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No requerimento apresentado à CPMI, Malta ressalta que a convocação tem “caráter institucional, e não pessoal”, e está alinhada ao papel de fiscalização do Poder Legislativo sobre as investigações em curso. Segundo ele, a audiência da ministra é necessária para esclarecer “o contexto, as circunstâncias e os critérios adotados” na prestação de serviços advocatícios que resultaram nos valores repassados ao seu escritório a partir de empresa mencionada nos trabalhos da comissão.
A CPMI do INSS foi instalada para apurar irregularidades e fraudes que teriam causado prejuízos bilionários ao Instituto Nacional do Seguro Social, incluindo descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas e operações suspeitas envolvendo salários, consignados e associações cooperativas que vinham atuando no sistema previdenciário brasileiro.
O pedido de convocação da ministra surge em um momento em que a comissão acumula centenas de requerimentos para ouvir autoridades, operadores e representantes de empresas e entidades envolvidas nos questionamentos que marcaram as investigações da Polícia Federal e de órgãos de controle. Entre os planos da CPMI estão ouvir também dirigentes de entidades investigadas e solicitar documentos e relatórios de auditorias feitos por órgãos como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a própria PF.
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