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quarta-feira, 24 de junho de 2026

EUA ameaçam Moraes se Bolsonaro for para cadeia

Areavip
Moraes Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mesmo após o preso ser encontrado com arma de fogo, fontes ligadas ao governo dos Estados Unidos afirmaram que Washington acompanha de perto os desdobramentos políticos e judiciais no Brasil e avalia possíveis medidas contra autoridades brasileiras, especialmente o ministro Alexandre de Moraes.

Informações da coluna Leandro Magalhães no SBT News. Moraes deve decidir se Jair Bolsonaro permanece em prisão domiciliar ou se será transferido para o 19º Batalhão da PM do DF, conhecido como “Papudinha”.

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O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no âmbito do inquérito da trama golpista, mas cumpre prisão domiciliar por motivos de saúde. Caso Moraes revogue a prisão domiciliar de Bolsonaro, os EUA poderiam aplicar novas sanções, inclusive por meio da Lei Magnitsky, que prevê restrições financeiras e bloqueio de bens de indivíduos acusados de violações de direitos humanos.

Moraes também analisa um caso envolvendo uma arma registrada em nome de Bolsonaro, apreendida em uma blitz. O ex-presidente deverá prestar depoimento antes da decisão definitiva sobre sua prisão domiciliar.

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Eduardo Bolsonaro afirmou que a reaplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre Moraes “seria apenas uma questão de tempo”, reforçando especulações sobre pressões internacionais contra o STF.

Dessa forma, há tensão entre decisões do STF sobre Bolsonaro e possíveis reações dos EUA, incluindo sanções contra Alexandre de Moraes.

Com apenas um vídeo, Flávio deixa a esquerda em "parafuso" (veja o vídeo)

JCO

Flávio Bolsonaro publicou no X:

"Missão de hoje: o resgate do menino Ney.
Porque os heróis brasileiros não devem ser deixados pra trás."

O senador publicou um vídeo sensacional feito com IA e deixou a esquerda em "parafuso". Assista: 

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da Redaçã

Polícia finalmente descobre quem retirou câmera GoPro de jovem morta em queda

JCO

A polícia descobriu finalmente quem foi o responsável por retirar a câmera GoPro acoplada do braço de Maria Eduarda Rodrigues, durante um salto de rope jump no dia 13 de junho na Ponte do Esqueleto na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, interior de São Paulo.

João Antônio Pivetta Ribeiro foi segundo a polícia, o responsável por retirar a câmera GoPro acoplada do braço da vítima.

João Antônio, Gabriel Barros Martins e Evelyne dos Santos Gonçalves foram presos no sábado (20) por envolvimento na tragédia. Eles vão ficar presos temporariamente por cinco dias, mas  a Polícia Civil enviou, nesta terça-feira (23), um pedido à Justiça para estender as prisões para 30 dias, até o término do inquérito.

Segundo a investigação, João Antônio, Evelyne e Gabriel Barros faziam parte do grupo “Entre Cordas”, responsável pela realização do evento. Ambos fugiram do local após a morte de Maria Eduarda.

Os instrutores negaram o sumiço intencional da GoPro usada por Maria Eduarda. Testemunhas, contudo, afirmaram terem flagrado uma pessoa retirando a câmera.

A polícia intensificou as investigações com relação ao sumiço da câmera e descobriu que havia mais duas pessoas ligadas aos organizadores do evento.

“Além das prisões temporárias, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados, com a apreensão de aparelhos celulares, equipamentos eletrônicos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos”, afirmou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) por meio de nota.

Além do crime de homicídio com dolo eventual,  uma possível fraude processual dos envolvidos é apurada. A investigação aponta que foram identificados indícios de que conteúdos digitais “potencialmente relevantes à elucidação do caso” foram excluídos pelos suspeitos, o que motivou os pedidos de prisão e mandados de busca e apreensão.

Apesar do cumprimento das ordens de busca e apreensão contra Antônio João, Gabriel Barros e Evelyne, a câmera GoPro ainda não foi encontrada.

Ex-prefeito é preso em condomínio de luxo em Guarujá, algemado e colocado em camburão (veja o vídeo)

JCO

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que policiais militares abordam o ex-prefeito de Paulínia (SP), Edson Moura, em um condomínio de luxo em Guarujá, no litoral de São Paulo.

A prisão aconteceu na quinta-feira (18), quando a Força Tática do 21º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) localizou o político. Ele estava foragido da Justiça desde 25 de maio e escondido em um condomínio de alto padrão no litoral paulista.

Segundo a Polícia Militar, a corporação recebeu uma denúncia que indicava o possível esconderijo de Edson. As equipes intensificaram o patrulhamento na região e localizaram o ex-prefeito circulando de bicicleta pelas vias internas do condomínio.

