Carlo Ancelotti não deve assumir a Seleção Brasileira em julho, como muito se esperava. O treinador, que vem dando sinais de que deseja continuar na Espanha, se assustou com o afastamento do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues. O dirigente deixou o cargo por decisão judicial.
A CBF agora terá por 30 dias um presidente interino. José Perdiz, presidente do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), foi o interventor escolhido para comandar a entidade máxima do futebol brasileiro.
Segundo uma fonte da entidade, Ancelotti recebeu a notícia com um misto de preocupação e alívio. No primeiro caso porque o Brasil era sim um caminho viável caso o Real Madrid decida não renovar seu contrato. O vínculo do treinador se encerra em junho.
Apesar disso também houve alívio por parte de Ancelotti. O treinadfor deseja continuar no Real Madrid e se viu em situação delicada ao aprofundar as conversas com Ednaldo. Com a insegurança jurídica na entidade, ele tem a desculpa perfeita para se afastar do projeto.
Guzzo, em recente artigo na Oeste, reforça o que a sociedade brasileira percebe desde sempre:
Lula se coloca, invariavelmente, do lado errado.
Mas será que o gajo se coloca assim por pura incompetência ou ausência de entendimento da realidade?
Lula está no lado errado porque quer?
A resposta parece estar nas reações quase infantis que mostra, desde o dia em que, aturdido num debate antes das eleições, recuou assustado a um contato físico com seu adversário, Jair Bolsonaro.
Lula age como um adolescente rebelde, e sem causa.
Quer irritar, provocar e detonar a todos em seu entorno, pelo simples prazer do ato.
Não é à toa, e nem parece se tratar de vingança ou alienação.
É uma consciência aguda de que perdeu seu maior capital: o respeito do povo brasileiro.
Respeito que jamais recuperará enquanto vivo e nem quando desaparecer.
Não importa que tenha sido ele próprio o causador do fato, a sensação é insuportável para quem precisa ser o fodão, o pica das galáxias.
E não é mais.
Ou será que ele não sabe que nunca mais poderá voltar a andar na rua sem segurança, entre os que um dia foram seu povo?
A única forma de obter ainda pequenas migalhas desse respeito perdido é mesmo na marra. E só na marra.
Assim, o adolescente desafia arrogante a tudo e a todos, provando a si mesmo que - sim - pode tudo.
Essa atitude tem sido vista desde o primeiro dia de seu desgoverno, em inúteis viagens sem fim, declarações estapafúrdias pelo mundo, esfregando a lambança desenfreada de grana pública na cara do povo - com a duvidosa figura de sua cúmplice janja ao lado - e a recusa infantil em aceitar qualquer decisão que tenha vindo do governo anterior, mesmo aquelas comprovadamente excelentes, como as medidas econômicas de Guedes.
Todo adolescente tem a chance de, mais tarde, crescer, evoluir.
Mas Lula, na condição de velho adolescente, já não tem essa chance.
Entre uma sacanagem e outra, o tempo para isso escorreu entre seus dedos, direto pra lata de lixo.
Assim - ele sabe disso muito bem - só lhe resta mesmo ir detonando enquanto pode.
Prefeito Mão Santa, Dona Adalgisa e a Deputada Gracinha Mão Santa irão realizar o melhor Natal do Mundo, o Natal de Luz de Parnaíba no Piauí. Terá saída da Praça do Amor I e seguirá até a Praça do Amor II, pela avenida São Sebastião, a maior avenida gastronômica do mundo.
Venha e traga familiares amigos e vizinhos.
Parnaíba cidade limpa, linda e promissora, tudo aqui é feito com AMOR e DEDICAÇÃO.
O senador Jorge Seif (PL-SC) criticou a postura de Lula em seus discursos na conferência sobre mudanças climáticas, a COP 28.
Segundo o senador, apesar de o Parlamento brasileiro, "numa resposta ágil e cirúrgica", ter decidido pela manutenção do marco temporal (PL 2.903/2023, que impõe diretrizes para a demarcação de terras indígenas), acabou desmoralizado diante de líderes de mais de 120 países que participam do evento.
"O atual presidente da República disse que o Congresso Nacional 'são raposas cuidando do galinheiro'. É inaceitável que o presidente da República trate este Congresso Nacional, a representação do povo, da Casa do Povo, dos estados, nos equiparando a malfeitores ou maus-caracteres, com uma expressão jocosa e depreciativa desta Casa, que decidiu manter o marco temporal da terra indígena", disse.
O parlamentar criticou a quantidade de pessoas que viajaram na comitiva presidencial para participar do evento realizado em Dubai, nos Emirados Árabes.
Seif também disse que Lula "lavou as mãos" para as negociações para implementação de um tratado entre a União Europeia e o Mercosul, quando não rebateu a fala do presidente francês Emmanuel Macron de que o acordo entre os blocos seria "impossível de ser cumprido".
"O presidente da República falou: 'Ah, se não der certo, paciência'. Em mais uma atitude de desrespeito, lavando as mãos sobre um acordo tão importante para o agronegócio brasileiro", concluiu.
A Procuradoria-Geral da República pediu ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que reveja sua decisão em que liberou um precatório de R$ 163,5 milhões da Queiroz Galvão, bloqueado há oito anos na Operação Lava Jato.
Como mostrou a coluna na semana passada, Gilmar considerou irregular a apresentação, pela força-tarefa da Lava Jato, de uma ação de improbidade na esfera cível contra a empreiteira e o deputado Dudu da Fonte, do PP de Pernambuco. O caso trata de suposto pagamento de propina em troca de atrapalhar a CPI da Petrobras, em 2009.
