol e da Rede Sustentabilidade, pede que a PGR investigue se Flávio atentou contra a soberania do Brasil ao pedir ao governo estadunidense a classificação das facções terroristas PCC e CV como organizações terroristas.

Para a equipe de Flávio, a representação é “mais uma demonstração de que a esquerda brasileira tenta utilizar o Judiciário como extensão de seu projeto político”.

Nota enviada ao JCO, assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RJ), afirma que “é inaceitável que, enquanto o Brasil sofre sob o domínio de facções criminosas, parlamentares se mobilizem para criminalizar o esforço de buscar cooperação internacional contra o terrorismo”.

“Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção”, complementa.

Por fim, a equipe de Flávio afirma que “a soberania nacional serve para garantir a segurança do cidadão de bem, e não para servir de escudo a quem aterroriza o povo”.

A música brasileira perde o compositor de “Casinha Branca”

JCO

Morreu nesta sábado (30), o renomado cantor e compositor Gilson Vieira da Silva, eternizado pela música “Casinha Branca”. A canção composta em parceria com Joran, foi gravada pelo artista no fim da década de 1970 e se tornou um dos maiores sucessos da música popular brasileira.

Lançada no fim da década de 1970, “Casinha Branca” alcançou projeção nacional e integrou a trilha sonora da novela Marron Glacê, exibida pela TV Globo em 1979. Ao longo dos anos, a música foi regravada por diversos artistas e se consolidou como um clássico da memória afetiva brasileira.

Natural de Macau, no Rio Grande do Norte, Gilson Vieira nasceu em 1º de agosto de 1952. Além da canção que o consagrou, Gilson também deixou outras composições de destaque. Entre elas estão “Verdade Chinesa”, gravada por Emilio Santiago, “Fim de Solidão”, registrada por José Augusto, e “I Love You”, que fez sucesso na voz da cantora Adriana.

Sua trajetória permanece associada, sobretudo, à força popular de “Casinha Branca”, canção que ajudou a eternizar seu nome na história da MPB.

Ator Bruno Montaleone viraliza com dura crítica ao governo: “O Brasil não é soberano. É um narcoestado”

JCO

O ator Bruno Montaleone gerou gigantesca repercussão nas redes sociais neste sábado (30) ao criticar duramente o posicionamento do governo federal sobre a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais.

A reação aconteceu após a divulgação de uma nota oficial em que o governo brasileiro contestou a medida adotada pelos norte-americanos. Na publicação, o Executivo afirmou considerar inadequadas ações de políticos brasileiros que buscam apoio estrangeiro para questões internas do país.

Nos comentários da postagem, Bruno Montaleone demonstrou insatisfação com a resposta do governo, classificando o posicionamento como equivocado e fazendo críticas à atual administração federal.

“Que piada. O Brasil não é soberano. É um narcoestado. Essa administração oportunista e mentirosa. Vocês são inimigos do povo.”

Enquanto o PCC e o Comando Vermelho são oficialmente declarados terroristas pelos EUA, o governo Lula corre para defender os bandidos e atacar a família Bolsonaro.

Em vez de proteger o povo brasileiro, essa administração prefere chamar de “intervenção estrangeira” a única atitude séria que alguém tomou contra o narcoterrorismo que domina nosso país.

Bruno Montaleone, que não é de direita, teve a coragem de falar a verdade:

Chega de proteger bandido. Chega de atacar quem luta pelo Brasil. O povo não aguenta mais essa vergonha internacional.

“Nossos criminosos”? A frase que chocou o Brasil: Quando a indignação mira mais a classificação dos bandidos do que o sofrimento das vítimas

JCO

O Brasil ouviu uma declaração que dificilmente passará despercebida.

Ao comentar a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, o presidente Lula demonstrou irritação e afirmou estar triste porque autoridades americanas disseram que “nossos criminosos são terroristas”. A frase caiu como uma bomba. Não porque exista qualquer dúvida sobre a soberania nacional ou sobre o direito do Brasil de conduzir sua própria política de segurança. Esse debate é legítimo. O problema é outro.

O cidadão comum não olha para PCC e Comando Vermelho e enxerga “nossos criminosos”. O brasileiro enxerga assassinos. Enxerga traficantes. Enxerga facções que aterrorizam bairros inteiros, impõem toque de recolher, recrutam jovens para o crime, executam rivais, atacam policiais e transformam comunidades inteiras em reféns do medo.

São organizações que espalham violência por presídios, cidades, fronteiras e rotas internacionais do narcotráfico.

Por isso, quando um presidente utiliza a expressão “nossos criminosos”, ainda que em outro contexto, a reação popular é inevitável. Porque esses criminosos não pertencem ao povo. Não representam o Brasil. Não falam em nome das famílias honestas que enterraram filhos vítimas da violência. Não falam em nome dos policiais mortos em serviço. Não falam em nome dos moradores de periferias dominadas pelo terror das facções. Pertencem apenas ao mundo do crime.

A indignação nacional deveria estar voltada contra aqueles que sequestram a paz da população e transformam comunidades em zonas de medo permanente. Nenhum brasileiro de bem considera PCC ou Comando Vermelho como “nossos”. São inimigos da sociedade. São inimigos das famílias. São inimigos da ordem pública. E quanto mais poder acumulam, mais sofrimento produzem.

