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Fernanda Klitzke, candidata a suplente ao Senado pelo PT, foi presa na noite de sábado (12), em Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, após uma confusão envolvendo som alto que teria provocado agitação em uma criança autista. Imagens sobre o episódio mostram Fernanda sendo derrubada ao chão e atingida por chutes e disparos de bala de borracha.
A candidata, que também é advogada, alegou que tentou intervir para “acompanhar e orientar as pessoas envolvidas na ocorrência” quando foi derrubada ao chão e atingida por chutes e disparos de bala de borracha. A Polícia Militar afirmou que os agentes reagiram após terem sido desacatados e agredidos por Fernanda e outras duas pessoas. O caso foi registrado como ameaça.
Segundo a Polícia Militar, uma moradora chamou a polícia por volta das 20h porque havia um carro estacionado em frente à sua residência com um aparelho de som tocando música muito alto.
A mulher afirmou que o barulho havia causado agitação em seu filho, que possui TEA (Transtorno do Espectro Autista). Ela afirmou que pediu para abaixarem o volume, mas um dos ocupantes do veículo passou a agir de forma exaltada e ameaçadora.
Segundo a Polícia Militar, uma equipe atendeu a ocorrência e quando chegou ao local, um homem de 45 anos não cooperou e resistiu às determinações policiais, “proferindo ofensas contra os agentes”.
Conforme o relato da PM, o homem recebeu voz de prisão por desacato e, na sequência, outras duas pessoas interferiram na ocorrência, Fernanda e uma mulher de 55 anos.
De acordo com a polícia, as duas também receberam voz de prisão após resistirem às determinações e intervirem fisicamente na condução de uma das envolvidas.
“Durante a tentativa de contenção, houve resistência física e aproximação das envolvidas em direção aos policiais. Diante da evolução da situação e visando preservar a integridade física da equipe e dos envolvidos, foram empregados meios de menor potencial ofensivo e técnicas de contenção, conforme a necessidade apresentada no momento”, relatou a PM.
Fernanda ainda nega que tenha oferecido resistência à abordagem. Após ser liberada da delegacia, ela afirmou que precisou receber atendimento médico.
Veja o vídeo:

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