ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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domingo, 21 de setembro de 2025

O discurso de Trump na ONU e a aposta do mercado

JCO

A Bolsa de Valores é um termômetro fidedigno e excelente parâmetro de análises e previsões sobre o país e o mercado.

A Bolsa está otimista, cotações subindo, mercado valorizando.

Não acham estranho esse comportamento em um momento de extrema turbulência política e insegurança jurídica?

Para tentarmos entender esse comportamento, temos que levar em consideração alguns aspectos:

O mercado possui informações privilegiadas sobre os bastidores do poder, que se disseminam rapidamente, assim como boatos também.

O movimento do dia representa uma aposta futura. Se o presente está ruim, mas as perspectivas de melhora são boas, é momento de comprar e as ações sobem.

O que estaria fazendo o mercado ter otimismo com o futuro próximo, ante tantas barbaridades que presenciamos?

A meu ver, só há uma explicação:

O discurso de Trump na assembleia da ONU, semana que vem.

Circulam especulações de que o Laranjão explicitará toda a farsa do julgamento do Bolsonaro, desmascarará os sinistros envolvidos, o conluio com o Executivo, a perseguição política, além de anunciar mais sanções.

Lula sairá desta assembleia mais desmoralizado que um rato.

Isso poderá encerrar toda a insegurança jurídica que vivemos e iniciar uma nova fase de recuperação.

Acredito que seja essa a aposta do mercado.

Ou, por outro lado, poderá fazer com que os aloprados de plantão nos joguem no abismo junto com eles.

Façam suas apostas senhoras e senhores.

Pedro Possas. Médico.

A dura revelação no relato do pai do assassino de Charlie Kirk

JCO

Os pais do assassino de Charlie Kirk são republicanos e relatam que ele era um bom rapaz, mas se perdeu quando entrou na universidade e foi cooptado pelos revolucionários.

É uma realidade triste de muitas famílias. Criam o filho com todo amor e carinho, lhe dão suporte intelectual que lhe possibilita entrar nas universidades mais concorridas, e lá dentro ele vira um lixo.

Meu conselho: não coloquem seus filhos na universidade logo que terminarem o ensino médio.

O melhor é o jovem fazer um curso técnico profissionalizante, trabalhar um pouco para ganhar experiência de vida e autonomia, para só depois ingressar na universidade.

Um jovem entre 17 e 18 anos, recém saído do ensino médio, inexperiente e tão novo, não tem as ferramentas psicológicas e emocionais para se blindar dos meios de cooptação dos movimentos militantes universitários, que são profissionais e experientes nos métodos de lavagem cerebral.

E vale alertar que os inimigos não são os professores universitários, mas sim as entidades discentes: centro acadêmico, grêmio, atlética, conselhos acadêmicos, organizadores de festas, palestras, "oficinas", atividades complementares, etc.

Quando a pessoa entra na universidade com mais de 25 anos, já tendo um trabalho e amadurecido, é bem mais difícil de cooptar.

Ricardo Santi.

“Carregador de propina” do Careca do INSS recebeu procuração de braço-direito de senador para sacar dinheiro

JCO

Gustavo Marques Gaspar, empresário que atuou como assessor do senador Weverton (PDT-MA), concedeu procuração a Rubens Oliveira Costa, apontado pela Polícia Federal como "carregador de propina" no caso "Farra do INSS". O documento foi registrado em cartório de Brasília em 12 de março de 2025, cerca de um mês antes do início da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes previdenciárias. As informações são do jornalista Tácio Lorran, do site Metrópoles.

A procuração autoriza Oliveira a administrar contas bancárias da empresa GM Gestão Ltda, dando a ele "amplos poderes" para "abrir, movimentar e encerrar contas", "fazer depósitos, retiradas, transferências e aplicações" e "receber, emitir, assinar, endossar e descontar cheques".

Gaspar trabalhou no gabinete da liderança do PDT no Senado entre 2019 e 2023, com remuneração mensal de R$ 17,2 mil. Ele deixou o cargo após reportagens indicarem sua condição de funcionário fantasma.