O que o povo espera de seus governantes não é qualquer gesto que possa soar como complacência verbal com facções criminosas. O povo espera firmeza. Espera enfrentamento. Espera que a preocupação principal esteja sempre do lado das vítimas — jamais do lado daqueles que espalham o terror. Porque os criminosos têm donos. E esses donos são as próprias organizações criminosas. O povo brasileiro não.

Se o combate ao crime organizado exigir cooperação internacional sem precedentes, que ela aconteça. O que o povo brasileiro não aceita mais é assistir ao avanço de facções criminosas enquanto autoridades parecem mais preocupadas com a forma como elas são classificadas do que com o rastro de destruição que deixam pelo país.

Jayme Rizolli

Jornalista.

O futuro do trabalho não está na escala 6X1 nem na 4X3: E se o Brasil discutisse a liberdade de contratação por hora trabalhada?

JCO

O debate sobre a escala 6x1 tomou conta do cenário político nacional. De um lado, surgem propostas para reduzir a jornada semanal. De outro, empresários e trabalhadores manifestam preocupação com os impactos econômicos e operacionais de mudanças impostas de forma uniforme para todo o país. Mas talvez a pergunta mais importante sequer esteja sendo feita.

Será que o futuro do trabalho está realmente em substituir uma escala por outra?
Ou será que o Brasil deveria discutir um modelo completamente diferente?

O país de dimensões continentais que abriga desde multinacionais até pequenas mercearias de bairro continua preso a uma legislação trabalhista concebida para uma realidade econômica do século passado.

Enquanto o debate político gira em torno de 6x1, 5x2 ou 4x3, uma alternativa raramente aparece na mesa: os contratos baseados predominantemente em horas efetivamente trabalhadas.

Nesse modelo, a lei estabeleceria apenas limites máximos de proteção ao trabalhador — jornadas máximas, períodos de descanso, segurança e direitos fundamentais — deixando que empregado e empregador ajustassem livremente a quantidade de horas e a forma de prestação dos serviços.

A lógica é simples.

Se um estudante deseja trabalhar apenas algumas horas por dia, poderia fazê-lo.

Se uma mãe prefere concentrar sua jornada em determinados dias da semana, poderia fazê-lo.

Se um profissional deseja ampliar temporariamente sua carga horária para aumentar sua renda, poderia fazê-lo.

E se uma empresa precisar adaptar sua operação à sazonalidade do mercado, teria maior flexibilidade para contratar e manter postos de trabalho.

O Brasil possui milhares de cidades pequenas, onde a realidade econômica está muito distante dos grandes centros urbanos.

Uma regra única para todos pode parecer justa no papel, mas frequentemente ignora diferenças regionais, setoriais e sociais que fazem parte da vida real.

Isso não significa retirar direitos.

Significa discutir se a proteção ao trabalhador deve ocorrer através da imposição de modelos rígidos ou por meio da garantia de limites mínimos e máximos dentro dos quais as pessoas possam exercer sua própria liberdade de escolha.

O verdadeiro desafio talvez não seja decidir entre 6x1, 5x2 ou 4x3.

Talvez seja necessário construir um sistema em que o Estado proteja o trabalhador sem assumir que sabe melhor do que ele próprio qual é a jornada mais adequada para sua vida.

Num país que precisa gerar empregos, aumentar produtividade e ampliar oportunidades, a liberdade responsável pode ser uma discussão muito mais relevante do que simplesmente trocar uma escala por outra.

E essa é uma conversa que o Brasil ainda precisa ter.

Ayn Rand já disse: 

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”

Jayme Rizolli

Jornalista.

URGENTE: Esquerda entra com ação contra Flávio em favor das “Organizações Terroristas” PCC e CV

JCO

Um absurdo indescritível. Numa jogada de cartas marcadas, dois partidos de esquerda – Rede e Psol – aliados do governo petista, acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) para pedir a investigação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por sua suposta atuação junto ao governo dos Estados Unidos na discussão que levou à classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.

A representação foi protocolada na sexta-feira, 29, e é assinada por Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Chico Alencar (PSOL-RJ), Duda Salabert (PSOL-MG), Heloísa Helena (Rede-RJ), Luiza Erundina (PSOL-SP), Luizianne Lins (Rede-CE) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP).

Segundo os parlamentares, a atuação de Flávio em reuniões com o presidente Donald Trump e o secretário de Estado Marco Rubio pode configurar afronta à soberania nacional.

O documento cita reportagens que atribuem a integrantes da família Bolsonaro a articulação para que as facções brasileiras fossem incluídas na lista americana de organizações terroristas.

Além da abertura de investigação pela Polícia Federal, os deputados pedem que a PGR adote as medidas administrativas e civis que considerar cabíveis.

Também solicitam o envio do caso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para avaliar eventual influência estrangeira ou abuso de poder no contexto eleitoral.

A iniciativa foi apresentada após os Estados Unidos anunciarem a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.

Também na sexta-feira, o presidente afirmou estar “triste e decepcionado” com a decisão dos Estados Unidos e classificou como indevida qualquer tentativa de interferência externa em assuntos internos do Brasil.

“Estou muito triste hoje, com a notícia de que o Secretário dos Estados Unidos, da América do Norte, um tal de Marco Rubio disse que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americanos podem fazer intervenção.”

AJUDEM O EX-JOGADOR ERIDON SOUSA DE OLIVEIRA

O ex-jogador Eridon Sousa de Oliveira , que tantas alegrias proporcionou à torcida do Parnahyba e foi campeão diversas vezes vestindo a cami...