ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Lula cita diretamente "guerra" ao atacar Trump

JCO

O petista Lula acaba de colocar o Brasil em risco.

Apesar de dizer que não pretende travar qualquer confronto com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além do campo diplomático. Ao comentar a tarifa de 25% imposta pelos norte-americanos sobre parte das exportações brasileiras, Lula declarou que pretende enfrentar a disputa por meio da "guerra da narrativa" e da defesa dos fatos.

Um ataque direto aos Estados Unidos.

Lula declarou:

"Eu já falei três vezes ao presidente Trump que o Brasil não tem nenhum interesse em fazer guerra, nós aqui somos da paz. Agora, a guerra que eu quero fazer com ele é a guerra da narrativa, é a guerra da verdade. Eu quero provar ao mundo quem é que está dizendo a verdade nessa guerra tarifária entre Brasil e Estados Unidos. Então, ele vai ter que aprender a fazer guerra com outra arma, que é a arma da palavra".
"Não falei do tarifaço, porque até agora o Trump não falou do tarifaço. Quem falou do tarifaço foi o pessoal do segundo escalão dele, e o meu pessoal já respondeu hoje. Quando o Trump falar, eu vou falar. De presidente para presidente da República", afirmou.
"Este país precisa estar de cabeça erguida, porque não aceitamos que nenhum outro país do mundo faça desaforo para o Brasil. Nós queremos respeito, da mesma forma que vamos respeitar todo mundo".

Moraes acaba de atingir toda a direita brasileira com decisão inacreditável

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acaba de tomar uma decisão inacreditável.

Moraes manteve o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em prisão domiciliar, porém estabeleceu novas restrições  incluindo a suspensão temporária de visitas e a proibição de manifestações de caráter político até o término das eleições de 2026.

Moraes proibiu todas as visitas com finalidade político-eleitoral e vedou a divulgação de manifestos ou mensagens de natureza política, inclusive por intermédio de terceiros, até o encerramento do processo eleitoral de 2026.

Isso mesmo... Atingiu toda a direita brasileira! Absurdo sem igual...

URGENTE: Moraes atinge diretamente a prisão de Bolsonaro

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em prisão domiciliar humanitária, apesar de concluir que houve descumprimento das medidas cautelares impostas pela Justiça. A decisão, assinada nesta sexta-feira (17), estabelece novas restrições ao ex-presidente, incluindo a suspensão temporária de visitas e a proibição de manifestações de caráter político até o término das eleições de 2026.

O entendimento de Moraes acompanha parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que reconheceu a violação das condições impostas a Bolsonaro, mas considerou que o episódio não justificava, neste momento, o retorno ao regime fechado.

Como sanção, o ministro determinou a suspensão do direito de Bolsonaro receber visitas durante 30 dias. Permanecem autorizadas apenas as visitas de advogados, médicos e fisioterapeutas. Além disso, o senador Flávio Bolsonaro (PL) continuará impedido de visitar o pai pelo prazo de 90 dias, o que o impossibilita de encontrá-lo antes das eleições de outubro.

A decisão também estabelece novas limitações relacionadas à atividade política. Moraes proibiu visitas com finalidade político-eleitoral e vedou a divulgação de manifestos ou mensagens de natureza política, inclusive por intermédio de terceiros, até o encerramento do processo eleitoral de 2026.

Entre as determinações fixadas pelo ministro estão:

  • Suspensão das visitas por 30 dias, com exceção de advogados, médicos e fisioterapeutas;
  • Manutenção da proibição para que Flávio Bolsonaro visite o ex-presidente durante 90 dias;
  • Proibição de visitas destinadas a atividades político-eleitorais até o fim das eleições de 2026;
  • Vedação à divulgação de manifestações político-eleitorais, inclusive por terceiros e por qualquer meio de comunicação.

Na decisão, Moraes advertiu que o cumprimento rigoroso das condições impostas é indispensável para a manutenção da prisão domiciliar humanitária.

O ministro escreveu:

"Ressalte-se que a estrita observância de todas as condições fixadas por lei e pelas decisões judiciais constitui pressuposto para a manutenção do regime de cumprimento atualmente deferido, de modo que eventual descumprimento poderá ensejar a imediata reavaliação do benefício concedido, com a adoção de medidas mais gravosas, inclusive a reversão da prisão domiciliar humanitária em regime fechado".

