A partir das 18h no SESC da Beira Rio, será o lançamento da pré-candidatura de Francisco Emanuel à PREFEITO DE PARNAÍBA.
Vá e leve a sua turma.
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O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Rafael Vitale, anunciou nesta quarta-feira (8) a anulação das multas aplicadas a veículos de carga que transportavam doações para o estado do Rio Grande do Sul. Esses casos ocorreram na balança de Araranguá, em Santa Catarina, localizada a 250 quilômetros de Porto Alegre.
Vitale esclareceu que todos os seis casos identificados seguiram viagem sem retenção na balança, uma vez que foram reconhecidos como transportadores de doações. Em resposta a essa situação, a ANTT implementou novas medidas para facilitar o fluxo de veículos nas estradas que se dirigem ao estado.
Essa decisão ocorre em meio ao reconhecimento do estado de calamidade pelo Congresso, promulgado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), na última terça-feira (7).
As medidas incluem a priorização e dispensa de procedimentos de fiscalização nos Postos de Pesagem Veicular nas rodovias federais sob concessão para veículos de transporte rodoviário de carga que estejam transportando doações para a população. Além disso, as concessionárias rodoviárias receberão recomendações para facilitar o fluxo desses veículos.
Para linhas de transporte rodoviário de passageiros com destino ao Rio Grande do Sul, haverá flexibilização nos pontos de embarque e desembarque, frequência mínima e cumprimento de horários.
Os veículos oficiais em atendimento à população também serão dispensados do pagamento de pedágio nas rodovias.
A ANTT informou que essas medidas já estavam sendo adotadas e agora foram oficializadas por meio de publicação extra no Diário Oficial da União (DOU).
"Como desde então foram desenvolvidas múltiplas vacinas contra variantes da covid-19, há um excedente de vacinas atualizadas disponíveis. Isto levou a uma queda na demanda pela Vaxzevria [nome comercial da vacina da AstraZeneca], que não está sendo mais produzida ou fornecida", afirmou o grupo em um comunicado.
A retirada da vacina do mercado teve início na Europa. Na terça-feira, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) que a autorização de venda da Vaxzevria foi retirada "a pedido do titular da autorização", ou seja, o próprio laboratório farmacêutico.
A empresa também afirmou que "trabalhará com outros reguladores em todo o mundo para iniciar a retirada das autorizações (…) em locais sem previsão de futuras demandas para a vacina".
A AstraZeneca, que desenvolveu a vacina em parceria com a Universidade de Oxford em 2020, disse ainda que deseja "concluir este capítulo" e destacou o "orgulho do papel da Vaxzevria para o fim da pandemia global". "Segundo estimativas independentes, mais de 6,5 milhões de vidas foram salvas apenas no primeiro ano de uso do medicamento", acrescentou a empresa.
Trajetória
A vacina, que também já foi chamada de Covishield ou "Vacina de Oxford” foi uma das primeiras a chegar ao mercado, ainda em janeiro de 2021. A primeira aplicação no público em geral ocorreu no Reino Unido. Mais de 3 bilhões de doses foram distribuídas em todo o mundo desde então.
Vídeo relacionado: Astrazeneca retira do mercado vacina contra a Covid-19 (Dailymotion)
Apenas em 2021, as vendas da Vaxzevria totalizaram US$ 4 bilhões em Vaxzevria em todo o mundo.
Mas, com o tempo, a maior parte dos países do mundo passou a priorizar a aplicação de vacinas de mRNA, em particular a produzida pela gigante farmacêutica americana Pfizer em parceria com a empresa alemã BioNTech. Em 2023, as vendas da Vaxzevria totalizaram apenas US$ 12 milhões.
Em 2022, o maior produtor de vacinas do mundo, o Instituto Serum da Índia, já havia interrompido a produção da sua versão local de vacina da AstraZeneca devido à queda na demanda.
O imunizante da AstraZeneca também enfrentou vários contratempos ao longo da sua trajetória, incluindo a falta de autorização para comercialização nos Estados Unidos, país onde a vacina só foi aplicada em testes.
A AstraZeneca ainda sofreu processos por parte da União Europeia por atrasos na entrega de vacinas em 2021. Além disso, a vacina também chegou a enfrentar suspensões temporárias na sua aplicação em vários países da Europa, como a Alemanha, por suspeitas de aumentar o risco de trombose.
No momento, a empresa está enfrentando uma ação coletiva no Reino Unido em nome de 51 reclamantes devido a lesões supostamente causadas pela Vaxzevria.
Em 2020, a vacina da AstraZeneca figurou como praticamente o único foco de compras do governo Jair Bolsonaro, que ignorou propostas da Pfizer e desprezou a Coronavac promovida pelo governo de São Paulo.
A distribuição da vacina da AstraZeneca no Brasil foi inicialmente marcada por atrasos na importação de doses prontas e de ingredientes para a produção local, que ficou a cargo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). No final, a Coronovac foi a primeira vacina que acabou sendo aplicada no Brasil, em 17 de janeiro de 2021. A primeira dose da AstraZeneca foi aplicada no país em 22 de fevereiro do mesmo ano. Mais de 190 milhões de doses da vacina foram aplicadas no Brasil desde então.
Com o tempo, a vacina da AstraZeneca também perdeu espaço no país para outros imunizantes, especialmente a vacina da Pfizer. Em 2023, o Ministério da Saúde parou de recomendar a sua aplicação como reforço para pessoas com menos de 40 anos.
jps (AFP, DW, ots)
IGN Brasil
O celular é o canivete suíço da nossa geração: compacto, eficiente e com muitas ferramentas que usamos no dia a dia. Porém, há um problema que regularmente ignoramos, que é a conectividade, pois quando saímos de casa costumamos deixar o Wi-Fi ligado onde quer que vamos, o que pode nos trazer mais de um problema de segurança.
