O histórico líder da facção das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Iván Márquez, morreu na Venezuela, nessa quinta-feira (6).
"A informação fornecida pelo grupo é que ele morreu em um hospital em Caracas, onde recebeu atendimento médico por ferimentos graves sofridos durante ataque na Venezuela, no final de junho de 2022", disse uma fonte próxima à Segunda Marquetalia (grupo ex-Farc que voltou a pegar em armas com cerca de 1.670 integrantes).
Vale ressaltar que Márquez havia sido o principal negociador das Farc no processo de paz assinado pelo grupo em conjunto com o governo do ex-presidente colombiano Juan Manuel Santos em Havana, Cuba, em 2016. Porém, após discordar do processo, ele retornou às selvas colombianas para fundar a chamada Segunda Marquetalia — grupo paramilitar dissidente das Farc.
O ministro da Defesa da Colômbia, Iván Velásquez, disse a jornalistas que ainda não havia informações oficiais sobre a morte de Márquez. O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu às perguntas.
“A reforma tributária é a mãe de todas as reformas. Com a reforma tributária, nós ajudamos o assalariado, nós ajudamos a dona de casa, nós ajudamos nossos familiares, nós ajudamos as empresas para investirem mais”, discursou o economista durante a convenção nacional do União Brasil, realizada em São Paulo. Cintra participa da criação do plano de governo da legenda, que prevê a criação de um imposto único, bandeira defendida pelo presidente nacional da sigla, Luciano Bivar.
“É uma candidatura imaculada. Uma candidatura com os nossos valores, começada por ele (Luciano Bivar). Ele que foi o primeiro candidato, mas que infelizmente foi chamado pelo estado de Pernambuco e passou esta missão à nossa querida senadora Soraya”, disse ainda Cintra, qualificando a candidata como “séria, dinâmica, inteligente e preparada”.
O anúncio da candidatura a vice-presidente da República foi feito por Bivar. “Um homem com formação em Harvard, um economista do maior quilate, estará conosco nessa chapa. E ombreada a ele está uma mulher incrível. Vocês vão ver, conhecer essa mulher”, discursou.
Marcos Cintra é ex-deputado federal, economista, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e foi secretário da Receita Federal durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Cintra deixou o cargo em setembro de 2019 após polêmica envolvendo a tentativa de criação de um imposto no modelo da antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). O economista é defensor do tributo, criticado por diversos setores.
Reforma tributária
À época da saída do ex-secretário, Bolsonaro afirmou em sua conta no Twitter que “a recriação da CPMF ou aumento da carga tributária estão fora da reforma tributária por determinação do presidente”.
Cintra é um dos responsáveis pela criação do plano de governo do União Brasil, que envolve planos para uma reforma tributária. ”Desde muito estamos juntos e, nesse projeto de governo que hoje estamos defendendo para o Brasil inteiro, vocês irão ver que é o melhor projeto de governo apresentado por qualquer um dos candidatos”, afirmou Bivar.
“Um pensador do Brasil, com propostas importantes da FGV, principalmente no campo da economia. Tive a honra de ser colega durante um período no governo e eu tenho certeza que foi feita uma boa escolha pelo partido em relação ao vice-presidente”, discursou o ex-juiz Sergio Moro (União), que foi ministro da Justiça e Segurança Pública de Bolsonaro e concorre ao Senado Federal pelo Paraná.
Foto: Agência BrasilCâmara dos Deputados acaba de aprovar a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária.
A discussão sobre um novo sistema tributário brasileiro se arrasta há quase 30 anos no Brasil.
Muitas alterações foram feitas na PEC e não se sabe ao certo qual o real resultado da aprovação da proposta na vida dos brasileiros.
O deputado federal Nikolas Ferreira afirmou sobre a PEC:
"Não confio no PT. Se o PT está gostando, se tem esquerdista, comunista gostando disso aqui, não tem como eu ser tão ingênuo e achar que isso aqui é bom para o Brasil. Porque nada que vem de lá é bom para o Brasil."
A jurista Janaína Paschoal desvendou:
"A classe média não mais conseguirá fazer inventário. Os muito pobres têm direito à justiça gratuita. Os muito ricos colocam seus imóveis em empresas, holdings, etc. O grande grupo que a filósofa do petismo já disse odiar vai se lascar de novo."