Nas investigações da PF, Rubens Oliveira é identificado como "facilitador" e "intermediador" de Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, considerado um dos principais operadores do esquema fraudulento contra aposentados.

Por meio de seu advogado, Oliveira negou as acusações.

"O Senhor Rubens Oliveira, economista, atua na área de consultoria empresarial e gestão financeira, razão pela qual foi contratado, por curto período, pelo Senhor Gustavo Marques Gaspar, com quem manteve relacionamento exclusivamente profissional, sem jamais ter realizado qualquer movimentação financeira na empresa GM Gestão Ltda", afirmou a defesa.

O comunicado também declara que Oliveira "nunca participou de qualquer movimento ou pagamento de propina, seja em benefício do Senhor Antônio Carlos Camilo Antunes ('Careca do INSS'), seja em benefício do Senhor Gustavo Marques Gaspar". A defesa afirma ainda que o consultor "jamais conheceu, nem sequer tinha ciência da existência do Senador Weverton Rocha".

O senador Weverton e Gustavo Gaspar não se manifestaram quando procurados. Em ocasiões anteriores, o parlamentar admitiu ter recebido Antonio Antunes em seu gabinete, mas disse que o encontro tratou do mercado de cannabis, setor em que o empresário atua através da empresa World Cann.

Após pedidos de informações pela imprensa, o Senado Federal impôs sigilo nos registros de entrada de Antonio Antunes na instituição. Weverton indicou André Fidelis para dirigir a área de benefícios do INSS, conforme confirmado pelo ex-ministro Carlos Lupi em depoimento à CPMI que investiga as irregularidades.

Fidelis assinou convênios com entidades que efetuaram descontos de R$ 142 milhões somente em 2025. A PF investiga se ele recebeu propinas de R$ 1,4 milhão de Antonio Antunes.

As investigações apontam Rubens Oliveira como "operador financeiro" do esquema. A PF descobriu que suas movimentações financeiras superaram em dez vezes sua capacidade declarada. Ele representa legalmente a ACCA Consultoria Empresarial Ltda, empresa que está no "centro de movimentações financeiras atípicas e volumosas, claramente incompatíveis com seu faturamento declarado", de R$ 586.675.

Levantamentos realizados em maio indicaram que pessoas e empresas ligadas ao suposto operador receberam R$ 4,9 milhões de entidades associativas e empresas intermediárias das fraudes no INSS.

A defesa de Oliveira afirmou que ele "já havia se desligado integralmente de todas as empresas vinculadas ao Senhor Antônio Carlos Camilo Antunes" antes do início das operações policiais.

Documentos obtidos durante as investigações mostram que Oliveira também atuava na lavagem de recursos para ocultar valores ilícitos. Segundo a PF, uma das justificativas para os saques em dinheiro vivo, que somaram R$ 949 mil, seria a compra de imóveis. Antunes é o principal sócio da ACCA Consultoria Empresarial.

As autoridades identificaram que Oliveira e Antunes administram empresas que funcionam como "canalizadores de fundos", incluindo a Brasília Consultoria Empresarial SA e a Prospect Consultoria Empresarial Ltda.

A defesa de Rubens Oliveira finalizou sua manifestação afirmando que ele "sempre esteve e permanece à disposição da Justiça, sendo o maior interessado na completa elucidação dos fatos". Três ex-dirigentes do INSS são investigados por supostamente receberem pagamentos ilícitos relacionados ao esquema.

Romário é condenado em processo milionário

JCO

O senador Romário (PL-RJ) foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro a pagar indenização de R$ 2 milhões por fraude à execução de dívida. A decisão judicial foi proferida na sexta-feira (19), após o parlamentar ser acusado de simular débitos para evitar o pagamento de valores devidos à empresa Koncretize, que prestou serviços ao seu antigo restaurante na Barra da Tijuca.

O processo está relacionado a dívidas do Café Onze, estabelecimento que pertencia ao ex-jogador e encerrou atividades deixando pendências financeiras. O valor total do débito com a Koncretize chegava a R$ 20 milhões.

