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segunda-feira, 2 de novembro de 2026

URGENTE: Acidente aéreo em praia do RJ deixa duas pessoas mortas

 JCO

Duas pessoas morreram após um acidente com uma asa-delta na praia de São Conrado, na cidade do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira, 2 de novembro. As vítimas foram resgatadas em estado grave e encaminhadas ao Hospital Municipal Miguel Couto, mas não resistiram aos ferimentos.

Em comunicado oficial, a direção da unidade hospitalar informou que as duas pessoas chegaram ao local em parada cardiorrespiratória.

"A direção do Hospital Municipal Miguel Couto informa que as vítimas deram entrada na unidade em parada cardiorrespiratória. Apesar de todos os esforços da equipe médica, infelizmente não resistiram e faleceram", afirma o hospital, em nota.

Até a publicação desta reportagem, as autoridades não haviam divulgado oficialmente a identidade das vítimas. As circunstâncias que levaram à queda da asa-delta em São Conrado também permaneciam desconhecidas, sem informações oficiais sobre as possíveis causas do acidente.

Embora o voo de asa-delta seja praticado com equipamentos de segurança, a atividade envolve riscos que podem ser influenciados por diferentes fatores. Alterações repentinas na direção ou na intensidade dos ventos, problemas nos equipamentos e falhas durante a pilotagem estão entre as situações que podem contribuir para acidentes desse tipo.

O preço do 4º mandato de Lula: manobras de última hora, um país fraturado e a resistência que vem pela frente

JCO

Às 21h08 de domingo, 25 de outubro de 2026, com cerca de 97% das urnas apuradas, o Tribunal Superior Eleitoral declarou Luiz Inácio Lula da Silva eleito presidente da República para o seu quarto mandato. As principais emissoras e telejornais do país anunciavam o petista como vencedor, com 51,7% dos votos válidos contra 48,2% de Flávio Bolsonaro. Enquanto os eleitores de Lula comemoravam em frenesi, quem votou no candidato da direita mergulhou em profundo silêncio. A mudança, tão aguardada por boa parte da população, mais uma vez não veio.

O que tivemos foi uma eleição de marcas históricas: foi a primeira vez na democracia brasileira que um candidato que terminou o primeiro turno atrás virou a eleição no segundo. Lula também registrou a maior votação nominal da história para o cargo e a abstenção mais baixa de um segundo turno recente (cerca de 19,2%).

No entanto, o ineditismo não parou por aí. Às 17h01 — ou seja, um minuto após o horário oficial de fechamento das urnas —, o ministro Cristiano Zanin, do STF, ex-advogado pessoal de Lula e responsável por decisões que o tiraram da cadeia após as condenações na Lava Jato, determinou a prorrogação da votação por duas horas, até as 19h, em todo o país (limitada às seções ainda abertas). A decisão de alterar o horário de encerramento no dia do pleito é inédita na história das eleições no Brasil. Somado a isso, juristas apontam que a prerrogativa da decisão caberia ao Tribunal Superior Eleitoral, e não ao Supremo.

A liminar atendeu a um pedido da coligação do PT, que alegava problemas de transporte público em diversos estados, especialmente na Bahia e em São Paulo. A campanha de Flávio Bolsonaro também pediu a extensão do horário em áreas afetadas por fortes chuvas, mas o pleito atendido, na prática, foi o do petista.

Na Bahia, a polêmica dos ônibus ganhou contornos graves. Denúncias de redução drástica da frota em Salvador levaram o TRE-BA a determinar a prisão em flagrante do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza (que viajava para Paris), e a liberação imediata de 100% dos veículos, sob pena de multa milionária por hora. Vídeos e fiscalizações mostraram dezenas de ônibus retidos em garagens.

Inicialmente, Flávio Bolsonaro afirmou que seria “impossível reconhecer” o pleito, alegando que as regras foram mudadas no decorrer do processo, e chegou a cogitar o pedido de anulação das eleições. Horas depois, no entanto, o senador recuou. A princípio, o caminho adotado será recorrer à Justiça Eleitoral para buscar a cassação da chapa vencedora.

https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/89898/flavio-desiste-de-de-pedir-anulacao-da-eleicao-e-anuncia-novo-equotcaminhoequot

O Caso Capriles e o fantasma venezuelano

Veículos internacionais e analistas brasileiros — incluindo opiniões na Folha de S.Paulo e referências em jornais como BBC e The New York Times — apontaram que a interferência de última hora abriu espaço para questionamentos severos sobre a confiabilidade do processo. Alguns chegaram a comparar o episódio a precedentes obscuros, como o de Henrique Capriles, candidato à presidência da Venezuela em 2013. Na ocasião, o opositor contestou o resultado oficial que deu a vitória ao ditador Nicolás Maduro por uma margem ínfima de 1,49 ponto percentual.

