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terça-feira, 19 de agosto de 2025

Malafaia diz que seu caso "vai chegar em Trump"

JCO
19/08/2025 às 10:01

O pastor Silas Malafaia reagiu nesta terça-feira (19/8) à sua inclusão no inquérito da Polícia Federal que investiga a atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, em suposta tentativa de influenciar o julgamento da suposta trama golpista no Brasil.

Malafaia afirmou que líderes religiosos ligados ao presidente americano Donald Trump já foram informados da investigação e que o assunto deve chegar ao próprio Trump. Segundo ele, esse movimento pode gerar repercussões negativas “para o Brasil, para o STF e para Alexandre de Moraes”.

“Com certeza, isso vai chegar ao ouvido do presidente [Trump], o que estão fazendo comigo. […] Pastores que estão no entorno do Trump — muitos deles vêm ao Brasil […], sabem das coisas, sabem o que está acontecendo. Esses caras […], ao chegarem no ouvido do presidente Trump […], dizendo: ‘Olha, acabaram de incluir um dos maiores líderes evangélicos do Brasil nesse inquérito’”, declarou.

Malafaia também destacou a importância da figura pastoral nos Estados Unidos, afirmando que, culturalmente, um líder religioso não deveria ser alvo de medidas relacionadas a disputas políticas.

“Para o americano, um líder, um pastor, é muito respeitado e não pode ser tocado quando se trata de questões políticas. Quando se trata de opinião de um religioso, isso é muito sério e grave”, disse.

O inquérito em que o pastor foi incluído foi aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

PF investiga desvio de R$ 50 mi da educação em cidades do Maranhão Operação da PF apreendeu carros, joias, R$ 54 mil em espécie e um cheque de R$ 300 mil

metrópoles 

 atualizado 

Divulgação/PF
PF deflagra operação Lei do Retorno
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Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (19/8) uma operação no Maranhão contra suspeitos de desvio de mais de R$ 50 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb).

Foram cumpridos 45 mandados de busca apreensão contra pessoas físicas e jurídicas e servidores públicos nas cidades de Caxias, São Luís, São José do Ribamar, Buriti Bravo, Presidente Dutra, Joselândia, no Maranhão, e em Teresina, no Piauí.

Foram apreendidos carros, joias, R$ 54 mil em espécie e um cheque de R$ 300 mil.

A operação, batizada de Lei do Retorno, mira uma organização criminosa suspeita de desviar recursos do Fundeb entre 2021 e 2025 por meio de fraudes em licitações municipais.

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PF deflagra operação Lei do Retorno
PF deflagra operação Lei do Retorno
PF deflagra operação Lei do Retorno
PF deflagra operação Lei do Retorno

A PF identificou, ao longo da apuração, que parte dos valores contratados com os recursos públicos para a educação eram devolvidos para os servidores públicos envolvidos nas fraudes.

Segundo a corporação, o núcleo investigado “atuou na manipulação de procedimentos licitatórios, desvio de recursos públicos provenientes do Fundeb e apropriação de parte dos valores desviados pelos servidores públicos envolvidos no esquema criminoso”.

Os crimes apurados incluem, dentre outros, a formação de organização criminosa, corrupção ativa e/ou passiva, peculato, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro, cujas penas, se somadas, podem chegar até 52 anos de prisão.

Dino vira motivo de piada nos EUA

JCO

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) publicou um vídeo em tom de ironia a respeito da determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino. A decisão tentou estabelecer que nenhuma empresa ou instituição atuante no Brasil pode impor restrições ou bloqueios baseados apenas em medidas unilaterais adotadas por outros países.

“Na verdade, o que o Dino tem que fazer é mandar a decisão dele para os Estados Unidos para ver se as agências americanas vão respeitar a decisão do juiz Flávio Dino. 
Eu vou te dizer, aí é uma violação da soberania americana, né, extraterritorialidade sendo aplicada na veia, algo que é proibido até pela nossa constituição”, disse Eduardo.

Dino virou motivo de piada...

Moraes foi alvo da legislação norte-americana que visa punir autoridades estrangeiras acusadas de violar direitos humanos. À época, o governo de Donald Trump relacionou a medida ao processo no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), réu por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Trump, inclusive, acusou a Justiça brasileira de promover uma “caça às bruxas” contra o ex-mandatário.

Moraes toma mais uma "pancada" de Donald Trump

JCO

O Departamento de Estado dos Estados Unidos voltou a fazer duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em uma publicação no X, o Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental (Bureau of Western Hemisphere Affairs) classificou o magistrado brasileiro como “tóxico”.

A declaração veio na esteira da decisão tomada pelo ministro Flávio Dino, também do STF, que determinou que empresas e instituições atuantes no Brasil não podem impor restrições ou bloqueios com base em medidas unilaterais de outros países.

Diz o texto divulgado pelo órgão norte-americano:

“Alexandre de Moraes é tóxico para todas as empresas e indivíduos legítimos que buscam acesso aos EUA e seus mercados. Nenhum tribunal estrangeiro pode invalidar as sanções dos Estados Unidos — ou poupar alguém das graves consequências de violá-las. Cidadãos americanos estão proibidos de fazer transações com ele e cidadãos não americanos devem agir com cautela: aqueles que fornecem apoio material a violadores de direitos humanos também enfrentam o risco de sanções”.

Mais uma forte "pancada"...

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...