Durante o andamento do processo, a empresa obteve decisões favoráveis na Justiça, incluindo o direito a uma indenização de R$ 2,8 milhões. Foram estabelecidas também multas diárias de R$ 5 mil contra o senador. Em recurso posterior, Romário conseguiu redução de R$ 500 no valor dessas penalidades diárias.

O advogado Andre Perecmanis, representante legal da Koncretize, explicou que o senador não quis utilizar esse crédito para diminuir o valor total da dívida. "Mas ele (Romário) não queria abater esse valor do montante maior. Ele queria o dinheiro de volta. E, para isso, forjou um contrato de honorários com um advogado, que passaria a ter o direito de receber o dinheiro da Koncretize", afirmou o defensor da empresa.

As investigações identificaram outra estratégia semelhante utilizada pelo parlamentar. Romário teria cedido ao mesmo advogado, também sob alegação de pagamento de honorários, um montante de R$ 15 milhões que deveria receber do Vasco da Gama. Esta ação tinha como objetivo impedir que esses valores fossem utilizados para quitar as pendências com a Koncretize.

A fraude à execução está tipificada no artigo 179° do Código Penal brasileiro e pode resultar em pena de até dois anos de prisão. No caso do senador, a juíza Simone Frota inicialmente determinou pena de seis meses de detenção, mas posteriormente converteu a punição em multa de R$ 2 milhões.

O senador Romário ainda pode recorrer da decisão judicial. A Justiça do Rio de Janeiro deverá avaliar eventuais recursos apresentados pela defesa do parlamentar nos próximos dias.

sábado, 20 de setembro de 2025

Escritório de filho de presidente da Caixa do governo Lula estaria na rota da propina, aponta PF

ICO

A Polícia Federal (PF) encontrou o que classifica como "fortes indícios" de que o escritório de advocacia onde Carlos Vieira Filho é sócio, serviu como intermediário para pagamentos ilícitos no esquema de corrupção que beneficiava o setor de mineração. A investigação, parte da Operação Rejeito deflagrada na última quarta-feira (17), indica que os valores seriam destinados ao diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM), Caio Mário Seabra, preso durante a operação.

Os documentos da investigação mostram que a banca jurídica teria disfarçado o pagamento de propinas através de contratos de honorários advocatícios. Carlos Vieira Filho é filho do atual presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, que assumiu o cargo em outubro de 2023.

Carlos Vieira Filho negou as acusações.

"Toda essa história é uma injustiça. Vamos peticionar ao juiz demonstrando que nada disso aconteceu e vamos reverter a decisão", afirmou o advogado.

Segundo a PF, Seabra trabalhou para favorecer os interesses da Aiga Mineração em uma disputa contra a Vale pelos direitos de exploração de uma pilha de rejeitos considerada "valiosa" em uma mina de Ouro Preto, Minas Gerais. A Aiga é administrada por Alan Cavalcante, pelo ex-deputado estadual João Alberto Lages e por Helder Adriano de Freitas, apontados como principais articuladores do esquema.

O contrato entre a Aiga e o escritório de advocacia estabelecia um pagamento inicial de R$ 300 mil, além de honorários de R$ 2,7 milhões vinculados a uma decisão favorável do colegiado de diretores da ANM no processo contra a Vale.

A investigação identificou que a procuração que daria poderes ao escritório de Vieira Filho foi assinada apenas dez dias após Seabra ter proferido voto favorável aos interesses da Aiga. Este voto contrariou três pareceres técnicos da própria ANM e uma nota jurídica do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que confirmavam o direito da Vale sobre os rejeitos.

A PF aponta "indícios de que Carlos Vieira e seu escritório de advocacia não prestaram nenhum serviço relacionado ao êxito do processo" que justificasse a remuneração prevista. A defesa de Vieira Filho contesta essas afirmações, garantindo que apresentaram petições relacionadas ao caso tanto na ANM quanto na Justiça Federal.