Aquela votação ocorreu em 14 de abril de 2013, um mês após a morte de Hugo Chávez. A disputa colocava de um lado Maduro, vice de Chávez e no poder de forma interina, e do outro Capriles, líder da coalizão oposicionista Mesa de Unidade Democrática.

Para o senador eleito Marcel van Hattem (Novo), o método de prorrogar a votação, chancelado pelo ministro Zanin, é idêntico ao aplicado pela ditadura de Maduro há mais de uma década:

“Em 2015 acompanhei como observador internacional a eleição legislativa na Venezuela e, lá, a Corte Eleitoral bolivariana prorrogou a votação em uma hora. Tudo isso pelo medo da derrota que sofreriam nas urnas. Não adiantou. A oposição fez dois terços das cadeiras no parlamento. Porém, pouco tempo depois, Maduro usurpou para si os poderes do Congresso também e acabou com a vitória da oposição para consolidar ainda mais a ditadura no país. Não por acaso, Lula é amigo de Maduro e disse que na Venezuela há ‘excesso’ de democracia. É o mesmo, O MESMO, que o PT está querendo para o Brasil: poder total, DITADURA! Acorda, Brasil!!!”, afirmou o parlamentar em suas redes sociais.

De acordo com a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), as regras venezuelanas impediam Maduro de participar daquela eleição por ocupar o cargo de vice-presidente, mas ele acabou favorecido por uma decisão da Sala Constitucional do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ). Anos depois, a CIDH condenou a Venezuela por violar os direitos políticos de Capriles, afirmando que Maduro “obteve vantagens capazes de interferir no equilíbrio da disputa eleitoral mediante o uso de recursos estatais a seu favor” e cobertura “desproporcional” da mídia pública.

Como retaliação, o governo chavista inabilitou Capriles por 15 anos. Apenas em 2025 o ex-governador de Miranda teve seus direitos reabilitados em uma tentativa de legitimação internacional do regime de Maduro — estratégia que fracassou e culminou com a atual prisão do ditador nos Estados Unidos.

https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2024/12/02/venezuela-violou-direitos-de-henrique-capriles-na-eleicao-de-2013-afirma-corte-interamericana-de-direitos-humanos.ghtml

https://www.dw.com/pt-br/oposicionista-venezuelano-perde-direitos-políticos-por-15-anos/a-38354303

Quem não erra, errou

Plataformas de previsão como a Polymarket, que haviam dado a Flávio Bolsonaro chances superiores a 80% nas vésperas da votação, viram suas projeções colapsarem com a reviravolta do STF. A empresa ostentava um histórico impecável de acertos em eleições no Brasil.

A probabilidade de vitória de Lula subiu subitamente de 28% para 34% no mercado de apostas logo após a decisão do ministro Cristiano Zanin ser divulgada, às 17h. No mesmo período, as chances atribuídas a Flávio recuaram de 72,5% para 66,1%, culminando na virada noturna.

https://ndmais.com.br/politica/polymarket-disputa-lula-flavio-bolsonaro-apostas-eleicoes/

A plataforma Global Election Simulator também havia divulgado, no sábado (24), uma projeção que cravava a vitória do senador Flávio Bolsonaro com 53,2% dos votos válidos (63.467.439 votos) contra 46,8% de Lula (55.832.259 votos).

https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/ttc-brasil/simulador-eleitoral-global-election-crava-vitoria-de-flavio-com-532-somando-63-467-439-de-votos

Pacote de bondades e a campanha do medo

Para além das manobras jurídicas, o peso da máquina pública foi determinante. O pacote de "bondades" eleitoreiras do governo e a ameaça de corte de programas sociais impactaram diretamente as urnas. O aumento no Bolsa Família, benefícios para MEIs (incluindo o PIX MEI de R$ 5 mil) e o programa Pé-de-Meia Universitário no valor de R$ 700,00 mensais criaram uma rede de dependência e expectativa que garantiu votos decisivos para o PT.

Junto à distribuição de recursos, operou-se uma violenta campanha do medo. Vídeos de eleitores pedindo votos sob alegações extremas — como o fim da aposentadoria, SUS e Farmácia Popular — circularam amplamente, evidenciando um clima de pânico alimentado por décadas de educação precária, doutrinação ideológica nas escolas, e uma máquina de desinformação atuando 24hs por dia.

Em uma escola municipal de São Paulo, um vídeo viralizou ao mostrar uma professora aterrorizando seus alunos. Segundo a educadora, a vitória da direita mergulharia o país em um regime ditatorial fascista, equiparando Flávio Bolsonaro a Benito Mussolini e Adolf Hitler.

