ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 23 de julho de 2025

Analogias entre o Tribunal Popular de Roland Freisler e o STF de Alexandre de Moraes

JCO

Bolsonaro, ao cancelar a entrevista que deveria dar em 21/07 ao site Metrópoles, fez a coisa certa. A situação de Bolsonaro lembra as das vítimas do famigerado ‘Volksgerichtshof’, o Tribunal Popular de Hitler, e Alexandre de Moraes lembra o Juiz Roland Freisler (1893-1945), que presidia aquele tribunal.

Como no caso de Bolsonaro, e outras vítimas atuais, os réus de Freisler adentravam o Tribunal Popular já sabendo que estavam condenados. Bolsonaro sabe – sempre soube - que, desde o início da farsa de sua acusação como autor de um golpe que nunca aconteceu, nunca foi planejado, ou cogitado, já estava condenado. O Roland Freisler tupiniquim já o condenou desde o início.

A diferença entre Freisler e Moraes é que o primeiro servia a uma ditadura previamente existente, o Nazismo, enquanto que o segundo é o criador da atual ditadura judicial que verga e envergonha os brasileiros com mais de dois neurônios. Quanto aos procedimentos de um e outro, são similares: ambos sempre demonstraram profundo desprezo pelo devido processo legal, pelas leis existentes e pela Constituição. Há um caso em que um advogado levantou o Código de Processo Legal, para contestar a atuação de Freisler. Este, furioso, tomou o instrumento legal e o atirou no chão. Qual a diferença entre este ato de Freisler e o que Alexandre, o Pequeno, faz diariamente?

Bolsonaro cancelou sua entrevista à revista Metrópoles levando em conta o risco de ser preso, já que fora, sem jamais ter sido condenado em processo algum, proibido por Roland Freisler, digo Alexandre de Moraes.

Champinha, o adolescente matador cruel, também deu entrevista enquanto preso. Suzane Von Richthofen, que planejou o assassinato dos pais, foi outra que deu entrevista após condenada e presa. Fernandinho Beira-Mar, o maior traficante do Brasil, com vários assassinatos pesando nos ombros, também deu entrevista enquanto preso. Até Lula, enquanto 'residia' na prisão da PF em Curitiba, deu entrevistas autorizadas pelo STF. Isto depois de Lula, o Grande Larápio, ter sido condenado em segunda instância por crime de roubo e desvio de dinheiro público. Já Bolsonaro, inocente de todas as manipulações do nosso Roland Freisler atual, também conhecido como Alexandre, o Mínimo, está proibido de se comunicar até com o filho, regalia que nunca se negou ao pior bandido. Repito para que o leitor decente e humano não tenha dúvidas: Bolsonaro, sem qualquer condenação judicial, foi proibido de se comunicar com o filho, inocente exilado nos Estados Unidos. Aguarda-se o dia em que Bolsonaro, mesmo inocente de toda a farsa engendrada, seja proibido de se comunicar com a esposa.

Nosso Ditador Judicial, Alexandre, o Pequeno, se esforça para superar, em crueldade e arbítrio, o sádico monstro espanhol, Inquisidor Chefe da impiedosa Inquisição Espanhola, Tomás de Torquemada (1420-1498). O Brasil, sob o tacão de Alexandre, se tornou uma mancha entre as nações civilizadas. Felizmente a Terra gira para frente. Amanhã há de ser outro dia, com Brasil livre de ditadores. A História não falha!

Roland Freisler foi morto em sua infame corte judicial, esmagado durante um bombardeio da força aérea americana. Torquemada hoje enfeita o panteão dos monstros cruéis que infelicitaram a humanidade. Espera-se que em breve, Alexandre de Moraes, como todos os ditadores, seja jogado na lata de lixo da História.

Presidente Trump, mande logo não sua força aérea, mas a Lei Magnitsky para libertar os brasileiros desta medonha e despudorada ditadura judicial.

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

Ex-presidente do STF mostra o quão absurdo é o julgamento de Bolsonaro e não perdoa Moraes

JCO

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello avaliou que Alexandre de Moraes não utilizou de forma correta os artigos do Código Penal.

Veja o que disse o magistrado:

"É potencializar muito [o artigo]. Achar que a atuação de Eduardo Bolsonaro [deputado licenciado] e também a atuação do próprio ex-presidente implicaria negociar com governo estrangeiro a agressão ao país, a invasão do país é brincadeira. Não é sério", disse.
"Não. Esse artigo é de uma exceção extraordinária. E a exceção tem que ser levada em conta de forma estrita. 
Só quando os parâmetros realmente sugerem o acionamento dela. E no caso não se tem. 
É querer colocar a família Bolsonaro como vítima. Os tempos são estranhos. De tédio, nós não morreremos", cravou.

O ministro ainda comentou sobre o julgamento de Bolsonaro ser conduzido na instância máxima do país:

"Tudo está errado, a começar pela competência. Estamos falando do ex-presidente Bolsonaro. Onde foi julgado o ex-presidente Lula quando era ex-presidente? Na 1ª instância. Por que Bolsonaro está no Supremo se não houve modificação da legislação? O foro de prerrogativa de função busca proteger o cargo, não o cidadão."
"Ao ser julgado na 1ª instância, você tem acesso a um órgão revisor. Ao ser julgado no Supremo, em martelada única, você não tem. Quando nós vamos ter um cons(c)erto, com “s” [no sentido de restaurar] e com “c” [no sentido de conciliar]? Lastimavelmente não há ninguém lá [no Supremo] para colocar um dedo na ferida. Para bancar em um colegiado como eu cansei de bancar o esquisito. E divergir",  completou.

