ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024
VAMOS SALVAR O BRASIL.
ATENTAI BEM!!! MUITOS DESSES QUEREM COMANDAR PARNAÍBA, MAS NÃO VAMOS DEIXAR.
Olhem bem para este vídeo e vejam alguns que querem comandar nossa querida e amada Parnaíba de Nossa Senhora da Graça, mas não iremos deixar nunca isso acontecer.
Parnaíba hoje é linda e próspera.
DEUS!!! LIVRAI-NOS DESTE GRANDE MAL.
Estamos com Mão Santa e Gracinha Mão Santa.
ANIVERSARIANTE DO DIA.
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PF faz megaoperação contra Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe Alvos são o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Valdemar Costa Neto, Augusto Heleno, Braga Netto, Anderson Torres, entre outros
atualizado

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (8/2) a Operação Tempus Veritatis, para apurar organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito para obter vantagem de natureza política com a manutenção do então presidente da República no poder. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é um dos alvos.
Além dele, a PF mira o presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto; o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Augusto Heleno; e os ex-ministros Braga Netto (Casa Civil) e Anderson Torres (Justiça).
Segundo a coluna de Igor Gadelha, foram presos Filipe Martins, ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência, e o coronel Marcelo Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro na Presidência e atual segurança do ex-presidente contratado pelo PL. Segundo fontes da PF, Martins foi preso em Ponta Grossa (PR).
A PF deu 24 horas para que Bolsonaro apresente o passaporte. Agentes foram à casa onde ele se encontra, em Angra dos Reis, no litoral do Rio.
Ao todo, são cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, quatro de prisão preventiva e 48 medidas cautelares diversas da prisão, que incluem proibição de manter contato com os demais investigados, proibição de se ausentarem do país, com entrega dos passaportes no prazo de 24 horas, e suspensão do exercício de funções públicas.
Policiais federais cumprem as medidas judiciais, expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos seguintes estados: Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
Viaturas da PF e da Polícia do Exército foram vistas às 6h30 na porta das residências de oficiais do Exército em Goiânia.
Atuação nas eleições
Investigações da Polícia Federal (PF) apontam que políticos e militares se aliaram para uma tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito. O objetivo, segundo as apurações, era manter Jair Bolsonaro (PL) no poder e colocar em dúvida o resultado das eleições realizadas em 2022.
As apurações apontam que o grupo investigado se dividiu em núcleos de atuação para disseminar a ocorrência de fraude nas Eleições Presidenciais de 2022, antes mesmo da realização do pleito, de modo a viabilizar e legitimar uma intervenção militar, em dinâmica de milícia digital.
O primeiro eixo constituiu na construção e propagação da versão de fraude nas eleições de 2022, por meio da disseminação de que a urna eletrônica poderia ser adulterada, discurso reiterado pelos investigados desde 2019 e que persistiu mesmo após os resultados do segundo turno do pleito em 2022.
O segundo eixo de atuação consistiu na prática de atos para subsidiar a abolição do Estado Democrático de Direito, por meio de um golpe de Estado, com apoio de militares com conhecimentos e táticas de forças especiais no ambiente politicamente sensível.
O Exército Brasileiro acompanha o cumprimento de alguns mandados, em apoio à Polícia Federal.
Os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024
Senado aprova urgência para PL que acaba com as “saidinhas” Texto deve ser votado na Casa após o Carnaval
Henrique Gimenes - 07/02/2024 19h45
Nesta quarta-feira (7), o Senado aprovou o regime de urgência para o projeto de lei (PL) que acaba com as saídas temporárias de presos em datas específicas. Conhecidas como “saidinhas”, as saídas temporárias geram polêmica após a notícia de crimes cometidos por detentos que estavam usufruindo do benefício.
O projeto teve origem na Câmara dos Deputados e foi relatado na Comissão de Segurança Pública (CSP) do Senado por Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O texto evoga o Artigo 122 da Lei de Execução Pena. A saidinha vale para detentos que cumpram pena em regime semiaberto e dá o direito de saída da prisão até cinco vezes ao ano.
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A urgência foi aprovada em votação simbólica. Com a medida, o texto segue direto para análise no plenário da Casa, sem passar pelo rito convencional.
O texto deve ser analisado na Casa após o feriado de carnaval.
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