“A gente corre muito o risco de o país virar um fascismo (...) É o que o Flávio Bolsonaro e os Bolsonaros querem fazer. Então, a gente corre o risco de entrar em uma era dessa, só de brancos e ricos”, diz a professora no vídeo. Em tom alarmista e com viés racial questionável, ela chega a dizer que crianças pardas na sala não sobreviveriam. Ao ouvir a mulher, uma criança pergunta: “Professora, então eu ia morrer, né?”. A resposta da servidora pública é direta: “Claro que iria, você está lá com um pezinho na senzala.”

Veja o vídeo:

https://g1.globo.com/sp/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2026/10/22/policia-investiga-professora.ghtml

Uma eleição marcada pelo absurdo

Para o jornalista Julio Ribeiro, o que garante a democracia – que, em sua essência, é o governo da maioria – é o voto. O voto é o fiador do sistema democrático porque é ele quem assegura a possibilidade de alternância no poder.

“Quando nosso candidato perde, nós nos reagrupamos, trabalhamos, partimos para a prática política diária e tentamos convencer as pessoas com a expectativa de que, na próxima eleição, possamos vencer.
No entanto, quando recai sobre o voto a dúvida de que ele não foi devidamente contado, a democracia se esboroa. E é exatamente isso o que está acontecendo no Brasil.
Pelo menos 55 milhões de brasileiros que votaram em Flávio Bolsonaro têm sérias dúvidas sobre a lisura do processo eleitoral. O que aconteceu no domingo é um absurdo. É impossível acreditar que Lula tenha conseguido, do primeiro para o segundo turno, 11 milhões de votos a mais. Teríamos que imaginar que ele capturou integralmente todos os votos de Renan Santos, de Ronaldo Caiado, Augusto Cury e ainda abocanhou 70% dos votos extras gerados pela queda da abstenção.
E por falar em abstenção, nunca na história houve um índice menor no segundo turno em comparação ao primeiro. Agora, subitamente, a abstenção caiu de forma substancial, de mais de 20% para pouco mais de 17%!”, afirmou o jornalista, em entrevista exclusiva à Revista A Verdade.

Batalhas, dilemas e a resistência que vem pela frente

O fato consumado é que Lula está eleito para mais quatro anos. Contudo, o petista não tem maioria orgânica no Senado nem na Câmara. Partidos como PP, União Brasil, Republicanos, Podemos e Novo, que declararam apoio a Flávio, somam 245 deputados e 51 senadores. O governo precisará abrir o cofre (já esvaziado), e costurar alianças difíceis para tentar fazer frente ao bloco de oposição, liderado pelos 121 deputados e 29 senadores do PL. Um dos primeiros testes será a votação da PEC do Passe Livre no transporte público, promessa populista da reta final de campanha.

No Legislativo, a oposição já articula uma candidatura única contra a reeleição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para a presidência do Senado. Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS) lideram as tratativas para frear o avanço de Alcolumbre, que conta com a simpatia e o apoio de Lula.

Para que o sistema continue dando as cartas o controle do Senado é vital. Alcolumbre diz ter 48 votos e já avisou que não pretende pautar o impeachment de ministros do STF, protegendo especialmente Alexandre de Moraes. A oposição, no entanto, sabe que a pressão popular pela limpeza da Corte Suprema não vai arrefecer. Além disso, se houver vacância no STF, caberá a Lula indicar o substituto, mas a aprovação dependerá de pelo menos 41 senadores — o que dá à direita a faca e o queijo para impor limites ao Executivo e barrar nomes radicais.

Lula chega, portanto, a este inédito quarto mandato encontrando um Brasil profundamente fraturado e hostil ao seu projeto de poder. Governar o país não será tarefa fácil diante de um Congresso fortalecido, e de uma sociedade hiperconectada que acompanhou ao vivo as manobras que acabaram por decidir o pleito.

Leia ainda nesta edição análises exclusivas sobre o resultado da eleição 2026

da Redação

A mensagem enigmática de Flávio que poucos perceberam...

JCO

Flávio Bolsonaro soltou o verbo em suas redes sociais.

No meio de uma forte "NOTA AO BRASIL", ele soltou uma frase enigmática que poucos perceberam:

"Não me arrependo de absolutamente nada do que fiz e deixo uma reflexão: 
'Não há remédio eficaz no Brasil para cessar violações a Diretos Humanos.' (Cristiano Zanin, em 7/Ago/2016)."