Por fim, o ministro cobrou das autoridades mais “equilíbrio nas ações”.

"Apenas acrescento que o momento é de temperança. É um momento de busca do almejado equilíbrio nas ações. A sociedade está acompanhando. E a cada passo essa grande instituição que é o Supremo vai sofrendo um desgaste terrível. Isso é ruim para a nacionalidade",  finalizou.

Servidores da Strans são alvos de operação por apagar multas e fraudar sistema

Cidade Verde Por Rebeca Lima

Fotos:PCivil 

A Polícia Civil do Piauí deflagrou, na manhã desta quarta-feira (23), a Operação Reset, que apura um esquema de exclusão indevida de multas de trânsito na Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (STRANS), em Teresina. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária contra servidores públicos e funcionários terceirizados do órgão.

Segundo o Departamento de Combate à Corrupção (Deccor), responsável pela investigação, entre fevereiro e junho de 2024 foram excluídas ilegalmente 2.215 multas de trânsito, beneficiando motoristas infratores e gerando um prejuízo superior a R$ 503 mil aos cofres do município.

Ainda de acordo com a polícia, a fraude também resultou na remoção de 12.393 pontos nas carteiras de habilitação dos condutores favorecidos.

O delegado Ferdinando Martins, coordenador da Deccor, informou que os responsáveis pelas exclusões já foram identificados e incluem tanto servidores públicos, quanto funcionários terceirizados da STRANS. Agora, a investigação busca descobrir se houve participação de superiores hierárquicos ou interferência política.

“Vamos dar continuidade às investigações. Nosso objetivo agora é esclarecer se houve participação de autoridades superiores e eventuais ordens políticas para a prática dos atos ilícitos”, afirmou o delegado.

Os envolvidos podem responder por crimes como exclusão indevida de dados em sistema público, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão, além de associação criminosa e outros delitos relacionados.

A operação foi realizada com o apoio da Diretoria Especializada em Operações Policiais (DEOP) e da Seccional 2 – Divisão 2. A Polícia Civil reforçou que a ação integra os esforços de combate à corrupção e à impunidade no serviço público estadual.

terça-feira, 22 de julho de 2025

TRIO ABENÇOADO POR DEUS.

Ser bom é ser como essa família age, sempre ajudando os mais humildes de Parnaíba e do Piauí, não tem como comparar essa família a nenhuma outra. Eles são o "PILAR" dessa cidade.

O que eles fizeram... Fazem... E o que irão fazer por todos nós, é passivo de sermos gratos.

A gratidão é a maior virtude do ser humano.

Tudo o que construíram, fizeram de todo o coração pelo nosso povo.

Nossa escolha será uma legenda partidária que faça deputados eleitos, pois a vitória numa eleição só tem sentido quando serve para realizar sonhos e ser instrumento do bem coletivo.


gracinhamaosanta

Já passaram 24h...

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de 24 horas para que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro se manifeste sobre o suposto descumprimento das medidas cautelares impostas contra ele.

A defesa do ex-presidente já comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ele não fará mais manifestações públicas até que haja um esclarecimento oficial sobre o alcance das medidas cautelares que lhe foram impostas.

“Em sinal de respeito absoluto à decisão da Suprema Corte, o embargante não fará qualquer manifestação até que haja o esclarecimento apontado nos presentes embargos”, afirmam os advogados Celso Vilardi e Paulo Amador da Cunha Bueno no documento.

Moraes avisou que uma das penalidades após 24h poderia ser a "prisão preventiva" de Bolsonaro.

Essas 24h já passaram... Tudo pode acontecer nas próximas horas!

A absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro atingi

Bolsonaro toma atitude drástica até que Moraes responda sobre decisão

JCO

 22/07/2025 às 19:31

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ele não fará mais manifestações públicas até que haja um esclarecimento oficial sobre o alcance das medidas cautelares que lhe foram impostas. O posicionamento foi enviado nesta terça-feira (22) ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

“Em sinal de respeito absoluto à decisão da Suprema Corte, o embargante não fará qualquer manifestação até que haja o esclarecimento apontado nos presentes embargos”, afirmam os advogados Celso Vilardi e Paulo Amador da Cunha Bueno no documento.

O movimento ocorre após Moraes intimar a defesa a prestar explicações sobre um vídeo divulgado nas redes sociais, no qual Bolsonaro aparece na Câmara dos Deputados, usando tornozeleira eletrônica e discursando para parlamentares.

A gravação foi compartilhada por terceiros, e a defesa sustenta que o ex-presidente não teve envolvimento direto na postagem nem solicitou a publicação.

O jornalista Paulo Figueiredo Publicou:

"URGENTE! Defesa de Bolsonaro diz que ele ficará em silêncio completo até que Alexandre esclareça decisão estapafúrdia anterior."

Você lembra dela?



Esta é Heley de Abreu Batista, uma heroína anônima, foi uma professora brasileira. Ganhou notoriedade ao dar sua própria vida em um ato de coragem para salvar crianças na Tragédia de Janaúba. Já temos série em algum streaming sobre esta heroína?

O líder do MBL, a iminente condenação e o começo do fim de uma carreira política relâmpago

JC 01/02/2026 às 10:36 A avaliação que se pode fazer – e que o contexto da fala permite avaliar – é que o vídeo será compartilhado entre apo...