Após a confirmação da condição de foragido nos sistemas, ele foi preso e conduzido à Polícia Judiciária, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Edson Moura possui condenação por sonegação de contribuição previdenciária. A pena é de 2 anos e 7 meses em regime semiaberto, sem possibilidade de recurso.

Veja o vídeo:

Trump deixa claro o seu interesse nas eleições do Brasil: “Próximo teste”

JCO

Donald Trump, compartilhou nesta terça-feira (23), em seu perfil na rede social Truth Social, um artigo de opinião que analisa a sua influência em eleições na América Latina e cita o pleito brasileiro de outubro como o seu “próximo grande teste” político na região. A postagem ocorre em um contexto de desgaste na sua relação de Trump com Lula e logo após duas grandes vitórias na América do Sul, Peru e Colômbia.

O artigo intitulado “Trump conquista oito vitórias em sete anos na América Latina” foi publicado pela plataforma de notícias “Newsmax”. O texto repercute a vitória de Abelardo de la Espriella na eleição presidencial colombiana, ocorrida no domingo passado.

A matéria menciona a disputa política entre a Flávio Bolsonaro e Lula.

O artigo relata que as eleições no Brasil estariam provocando um "intenso debate sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro e sobre se a disputa será conduzida de uma forma considerada livre e justa por todos os lados"

“Caso o Brasil venha a se juntar à crescente lista de países que se movem para a direita, o mapa político da América Latina será drasticamente diferente do que era há apenas uma década”, escreveu o colunista John Gizzi.

Trump compartilhou e isso tem um enorme significado. O texto é encerrado com uma adaptação do slogan utilizado pelo republicano: "Trump is truly making the Americas great again" ("Trump está realmente tornando as Américas grandes novamente").

Tudo por dinheiro: Erika Hilton 'enciumada' com Manuela

JCO

A deputada Erika Hilton iniciou uma briga sem precedentes com a direção do PSOL. A parlamentar afirma que decidiu permanecer no PSOL para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira e ampliar a bancada de esquerda no Congresso, mas alegou que os compromissos firmados com sua corrente política não estão sendo respeitados.

“Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando”, escreveu a parlamentar, que respondeu aos apoiadores nos comentários da publicação que a postura do PSOL é “escandalosa”.

Erika questiona os critérios adotados pela direção partidária para a distribuição de recursos eleitorais. Sem citar valores, a deputada afirma que a ex-deputada gaúcha Manuela D’Ávila, recém-filiada ao partido e pré-candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul, tinha previsão de receber mais que o dobro do que ela.

Erika foi às redes nesta terça-feira (23) para acusar o partido de descumprir um acordo fechado no início do ano de que ela, como puxadora de votos, receberia mais recursos do fundo.

"Me senti completamente desrespeitada e agredida. Eu recusei propostas para garantir a cláusula de barreira. Já poderia estar fora do PSOL, mas fiquei porque sabia que era um risco para o partido", disse a deputada.

No início do ano, a corrente do PSOL representada por Erika e pelo ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos, chegou a defender uma federação com o PT. A proposta foi rejeitada pela maioria dos integrantes do partido.

Na época, outras correntes já acusavam os dois de buscarem um motivo para deixar a legenda.

Keiko é a presidente do Peru. Não pode mais ser alcançada. Vitória da direita

JCO

Keiko Fujimori está eleita presidente do Peru. Na lenta apuração, ela alcançou uma margem suficiente para vencer o segundo turno das eleições presidenciais. Com 99.859% das urnas apuradas, até às 5h da manhã desta quarta-feira (24), ela tem 50.118% da preferência dos eleitores, o equivalente a 9.206.241 votos.

O número não é mais possível de ser alcançado pelo candidato da esquerda, Roberto Sánchez, que tem 9.162.855 votos, 43 mil a menos que a adversária. De acordo com dados do Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), faltam apenas 40.213 votos para serem contabilizados.

Keiko aguarda o anúncio oficial dos resultados, mas Sánchez já disse que não reconhecerá a derrota.

“Não reconheceremos esse governo e nos declararemos em luta política e social de resistência popular e patriótica, em apego ao marco legal e constitucional assim como à normatividade supranacional do sistema interamericano”, afirmou.

Keiko Fujimori tem 51 anos, é filha e herdeira política do ex-presidente Alberto Fujimori, que governou o Peru por 10 anos, entre 1990 e 2000. Ela foi primeira-dama do Peru, simbolicamente, entre 1994 e 2000, após o divórcio dos pais.

A primeira disputa eleitoral de Keiko foi em 2006, quando elegeu-se deputada federal por Lima, capital do Peru. Ela recebeu mais de 600 mil votos, o que a fez a parlamentar mais votada da história do país.

Michelle faz nova publicação após pronunciamento que chocou o país

JCO A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou ter sido alvo de críticas e ataques de pessoas que se apresentavam como apoiadoras fiéis d...