ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 9 de setembro de 2025

Trump vai à forra com Tom Hanks: Premiação está cancelada

JCO

A Associação de Graduados de West Point cancelou a cerimônia que premiaria o ator Tom Hanks com o Prêmio Sylvanus Thayer. O evento estava programado para 25 de setembro na academia militar mais antiga dos Estados Unidos. O presidente Donald Trump celebrou a decisão em sua rede social nessa terça-feira (9).

O cancelamento foi anunciado durante o fim de semana por meio de um e-mail enviado pela associação de ex-alunos, conforme reportado pelo jornal The Washington Post.

Trump manifestou aprovação pela decisão em sua plataforma Truth Social.

"Nossa grande West Point (cada vez melhor!) cancelou inteligentemente a cerimônia de premiação do ator Tom Hanks. Uma decisão importante!", disse o presidente americano.

Na mesma publicação, ele acrescentou:

"Não precisamos que figuras destrutivas, WOKE, recebam nossos valiosos Prêmios Americanos!!!"

O Prêmio Sylvanus Thayer é concedido a "um cidadão de destaque dos Estados Unidos, cujo serviço e feitos em áreas de interesse nacional exemplificam sua devoção pessoal aos ideais expressos no lema de West Point: 'Dever, Honra, Pátria'", declarou a WPAOG quando anunciou Hanks como laureado para 2025.

A associação havia justificado a escolha do ator destacando sua trajetória profissional. "Grande parte da carreira de cinco décadas de Hanks reflete seu apoio aos veteranos, às forças armadas e ao programa espacial americano", afirmou a WPAOG no comunicado original da premiação.

Hanks é conhecido por suas atuações em produções com temáticas militares como "O Resgate do Soldado Ryan" e a série "Band of Brothers", ambas relacionadas à Segunda Guerra Mundial. O ator, vencedor de múltiplos prêmios Oscar, ainda não se manifestou publicamente sobre o cancelamento da homenagem.

Sem dinheiro e sem emprego, Joice é condenada em ação indenizatória

JCO

A ex-deputada federal e jornalista Joice Hasselmann perdeu o último recurso e foi condenada a indenizar a rádio Jovem Pan.

A decisão final é do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e não cabe mais nenhuma possibilidade de protelação. Quando deputada, ela chamou a rádio de “lixo”.

Para sorte de Joice, o valor da condenação é de apenas R$ 10 mil reais, mas ela terá que pagar.

Outras condenações certamente estão a caminho. Esse é o mal que acomete quem diz o que quer, ofende, mente e calunia. Uma hora a conta chega.

A intervenção federal em Chicago e a nova desonestidade do Partido Democrata

JCO

Escrevo sobre política americana desde 2018. É tempo suficiente para todos saberem o que penso do Partido Democrata. Além do cinismo desonesto que acompanha qualquer agremiação de esquerda, é o lar do antiamericanismo por excelência. Seus integrantes nutrem um desprezo mal confessado pelos valores basilares dos Estados Unidos – e pela verdade também.

A nova desonestidade dos democratas? Culpar Indiana, Mississipi e Missouri – ambos estados governados por republicanos – pela criminalidade desenfreada em Illinois, especialmente na cidade de Chicago. O prefeito da cidade, Brandon Johnson, declarou que ‘’para cada tiroteio no município, há um traficante de armas no Mississipi lucrando’’.  Um dos senadores do estado, Dick Durbin, disse haver ‘’muitas armas em Chicago vindo de outros locais’’ e que ‘’Trump eliminou as pessoas que garantiam que os traficantes de armas sejam responsabilizados’’.

Isso não é piada – se fosse, seria de péssimo gosto. Dois políticos da maior nação do planeta agem como politiqueiros de uma República das bananas, líderes de um DCE qualquer. Pior o caso de Brandon Johnson: ele é prefeito de Chicago, tem a caneta na mão e poder para solucionar – ou ao menos diminuir – o problema. Além de mentir acerca da verdadeira causa da criminalidade em sua cidade, ele e o senador Durbin culpam os opositores. É realmente patético.

Para começo de conversa, os democratas não têm o direito de culpar quem quer seja pela violência em Chicago. O último prefeito republicano que a cidade teve foi William Hale Thompson, que governou a cidade entre 1927 e 1931 – é quase um século de hegemonia azul. Mesmo que se considere as metamorfoses ideológicas que sofreram os dois grandes partidos, houve tempo suficiente para dar um basta no crime. Além disso, o federalismo americano garante a estados e municípios um papel preponderante na atuação do Estado em suas atribuições, e a segurança dos cidadãos é uma delas. Por fim, a explosão da criminalidade é resultado direto da teorização do banditismo como força revolucionária pela Escola de Frankfurt, cujos intelectuais são idolatrados pela esquerda americana – o que explica o tratamento dos bandidos como ‘’vítimas da sociedade’’.