O precatório milionário é referente a valores que a empreiteira tem a receber por serviços ao governo de Alagoas, nos anos 1990, e estava bloqueado nessa ação. Além de liberar o dinheiro, Gilmar também mandou trancar a parte do processo contra a Queiroz Galvão que tratava das suspeitas em torno da CPI.
No despacho, o ministro fez críticas à operação e ao ex-juiz Sergio Moro, hoje senador pelo União Brasil do Paraná, a quem classificou como “exótico personagem da Lava Jato que, seguidas vezes, ultrapassou barreiras e borrou os limites da imparcialidade judicial, articulou esforços, junto ao Ministério Público, para contornar ilegalidades presentes na decisão que sequestrou ativos da reclamante”.
Para a PGR, no entanto, o entendimento do ministro deve ser revisto por ele ou enviado para análise colegiada no STF. No agravo apresentado a Gilmar na quarta-feira (6/12), a vice-procuradora-geral da República, Ana Borges Coelho Santos, alegou que, por razões de adequação processual, a ação da Queiroz Galvão pelo trancamento da ação e desbloqueio dos R$ 163,5 milhões não poderia ter sido sequer admitida por ele.
Ana Santos sustentou, ao contrário do que decidiu o decano do STF, que o fato de a Segunda Turma do Supremo ter rejeitado uma denúncia criminal contra Dudu da Fonte pela suposta propina na CPI da Petrobras não afeta a ação cível de improbidade contra a Queiroz Galvão.
Neste sentido, a PGR alegou que só seria possível cogitar essa hipótese caso o colegiado tivesse rejeitado a denúncia por concluir que não houve crime ou participação do parlamentar. A acusação, no entanto, foi barrada por estar baseada somente em delações premiadas, sem análise de mérito.
A manifestação da Procuradoria disse também que a Queiroz Galvão não era parte do inquérito criminal. Por esse motivo, em sua avaliação, a empresa não poderia ter sido beneficiada pela rejeição da denúncia contra o deputado pernambucano.
O aumento das tensões entre Venezuela e Guiana, na disputa pelo território de Essequibo, pode impactar as relações comerciais e políticas do Brasil com os dois países, além de colocar pressão sobre a população que vive na fronteira, no norte de Roraima.
Os ânimos em torno do conflito se acirraram mais uma vez, nessa quinta-feira (7/12), após os Estados Unidos anunciarem um exercício militar aéreo na Guiana. A medida foi descrita como um “estímulo no entrosamento para melhorar a parceria de segurança” entre os países.
Durante a reunião com a cúpula do Mercosul, o petista enfatizou a busca pela paz. “Vamos tratar com carinho, porque a coisa que não queremos aqui na América do Sul é guerra. Não precisamos de guerra, não precisamos de conflito”, afirmou.
Impactos econômicos e sociais
A Venezuela é parceira histórica do Brasil em termos econômicos e políticos. O país vizinho importa produtos brasileiros, como soja, minérios, óleos brutos de petróleo e carnes. Do lado da Guiana, parte das relações comerciais com o Brasil está relacionada à importação de combustíveis minerais, lubrificantes e produtos químicos.
O professor Américo Lyra, do curso de relações internacionais da Universidade Federal de Roraima (UFRR), avalia que o principal impacto do conflito não está nessas negociações. O problema vai afetar, acima de tudo, a população que vive na fronteira.
O que ocorre é que o distrito guianês de Lethem, que faz fronteira com o município de Bonfim, em Roraima, emprega muitos brasileiros por meio do chamado “comércio formiga”, prática de comprar produtos em um local, por um preço menor, e revender.
“Uma questão que chama a atenção é a capacidade de a economia guianense conseguir empregar brasileiros, o que revela um fôlego relativamento bom em relação à economia”, avalia Américo.
Lyra destaca que a parcela em disputa representa cerca de 70% do território da Guiana. Portanto, uma possível anexação pela Venezuela praticamente inviabilizaria a subsistência do país em termos econômicos, impactando diretamente os empregos dos brasileiros na região.
O presidente da Guiana, Irfaan Ali Reprodução
Maduro mostra mapa da Venezuela com indexação de parte da Guiana que será distribuído em escolas
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em comitiva Vinícius Schmidt/Metrópoles
Maduro e Lula Hugo Barreto/Metrópoles
chefe da Força de Defesa da Guiana, o brigadeiro Omar Khan. Reprodução
O presidente da Guiana, Irfaan Ali Reprodução
Maduro mostra mapa da Venezuela com indexação de parte da Guiana que será distribuído em escolas
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Além disso, uma possível invasão por parte da Venezuela aumentaria o fluxo migratório sobre as cidades de Roraima fronteiriças. Como consequência, o estado de Roraima pode sofrer uma forte pressão sobre os serviços públicos, como saúde, segurança e educação.
“A gente já tem um serviço com limitações. Você tem, basicamente, um hospital no estado para atender toda a população e, agora, atenderia a população migrante. Aumentando esse fluxo, a saúde fica comprometida”, alerta o especialista.
“Além disso, tem os serviços de educação, a própria questão da língua. Para incluir, essas pessoas é preciso ter condições de fazer.”
No último domingo (3/12), o governo de Maduro promoveu um referendo sobre a anexação da região. A consulta terminou com 96% dos cidadãos favoráveis à incorporação do território.
O ministro das Relações Exteriores da Guiana, Hugh Todd, por meio de uma carta divulgada pela AFP, pediu ao presidente do conselho que “convoque urgentemente uma reunião” para discutir a crise entre os dois países.
Na última sexta-feira (1º/12), o governo guianês também apelou à Corte Internacional de Justiça (CIJ), em Haia, para mediar a situação. O tribunal chegou a determinar que Nicolás Maduro não tomasse qualquer atitude sobre Essequibo, reconhecendo a ameaça do governo venezuelano.