Por isso é sempre bom saber mantê-lo desabilitado para um uso mais responsável de nossos dispositivos e assim evitar conectar-se a redes maliciosas e até mesmo evitar que nos localizem a qualquer momento.
Desabilite o WiFi ao sair de casa
A primeira coisa que precisamos saber para um gerenciamento mais seguro da conectividade de nossos dispositivos é estar atento a uma prática extremamente comum: deixar o Wi-Fi ligado para que ele se conecte automaticamente à rede doméstica quando chegarmos em casa. E não é que seja uma jogada pouco inteligente, muito pelo contrário, pois isso evita, por exemplo, ver que todos os nossos dados foram gastos jogando ‘Call of Duty: Warzone Mobile’ ou algo semelhante.
O problema está na segurança do nosso dispositivo. À medida que o mantemos em constante busca por redes para se conectar, damos lugar à interação com todos os tipos de redes abertas, sejam elas maliciosas ou não. Desta forma, as informações armazenadas no nosso smartphone, incluindo a nossa localização, são compartilhadas.
A questão da localização não é pouca coisa. Somos criaturas de hábitos e certamente e constantemente vamos aos mesmos locais para passear em locais onde já temos inúmeras redes Wi-Fi ligadas ao café que gostamos, ao shopping, até ao metro. Rastrear as redes às quais nos conectamos pode revelar facilmente nosso comportamento e localização.
Por esses motivos, é importante repensar a forma como protegemos a nós mesmos e ao nosso dispositivo. Um primeiro passo é deletar todas as redes às quais já estamos vinculados e só acessá-las quando precisarmos. Isso evitará que fiquemos expostos a qualquer tipo de problema, inclusive os que já mencionamos.
Algumas recomendações extras
No caso particular dos dispositivos Android, é importante adicionar um passo extra à equação. Não é necessário apenas desligar o Wi-Fi ao sair de casa e desvincular redes previamente conhecidas, já que boa parte dos aparelhos deste conjunto costumam configurar a localização também com Bluetooth, então acesse as configurações e navegue até as opções de “Localização”. " verificar quais funções estão ativas é de extrema importância.
Assim, podemos decidir quanta liberdade daremos ao nosso celular. O mesmo acontece com aplicativos que podem acessar nossa localização. É aconselhável rever a lista de aplicações que têm acesso à nossa localização para garantir que apenas as necessárias estão ativadas.
Finalmente, talvez seja razoável considerar o quanto precisamos do Wi-Fi fora de casa. Se apenas ouvirmos música, que regularmente já baixamos para uso mesmo sem redes disponíveis, ou se no máximo estivermos conversando no WhatsApp ou no Messenger, talvez não nos prejudique tanto ter apenas acesso aos dados móveis.
*Texto traduzido do site parceiro Xataka México
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Até o final de março, brasileiros ainda não resgataram R$ 8,02 bilhões em recursos esquecidos no sistema financeiro, conforme anunciou o Banco Central (BC) nesta quarta-feira (8). Desde a abertura do Sistema de Valores a Receber (SVR), foram devolvidos R$ 6,54 bilhões dos R$ 14,56 bilhões disponibilizados pelas instituições financeiras.
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Os dados do SVR são atualizados com um atraso de dois meses. Até o término de março, 19.842.315 correntistas haviam recuperado seus recursos, o que corresponde a apenas 31,1% dos 63.800.451 beneficiários listados desde o início do programa em fevereiro de 2022.
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Do total de resgates efetuados, 18.720.053 foram realizados por pessoas físicas e 1.122.262 por pessoas jurídicas. Entre aqueles que ainda não buscaram seus valores, 40.746.526 são pessoas físicas e 3.211.610, jurídicas.
A maioria dos valores não sacados são de pequenas quantias. Valores até R$ 10 representam 63,54% do total de beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 24,95% dos correntistas, enquanto quantias entre R$ 100,01 e R$ 1.000 representam 9,75%. Apenas 1,76% dos beneficiários têm direito a mais de R$ 1.000.
O SVR foi reativado em março de 2023, após quase um ano fora do ar, apresentando novas fontes de recursos, um sistema de agendamento reformulado e a possibilidade de saque para beneficiários de pessoas falecidas. Em março, foram retirados R$ 280 milhões, um aumento em relação aos R$ 218 milhões do mês anterior.
Melhorias do sistema
A versão atual do SVR traz melhorias significativas, incluindo a possibilidade de impressão de telas e protocolos de solicitação, que podem ser compartilhados via WhatsApp. Também foi introduzida uma sala de espera virtual, eliminando a necessidade de um agendamento específico por ano de nascimento ou fundação da empresa.
Há também novos procedimentos para consulta de valores pertencentes a pessoas falecidas, acessíveis por herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais. O sistema oferece mais transparência em casos de conta conjunta, informando quando um dos titulares faz um resgate.
Novas fontes de recursos
Foram adicionadas novas fontes de recursos esquecidos, incluindo contas de pagamento e contas de registro encerradas, além de outras já existentes como contas-corrente ou poupança encerradas, cotas de cooperativas de crédito, recursos de grupos de consórcio encerrados, tarifas e despesas de operações de crédito cobradas indevidamente.
Alerta sobre golpes
O Banco Central alerta para o risco de golpes e enfatiza que todos os procedimentos no SVR são gratuitos. A instituição não envia links nem solicita confirmação de dados pessoais via contato. Recomenda-se que os cidadãos não compartilhem senhas e que apenas a instituição financeira identificada no sistema do SVR deve ser contactada para assuntos relacionados a valores esquecidos.
Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...