Antes que algum engraçadinho diga que estou exagerando, basta a leitura de ‘’O Homem Unidimensional’’ para atestar como a esquerda seguiu à risca o conselho de Herbert Marcuse ao abraçar os criminosos para a sua engenharia social macabra. Não é invenção alguma.

O resultado não poderia ser outro: Chicago é a décima cidade mais violenta dos EUA com uma taxa de 24 homicídios por 100 mil habitantes. Aliás, vale lembrar que 19 das 20 cidades mais violentas do país são administradas pelos democratas – Detroit tem um prefeito independente. O Partido Democrata tem zero autoridade para poder falar em combate ao crime.

A verdade é que os democratas estão num profundo descrédito: 60,5% dos americanos têm uma visão desfavorável do partido. Como poderia ser diferente com lideranças políticas tão fracas e o legado tenebroso do governo Biden? A agremiação que dizia defender a classe trabalhadora acabou abandonando os trabalhadores ao virar as costas para as suas demandas e abraçar incondicionalmente a agenda progressista. Que tipo de identificação poderá ter o americano comum com um representante mais preocupado em corrigir piadas politicamente incorretas ou mudar a gramática para não ofender as tais minorias? As pessoas querem emprego e qualidade de vida, não uma palestra sobre algum tema inútil de um acadêmico de Harvard.

Sem a classe trabalhadora, o que resta ao Partido Democrata? Os millennials? Pode fazer sentido se você concorre num local como Califórnia ou Vermont, mas em estados com uma população que sofreu os impactos da crise financeira de 2008 ou dos tratados comerciais desastrosos de Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama, é uma aposta arriscada. Não por acaso o presidente Trump abarcou uma quantidade nada desprezível de eleitores que votavam nos democratas há bastante tempo e conseguiu vitórias em estados como Michigan, Pensilvânia, Wisconsin e até mesmo Nevada – além de transformar a Flórida num estado solidamente republicano.

Pois bem, Trump já falou em realizar uma intervenção federal em Chicago para combater a criminalidade. A reação dos democratas foi previsível: chilique, inverdades e afetação teatral. Ora, se eles são as autoridades competentes e não resolveram o problema, cabe ao presidente parar com a conversa fiada e fazer alguma coisa – dentro dos limites impostos pela Constituição, óbvio. É o que se espera numa situação desse tipo, ou o partidarismo está acima da proteção dos cidadãos? J.B. Pritzker diz que o mandatário quer entrar em guerra com a cidade, omitindo convenientemente que ela já está – só que com a criminalidade. O governador de Illinois deve ficar realmente preocupado em ver alguém consertar algo e não culpar seus opositores. Essa é a real insatisfação.

Como a grande mídia brasileira é mera sucursal do Partido Democrata, a versão do governador J.B. Pritzker será vendida como verdade do Evangelho por Guga Chacra, Lourival Sant’Anna e tutti quanti. O primeiro, aliás, publicou um artigo em que diz que ninguém antes de Donald Trump contestava os alicerces democráticos do país e as instituições eram respeitadas. É mesmo, cara pálida? Quando a Receita Federal americana bisbilhotou o Tea Party no governo Obama e o FBI espionou católicos tradicionalistas – destaque para um padre da FSSPX – de forma ilegal, o sr. Guga falou alguma coisa? Obama e Biden eram estadistas totalmente imaculados?

Ah, deve ser teoria da conspiração. Eis a típica desonestidade esquerdista.

Carlos Júnior

Jornalista

URGENTE: Hamas comemora novo atentado em Israel

JCO

Mesmo enfraquecido, o terrorismo sobrevive.

Nesta segunda-feira (8), atiradores abriram fogo contra um ônibus e contra pessoas que estavam perto de um importante cruzamento em Jerusalém Oriental, matando seis pessoas e deixando cerca de 10 feridos.

As autoridades israelenses classificaram o ataque como um ato de terrorismo — ao passo que o grupo terrorista Hamas comemorou a violência, afirmando que os atiradores eram palestinos. A polícia israelense anunciou que os homens foram "neutralizados".