Ao analisar a defesa apresentada por Bolsonaro, Moraes afirmou que os argumentos de que o ex-presidente desconhecia a divulgação de uma carta com conteúdo político são incompatíveis com os elementos constantes dos autos.

Segundo o ministro, Bolsonaro já estava submetido às restrições judiciais desde julho do ano anterior e havia sido expressamente advertido de que não seriam admitidos mecanismos indiretos para burlar as medidas cautelares.

Na decisão, Moraes relembrou que o Supremo havia deixado claro que não seria aceita a utilização de "subterfúgios, com a instrumentalização de 'material pré-fabricado' por Jair Messias Bolsonaro". O ministro acrescentou:

"Ficou expresso na decisão que tais procedimentos caracterizariam evidente burla à aplicação da medida cautelar e que não seria admitida a utilização de fraudes no descumprimento de ordem judicial".

Ao analisar o episódio, Moraes destacou ainda que as próprias declarações de Flávio Bolsonaro reforçariam a conclusão de que a manifestação política partiu do ex-presidente. Na decisão, o ministro cita o trecho em que o senador afirma tratar-se de "um recado muito importante que ele [Bolsonaro] quer dar a toda a nossa nação".

Para Moraes, ficou configurado o descumprimento das medidas cautelares.

"Patente, portanto, o desrespeito de Jair Messias Bolsonaro à medida cautelar, cuja fiel observância é requisito obrigatório para o cumprimento da prisão domiciliar humanitária. As consequências do descumprimento da medida cautelar devem ser analisadas à partir da gravidade da conduta e suas consequências", registrou.

Em outro trecho da decisão, o ministro rejeitou o argumento da defesa de que a suspensão das visitas configuraria situação de incomunicabilidade, classificando essa tese como "patética".

Moraes observou que Bolsonaro permanece em sua residência ao lado da esposa, Michelle Bolsonaro, da filha e da enteada, além de receber diariamente agentes de segurança e uma cozinheira. Segundo o ministro, a restrição temporária também não impede o contato com advogados e profissionais de saúde, motivo pelo qual não haveria isolamento do ex-presidente.

O magistrado informou ainda que Bolsonaro recebeu 185 visitas desde o início da prisão domiciliar humanitária, em 27 de março de 2026, desconsiderando os encontros com familiares próximos.

Ao concluir a decisão, Moraes ressaltou que a condição diferenciada da prisão domiciliar não pode resultar em privilégios incompatíveis com a legislação. Conforme escreveu o ministro:

"Entretanto, os benefícios de sua prisão domiciliar humanitária não podem acarretar odiosos privilégios contrários à legislação e autorizar flagrante desobediência às decisões judiciais, inclusive por seus advogados".

Boulos cai nas mãos de André Mendonça...

JCO

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi definido como relator da queixa-crime apresentada pelo pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, contra o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.

Na ação, Caiado acusa Boulos da prática dos crimes de calúnia, difamação e injúria em razão de declarações feitas pelo integrante do governo federal em publicações nas redes sociais.

O processo foi distribuído ao gabinete de André Mendonça na terça-feira (14). A definição da relatoria faz parte do procedimento interno do Supremo Tribunal Federal e não representa qualquer análise prévia sobre o mérito das acusações, que ainda serão examinadas pela Corte.

A ação tem origem em um vídeo divulgado por Guilherme Boulos no mês de maio. Na publicação, o ministro comentou contratos firmados entre o governo de Goiás e a Fundação Pró-Cerrado, relacionando o tema à investigação sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro atribuído ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

No vídeo, Boulos afirmou:

“Ronaldo Caiado e os bolsonaristas adoram dizer que são linha-dura no combate ao crime organizado”. Em seguida, acrescentou: “Quem vê, pensa. Esse mesmo Ronaldo Caiado está envolvido hoje em um escândalo relacionado ao crime organizado lá em Goiás. O dono de uma fundação foi preso por lavar dinheiro para o crime, e essa mesma fundação tem um contrato de R$ 141 milhões. É isso mesmo, R$ 141 milhões com o governo de Caiado em Goiás.”

As declarações fazem referência à prisão do empresário Adair Meira, detido durante uma operação conjunta das Polícias Civis de São Paulo e Goiás. Segundo as investigações, ele é suspeito de utilizar empresas ligadas ao seu grupo em um esquema de lavagem de dinheiro para o PCC.