Leia a nota na íntegra:

Fui procurado por vários veículos nesta semana, inclusive pela Rede Globo, que me convidou para uma entrevista exclusiva. Aceitei com uma condição simples: que fosse exibida na íntegra, sem cortes e sem temas proibidos. A emissora preferiu não seguir adiante. Pelo que tudo indica, o Fantástico deste domingo vai exibir uma longa reportagem a meu respeito, sem me dar o direito de resposta. Se o maior grupo de comunicação do Brasil está com MEDO, não tem a menor condição moral de me julgar ou tentar destruir minha reputação.

Não sai do Brasil, sai pelo Brasil! Sonhei com a mudança do nosso país para melhor e, no domingo, apenas sete minutos após o anúncio do resultado das eleições já havia uma decisão judicial com medidas cautelares contra mim, com base em mentiras.

Doze horas depois e no meio da rua, fui intimado do início da perseguição, ao deixar a casa do Presidente Bolsonaro. Tudo diante do olhar lacrimejado de um pai, com comorbidades, que está condenado a mais de 27 anos de prisão - sem ter cometido crime algum - e que já sofre pela distância de outro filho que não vê há mais de um ano e meio, em função da perseguição ilegal e arbitrária que também sofre.

Isso não é democracia e está muito longe de ser um processo judicial justo e imparcial.

Ao menos estou num país onde posso manifestar livremente minha opinião, não serei alvo de um juíz que acordou com vontade de fazer o mal e enviou a sua polícia à minha casa para revirar as calcinhas das minhas filhas na gaveta.

Fui candidato à Presidência enfrentando todo um sistema que quer as coisas continuem como estão no Brasil: ótimas para eles, mas muito piores para você. Não me arrependo de absolutamente nada do que fiz e deixo uma reflexão: “Não há remédio eficaz no Brasil para cessar violações a Diretos Humanos.” (Cristiano Zanin, em 7/Ago/2016).

Nos próximos dias, vou conversar com grandes veículos nacionais e internacionais. Sem cortes, sem filtro. Quem quiser ouvir, ouvirá o que ninguém mais pode dizer estando no Brasil.

URGENTE: Bolívia decreta estado de emergência, com a perda de 75 mil cabeças de gado e 78 mil famílias atingidas

JCO

O governo da Bolívia decretou estado de emergência para enfrentar os efeitos do Super El Niño, que já provoca uma seca em várias regiões do país e ameaça causar inundações.

Segundo relatório governamental, a estiagem atinge 78 mil famílias em seis dos nove departamentos bolivianos e já levou à perda de mais de 75 mil cabeças de gado.

O presidente Rodrigo Paz anunciou a medida neste sábado (31). O decreto permitirá ampliar os recursos financeiros e mobilizar equipes de diferentes instituições para atender as áreas afetadas. Paz também pediu a cooperação de governos regionais e câmaras municipais.

“Vamos dedicar o nosso maior esforço para que esta seca, que já está afetando várias regiões do país, e as inundações posteriores tenham o menor impacto possível”, afirmou o presidente.

As Nações Unidas alertaram nesta semana que o fenômeno pode alcançar intensidade sem precedentes e provocar danos na América Latina, no leste e no sul da África, na Ásia e no Pacífico.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) prevê que o El Niño chegue ao nível muito forte até o fim de 2026. Segundo a entidade, há probabilidade próxima de 100% de que seus efeitos persistam até fevereiro de 2027.

O fenômeno ocorre quando as águas superficiais do Pacífico Equatorial ficam mais quentes que o normal por um período prolongado. Esse aquecimento altera os padrões de circulação atmosférica e interfere no clima de diferentes regiões do planeta.

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Ex-assessor de Moraes comemora a liberdade na Itália e desdenha do STF

JCO

A Terceira Seção Penal da Corte de Apelo de Catanzaro, na Itália, decidiu julgar improcedente o pedido de extradição formulado pelo Brasil contra o ex-assessor do TSE Eduardo de Oliveira Tagliaferro.

A sentença foi registrada em acórdão no último dia 22 de outubro pelos magistrados Antonio Giglio (presidente relator), Carlo Fontanazza e Maria Rosaria Di Girolamo.

Com a decisão, a Corte revogou a proibição de saída do país e determinou a devolução dos passaportes de Tagliaferro.

O pedido de extradição era amparado no mandado de prisão preventiva expedido em 31 de julho de 2025 pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Nas redes sociais, Tagliaferro comemorou e desdenhou da Justiça brasileira.

"Livre, aqui a justiça não é falha.
Obrigado a todos os brasileiros e brasileiras que lutaram comigo nessa batalha, vocês são vitoriosos junto comigo!"

A decisão representa mais uma derrota internacional do ministro Alexandre de Moraes.

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Pesquisa sobre a sucessão americana surpreende com Marco Rubio na liderança e gera pavor na esquerda

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