O ataque aconteceu na entrada do bairro de Ramot, em Jerusalém Oriental, área de maioria palestina ocupada e anexada por Israel. Em um relato preliminar sobre o incidente, a polícia israelense afirmou que dois homens abriram fogo contra um ônibus público e transeuntes que estavam no entorno, por volta das 10h15 (04h15 em Brasília). Um agente de segurança e civis que estavam no local reagiram, responderam aos tiros e mataram os atiradores.

O Hamas não assumiu a responsabilidade pelo novo ataque, mas emitiu um comunicado comemorando a ação, e confirmou que os atiradores eram palestinos

A "manobra" para pressionar Barroso

JCO

Partidos oposicionistas se movimentaram em Brasília para tentar impedir o avanço do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), dentro do processo conhecido como inquérito do golpe. A análise do caso, aberta na Corte, teve início no mesmo dia e está prevista para se estender até 12 de setembro.

A manobra mais recente busca convencer o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, a suspender temporariamente o julgamento. O argumento central é baseado em documentos e depoimentos fornecidos por Eduardo Tagliaferro, que já atuou como assessor do ministro Alexandre de Moraes e prestou informações à Comissão de Segurança do Senado.

Esses dados também foram associados aos relatórios produzidos pelo jornalista norte-americano Michael Shellenberger, que levanta questionamentos sobre possíveis irregularidades nas ações do Supremo e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na audiência, Tagliaferro ganhou destaque ao reforçar a narrativa de supostas falhas no processo conduzido pela Corte.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) defendeu que o material deveria ser encaminhado imediatamente ao presidente do STF. Segundo ela, “esse material tem de ser encaminhado hoje ao ministro Barroso e ele, de ofício, tem de interromper aquele julgamento. Aquele julgamento está contaminado, as provas estão contaminadas. Qualquer estudante de direito sabe que tem de interromper aquele julgamento ainda hoje”.

Além da tentativa de influenciar Barroso, a oposição pretende remeter os documentos também ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). A expectativa é criar um clima de pressão política para que ele tome medidas contra Moraes.

Apesar disso, Alcolumbre já deixou claro que não pretende pautar qualquer pedido de impeachment contra o ministro do Supremo. Em suas próprias palavras, mesmo que “80 senadores” manifestem apoio à medida, ele não colocará a questão em votação.

O jornalista Paulo Figueiredo trouxe uma análise preocupante:

"Não sei de quem foi a brilhante ideia de convocar o Tagliaferro hoje para um depoimento bombástico em meio ao julgamento mais importante do país. Nem sei porque o próprio resolveu fazer essas revelações hoje. Tem gente que até tem boa intenção, mas carece de estratégia..."

Lindbergh tenta aparecer e piora ainda mais a situação de Moraes (veja o vídeo)

JCO

O advogado de Donald Trump, Martin de Luca, recentemente fez um comentário sobre a situação de Lindbergh Farias no esquema corrupto do PT com a construtora Odebrecht.

O atual líder do PT na Câmara do Deputados, foi denunciado por receber R$ 4,5 milhões de propina. O advogado de Trump lembrou o caso.

O petista então resolveu responder afirmando com convicção que Bolsonaro será condenado, demonstrando com isso já conhecer previamente o resultado de um julgamento que ainda não começou.

Imediatamente, Martin de Luca agradeceu Lindbergh por confirmar o que todos já sabem. A ‘lawfare’ contra Bolsonaro. Ou seja, a utilização da “Justiça” para perseguir adversários políticos.

Isso incrimina a atuação do ministro Alexandre de Moraes e de outros ministros que certamente votarão pela condenação do ex-presidente.

Lindbergh, um sujeito pouco íntimo da inteligência, somente confirmou a perseguição insana e fortaleceu a tese defendida pelo presidente Donald Trump para sancionar Moraes e tomar outras medidas duras contra o regime brasileiro.

Veja o vídeo:

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Show Solidário com Carlinhos Conceição

Uma noite de música, fé e fraternidade ao som de Carlinhos Conceição, voz que emociona e eleva. Venha viver esse encontro de luz e ajudar quem precisa!

📅 09 de setembro

⏰ 19h

📍 Auditório Central da UFDPar.

🎟️ Entrada: 1 kg de alimento + contribuição voluntária R$10,00

Traga a família, convide os amigos e participe dessa noite que une arte e caridade. Toda doação fará a diferença na vida de quem mais precisa. 🙏💙

👉 Marque quem vai com você e compartilhe nos seus Stories para ajudar a divulgar. Nos vemos lá! 

#showsolidario #carlinhosconceição #cecx #culturaecaridade

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é um dia muito especial, pois celebramos mais um ano de vida do gerente do Armazém Paraíba, o senhor D. Paula. Desejamos que DEUS lhe a...