Na petição encaminhada ao STF, a defesa de Ronaldo Caiado sustenta que a investigação mencionada por Guilherme Boulos não envolve o ex-governador de Goiás nem apura qualquer irregularidade relacionada aos contratos firmados entre a administração estadual e a Fundação Pró-Cerrado.

Os advogados argumentam que o ministro construiu uma narrativa falsa ao sugerir uma ligação entre Caiado e o suposto esquema criminoso. Na ação, a defesa afirma:

“O cenário construído pelo querelado é, portanto, produto de desonestidade deliberada”.

O texto prossegue:

“Tomou-se uma investigação que em nada envolve o querelante e forjou-se, a partir dela, narrativa de cumplicidade criminosa, com o exclusivo propósito de tisnar a honra e a reputação do querelante às vésperas do processo eleitoral.”

Os representantes de Caiado também destacam que as declarações tiveram ampla repercussão em razão de Guilherme Boulos ocupar o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, função responsável pela interlocução do governo federal com movimentos sociais.

Após ser acionado judicialmente, Boulos se manifestou por meio da rede social X. Na publicação, afirmou que Ronaldo Caiado está "brigando com os fatos" e declarou que, caso o pré-candidato considere as informações incorretas, deveria questionar judicialmente os veículos de imprensa que divulgaram o caso e a Polícia Civil de São Paulo, responsável pela investigação que levou à prisão do empresário Adair Meira

Moraes age em investigação contra Flávio Bolsonaro

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), agendou para o dia 28 de julho, às 14h, o depoimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Polícia Federal (PF). A oitiva faz parte da investigação que apura uma suposta prática de calúnia contra o petista Lula.

O inquérito teve início após uma publicação feita por Flávio Bolsonaro na rede social X, em 3 de janeiro de 2026. Na postagem, o senador atribuiu ao presidente da República acusações como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, apoio a terroristas e ditaduras, além de fraudes eleitorais.

O parlamentar também compartilhou imagens de Lula ao lado do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acompanhadas da afirmação de que o chefe do Executivo brasileiro "será delatado".

A decisão de Alexandre de Moraes atende a uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que concordou com o pedido para que a Polícia Federal colhesse o depoimento do senador durante o andamento das investigações.

Na decisão, o ministro explicou que havia solicitado anteriormente que Flávio Bolsonaro indicasse uma data e um horário para prestar esclarecimentos. Segundo Moraes, após o prazo concedido, a defesa do senador apenas requereu a renovação do período e a disponibilização de novas datas, sem apresentar documentação que justificasse eventual impossibilidade de comparecimento.

Diante desse cenário, o ministro afirmou que a definição da data da oitiva foi necessária "a fim de assegurar o regular prosseguimento das investigações".

A Polícia Federal sustenta que a publicação feita pelo senador pode configurar falsa imputação de crimes ao presidente da República. O entendimento consta do relatório elaborado durante a apuração.

Em 13 de abril de 2026, Alexandre de Moraes autorizou a abertura da investigação após pedido da Polícia Federal, respaldado por parecer favorável da Procuradoria-Geral da República. Encerrada a fase inicial da apuração, a PF encaminhou o relatório ao STF, que remeteu o material à PGR para manifestação. O órgão opinou pela realização do depoimento do parlamentar.

Ao analisar a publicação, a Polícia Federal destacou que a associação entre a imagem de Lula e a de Nicolás Maduro — preso nos Estados Unidos sob acusações relacionadas ao tráfico de drogas — levou à interpretação de que Flávio Bolsonaro atribuía ao presidente brasileiro os crimes mencionados na sequência da postagem. Conforme registrado pela corporação, "Tendo em vista o teor da postagem associando a imagem do Presidente Lula ao do ex-Presidente Maduro, que acabara de ser preso, acusado pelos EUA de envolvimento com o tráfico de drogas, alegando que o primeiro seria delatado, fica claro que o Senador afirma que a delação seria feita por Nicolas Maduro, e que, no entendimento do Senador, os crimes pelos quais o Presidente Lula seria delatado estão listados na sequência da postagem, quais sejam, tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras e eleições fraudadas".

Pastora, pré-candidata, 'sai no soco' com entregador de móveis (veja o vídeo)

JCO

A pastora e pré-candidata a deputada estadual por Minas Gerais, Renata Vieira (PL), protagonizou uma confusão com um entregador de móveis na manhã de quinta-feira (16), no bairro Cabral, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

O episódio foi registrado por testemunhas e ganhou repercussão nas redes sociais após a divulgação das imagens.