Mensagens de WhatsApp recuperadas pela PF revelam que, em dezembro de 2024, Cavalcante conversou por telefone com Carlos Vieira Filho. No diálogo, o empresário cobrou o pagamento "daquele êxito", em referência aos honorários supostamente devidos ao escritório pela Aiga.

No mesmo dia dessa conversa, Alan Cavalcante e João Alberto Lages combinaram por WhatsApp um encontro com o diretor da ANM em sua residência em Belo Horizonte. A PF concluiu "que os valores do contrato foram, na verdade, direcionados como vantagem indevida a Caio Seabra".

Outra evidência apontada pela investigação é uma mensagem entre Alan Cavalcante e João Batista Lages em 20 de dezembro de 2024, quase dois meses após a decisão favorável à Aiga. Em áudio, Cavalcante disse: "O Gustavo [Rezende, sócio da Aiga] está de plantão, o Rafael [Brandão, apontado como laranja do grupo] também está pegando os pontos, porque a gente tem que juntar todos esses pontos tecnicamente para entregar para o Carlos [Vieira Filho] a peça praticamente pronta, porque o pessoal não é bom tecnicamente, a gente tem que dar subsídio a eles".

O escritório de Carlos Vieira Filho tem atuação reconhecida em Brasília e conta entre seus sócios com a advogada Camilla Ewerton Ramos, esposa do desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região Newton Ramos.

Em nota divulgada neste sábado (20), o escritório contestou as afirmações da PF:

"O escritório Queiroga, Vieira, Queiroz e Ramos Advocacia esclarece que não tem qualquer vínculo com o Diretor da Agência Nacional de Mineração, Caio Seabra, alvo da investigação conduzida pela Polícia Federal. É preciso destacar que esse processo ainda está em trâmite no poder Judiciário Federal (TRF 6), portanto, só foi feito pagamento de honorários a título de pró-labore, ou seja, a remuneração inicial. O escritório não recebeu pagamento de êxito algum até o momento."

A banca jurídica destacou que possui mais de 15 anos de fundação e conta com setenta profissionais do direito atuando em processos relevantes em todo o país.

Revelado o que poucos perceberam no "plano" de Paulinho da Força (veja o vídeo)

JCO

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu duramente às declarações de Paulinho da Força (Solidariedade-SP), escolhido para relatar o Projeto de Lei da Anistia na Câmara. Em mensagens publicadas nesta sexta-feira (19), o parlamentar afirmou que a proposta de anistia apresentada por Paulinho representa um “acordo indecoroso e infame”, deixando claro que não há espaço para negociações.

Eduardo Bolsonaro destacou que não arriscou sua vida e carreira política no Brasil para aceitar concessões que, em sua visão, desrespeitam a luta por justiça e liberdade.

“Deputado Paulinho da Força, vou retribuir o conselho que me deu, sobre colocar a mão na consciência. Entenda de uma vez por todas: eu não abri mão da minha vida no Brasil e arrisquei tudo para trazer justiça e liberdade para meu povo em troca de algum acordo indecoroso e infame como o que está propondo”, escreveu.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro também alertou Paulinho para não ser interpretado como aliado de um suposto “regime de exceção” atribuído ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, responsável por processos que atingem o ex-chefe do Executivo. Eduardo afirmou que quem coopera com um sistema acusado de violar direitos humanos pode sofrer as mesmas consequências previstas em lei.

Segundo ele, qualquer tentativa de negociar penas ou suavizar condenações em processos já considerados nulos e abusivos é inaceitável.

“A anistia ampla, geral e irrestrita não está sob negociação. Vocês não irão brincar com a vida de pessoas inocentes, que são vítimas dos psicopatas que as prenderam ou tentam prendê-las injustamente”, declarou.

Encerrando sua manifestação, Eduardo Bolsonaro adotou tom combativo e citou o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill como inspiração para manter a resistência política:

“Lutaremos nas praias, nos campos e nas ruas; nunca nos renderemos. Não há um cenário em que Moraes e seus cúmplices saiam vencedores. Nós venceremos.”

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