O PT processou Jojo por dizer que recebeu proposta de R$ 1,5 milhão para fazer campanha para Lula. O juiz de 1ª instância rejeitou a ação petista. O PT recorreu e agora o Ministério Público pede que o recurso também seja rejeitado.
O MP de São Paulo se posicionou pela rejeição do recurso do PT contra Jojo Todynho no processo em que o partido acusa a cantora de difamação. Em 2024, Jojo afirmou num podcast do Brasil Paralelo que teria recebido uma proposta de R$ 1,5 milhão para apoiar a candidatura de Lula em 2022 — relatando que a oferta começou por telefone e foi discutida num almoço. O PT acionou a Justiça alegando danos à honra do partido. O juiz de primeira instância rejeitou a queixa-crime — e ainda condenou o PT ao pagamento de R$ 10 mil em honorários aos advogados de Jojo. Agora o MP reforça essa decisão: as declarações da cantora, segundo o MP, foram genéricas, opinativas e estão protegidas pela liberdade de expressão — sem intenção deliberada de atingir a honra do partido. O caso segue na segunda instância do TJ-SP. O juiz disse não. O MP disse não. E a conta das custas processuais ficou para o PT.

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