Renata Vieira afirma ter sido vítima de agressões durante a entrega de um sofá em sua residência. Segundo sua versão, o entregador teria reconhecido sua atuação política e passado a fazer ofensas relacionadas às suas posições ideológicas e ao fato de ela ser mulher. De acordo com a pré-candidata, a situação evoluiu para agressões físicas.

Em relato divulgado após o episódio, ela declarou:

"Fui vítima de agressão por parte de um entregador de móveis que veio até a minha casa. Ele percebeu quem eu era e começou a me ofender com ataques de cunho político, em razão do meu gênero, por eu se mulher, e fiquei muito chateada porque a situação escalonou. Ele partiu para agressão física, jogou o carro em cima de mim, me deu chutes, socos, me machucou muito".

Os advogados da pré-candidata afirmam que ela tentou impedir que o móvel fosse levado de volta após a suposta recusa do entregador em concluir a entrega, momento em que teria ocorrido a agressão.

As imagens gravadas por testemunhas, entretanto, mostram uma sequência diferente do início da confusão. No vídeo, Renata Vieira aparece desferindo dois tapas no rosto do entregador, arremessando uma pedra em sua direção e, em seguida, segurando sua camisa enquanto tenta derrubá-lo.

Segundo uma fonte ouvida pela imprensa, que preferiu não se identificar, a versão apresentada pelo entregador é de que ele informou não conseguir descarregar sozinho um sofá de cinco lugares e que retornaria com outro funcionário para concluir o serviço. Ainda de acordo com esse relato, a cliente não teria concordado com a necessidade de aguardar apoio.

Antes do início das agressões físicas registradas nas imagens, a pré-candidata também faz críticas ao entregador, sugerindo que ele estaria descontando nela frustrações relacionadas ao trabalho e reclamando da postura adotada durante o atendimento.

Veja: 

Tribunal eleitoral aciona tropas federais para atuar nas eleições do RJ

JCO

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) decidiu solicitar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o envio de forças federais para atuar nas eleições deste ano no estado. Segundo a Corte, a medida é necessária diante do controle territorial exercido por organizações criminosas em parte dos municípios fluminenses.

A decisão foi tomada na quinta-feira (9) no plenário do TRE, por unanimidade. O governador interino do estado, Ricardo Couto, apoia a solicitação.

Para justificar a necessidade de colaboração de tropas federais, o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, destacou que muitos eleitores votam em territórios controlados por criminosos armados, principalmente na Região Metropolitana da Rio de Janeiro.

Claudio de Mello classificou a presença de áreas dominadas por criminosos como “fenômeno estrutural” do estado.

Ele lembrou que, desde 2012, o Rio de Janeiro faz uso do auxílio de forças federais durante eleições.

"Não se trata de risco difuso ou pontual de tumulto, mas de fenômeno estrutural: o controle territorial armado exercido de modo ostensivo e continuado por organizações criminosas", sustentou.

O chefe da Justiça Eleitoral fluminense reforçou que não é possível o direito constitucional do voto livre em determinadas regiões.

“Quando o cidadão caminha até a urna sob a vigília de criminosos que dominam a comunidade, a sua liberdade não é plena, a coação difusa ainda que silenciosa contamina a formação e manifestação da vontade pública e vulnera a lisura do pleito", disse.

Governador de acordo

A resolução do TSE 21.843/2004 determina que o deslocamento de forças federais para um estado durante eleições só é cabível quando o governador se manifesta pela insuficiência das forças estaduais.

No início da semana, o presidente do TRE-RJ havia se encontrado com o governador Ricardo Couto, para explicar questões relacionadas à segurança necessária para a organização das eleições, marcadas em todo o país para os dias 4 de outubro (primeiro turno) e 25 de outubro (eventual segundo turno).

Caso o plenário do TSE aprove a solicitação regional, haverá requisição formal ao Ministério da Defesa. Após esse trâmite, o TRE poderá entrar em contato com o comando local da força federal para alinhar os detalhes da operação.

Na corrida enlouquecida contra sequestro de bens, Jaques Wagner tenta vender R$ 25 milhões em imóveis

JCO 18/07/2026 às 16:44 O desespero bateu às portas da República do Acarajé. O senador Jaques Wagner (PT-BA), um dos homens de maior confian...