O jornalista Fernão Lara Mesquita disse:
“É mais uma peça num projeto de poder, num mecanismo de concentração de dinheiro dos impostos nas mãos do Lula.”
A proposta precisa passar por dois turnos na Câmara antes de ir ao Senado.
O pedófilo esquerdista Daniel Moraes Bittar, de 42 anos, foi preso por sequestrar e estuprar uma menina de 12 anos no entorno do DF.
De acordo com a vítima, o pedófilo queria fazer da adolescente uma “escrava sexual”. O criminoso foi detido em 28 de junho, no mesmo dia em que cometeu o crime.
O delegado responsável pelo caso, João Guilherme Medeiros, disse que a vítima relatou que, enquanto estava em cárcere privado, Bittar dizia coisas daquele tipo “o tempo todo”.
O pedófilo passou 11 horas em poder da vítima e teria filmado os abusos e enviado para a própria namorada.
“A vítima contou que Daniel tocou as partes íntimas dela e que ela foi obrigada a tocar a genitália dele”, explicou o delegado. “A menina disse que ele a ameaçava o tempo todo e dizia que ela seria sua escrava sexual.”
Com informações do investigador, o exame do Instituto Médico Legal (IML) comprovou que houve crime sexual, além de uma série de queimaduras pelo corpo da menina. Algumas delas eram graves, provavelmente causadas pelo clorofórmio.
A polícia apura a participação da namorada de Bittar no crime. Gesielly Souza Vieira, de 23 anos, teria descido do carro, perto da escola da vítima, na Asa Norte, sedado a criança com um pano molhado com clorofórmio e colocado a vítima no banco de trás do veículo do servidor público. Ela também foi presa.
De acordo com a polícia, antes disso, Bittar e Gesielly passaram três dias rondando a escola em busca de uma vítima. Segundo Medeiros, a polícia tem filmagem dele em 26 de junho, colocando a mala dentro de seu carro.
“É muito nítido o planejamento do crime. Na verdade, ele tinha em mente outra menina, de 13 anos, que também já foi entrevistada por nossa equipe”, explicou Medeiros. “Essa pretensa vítima já era conhecida da coautora, porque teria morado perto da namorada do Daniel. Era essa menina que estava na mira.”
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) criticou duramente a proposta de criação do chamado Conselho Federativo, encaminhada pelo governo federal como um dos pontos do texto substitutivo da PEC 45, a reforma tributária que tramita no Congresso Nacional.
“Nunca imaginei na minha vida, com a vivência que tenho de Congresso Nacional, que um dia chegaria um texto com um absurdo como o chamado Conselho Federativo. Isso é coisa de venezuelano. Nós fomos eleitos pelo voto. Você desestruturar o ente federado e criar um conjunto de forças com 27 representantes dos estados e 26 representantes dos municípios, qual o presidente da República que não faz maioria dentro de qualquer conselho’, disse Caiado em entrevista ao Globo News, apontando a quebra da autonomia de governadores e prefeitos e o fim do Pacto Federativo, uma cláusula pétrea da Constituição.
A indignação de Caiado e de outros governadores e prefeitos está no fato de que o tal Conselho proposto por Lula e por seu ministro da Fazenda, o ‘poste’ Fernando Haddad, é uma evidente tentativa de tirar da origem da cobrança do imposto o seu cálculo e destinação, centralizando ainda a fiscalização e incorporando até mesmo o poder de decisão sobre questionamentos e pendengas judiciais por parte de contribuintes.
A alusão do governador goiano à Venezuela é precisa, pois lá, assim como ocorre também em Cuba, as decisões sobre os rumos do país nas mais diversas áreas, são feitas por esses tipos de conselhos ‘amplamente aparelhados’ e que acabam atuando exclusivamente para atender os interesses do ‘ditador de plantão’.
Lula, com com seu discurso de ampliar o Estado e seus surtos periódicos de autoritarismo, está só seguindo a cartilha de Maduro para a venezuelização do Brasil.
O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), soltou o verbo contra a mais nova tramoia do Governo Lula.
Lupion falou diretamente sobre a reforma tributária e deu um claro recado dos produtores rurais ao PT.