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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

URGENTE: Esposa de Moraes e instituto da família são os novos sancionados pela Lei Magnitsky

JCO

O governo dos Estados Unidos sancionou Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, nesta segunda-feira (22). A medida foi aplicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro americano com base na Lei Magnitsky, utilizada para impor restrições a estrangeiros acusados de violar direitos humanos.

Com a sanção, todos os bens de Viviane em território americano ficam bloqueados, assim como entidades empresariais vinculadas a ela. A advogada também está impedida de realizar transações com cidadãos e empresas dos EUA, incluindo o uso de cartões de crédito de bandeiras americanas.

A Lex Instituto de Estudos Jurídicos, empresa de advocacia sediada em São Paulo da qual Viviane é sócia, também foi incluída na lista de sanções divulgada pelo governo Trump. A advogada tem acompanhado o ministro em suas atividades públicas e agora enfrenta as mesmas restrições impostas ao marido em julho deste ano.

Esta ação amplia as medidas já tomadas contra o próprio ministro Alexandre de Moraes, que foi sancionado pelo governo americano também com base na Lei Magnitsky. Na ocasião, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, referiu-se a Moraes como "um violador de direitos humanos" e "responsável por uma campanha opressiva de censura".

As sanções acontecem após o STF ter condenado o ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado de Donald Trump, a 27 anos de prisão por golpe de Estado em agosto. Fontes do Itamaraty que falaram com jornalistas sob condição de anonimato interpretam a aplicação da Lei Magnitsky como uma escalada nas tensões entre os dois países.

Em 18 de julho, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, havia anunciado a revogação de vistos americanos de ministros do STF e seus familiares, citando Moraes nominalmente. Durante uma audiência na Câmara dos EUA em maio, quando questionado sobre possíveis sanções contra Moraes baseadas na Lei Magnitsky, Rubio afirmou: "Isso está sendo analisado neste momento, e há uma grande, grande possibilidade de que aconteça".

O jornal "The Washington Post" divulgou em 17 de setembro que um deputado licenciado do PL de São Paulo estaria articulando com integrantes do governo Trump para implementar sanções contra o ministro do STF. Duas autoridades vinculadas ao governo americano confirmaram ao "Post" que viram uma minuta da proposta de sanções circulando nas últimas semanas.

A Lei Magnitsky foi criada em homenagem ao advogado russo Sergei Magnitsky, que faleceu na prisão após denunciar esquema de desvio de recursos por membros do governo russo. A legislação foi sancionada pelo então presidente Barack Obama em 2012, inicialmente focada em punir autoridades russas envolvidas na morte do advogado.

Em 2016, a interpretação da lei foi ampliada para abranger casos de corrupção, vínculos com organizações criminosas e violações de direitos humanos em escala global. Desde então, dezenas de pessoas já foram alvo de sanções com base nesta legislação, que é conhecida informalmente como "pena de morte financeira" devido às restrições econômicas que impõe aos sancionados.

Diplomatas brasileiros consideram que o governo Trump estaria utilizando estas sanções como forma de pressionar por impunidade para Jair Bolsonaro. Um funcionário do governo americano, que falou ao "Post" sob condição de anonimato, expressou preocupação com a medida, argumentando que sancionar um juiz de uma Suprema Corte estrangeira apenas por discordar de suas decisões poderia comprometer a credibilidade dos EUA como promotor da democracia global.

Maduro sofre mais uma perda considerável

JCO

O final de semana não foi nada agradável para o tirano Nicolas Maduro.

O canal do ditador venezuelano na plataforma YouTube saiu do ar na sexta-feira (19). De acordo com a TV estatal da Venezuela (Telesur), a conta foi “fechada (…) em momentos de plena aplicação de operações de guerra híbrida dos EUA contra a Venezuela”. A Telesur disse não descartar uma possível determinação política para o banimento do perfil de Maduro.

Na página, Maduro reunia mais de 230.000 seguidores, que, procurada na plataforma, registra apenas a mensagem:

“Esta página não está disponível. Pedimos desculpas pelo inconveniente”.

A exclusão da página do político venezuelano no YouTube ocorre em um momento de especial tensionamento de relações com os Estados Unidos. Na última sexta-feira, 19, o presidente americano Donald Trump publicou na rede social Truth Social um vídeo em que uma embarcação venezuelana é abatida no mar do Caribe por transportar drogas aos Estados Unidos. É o terceiro barco interceptado pelos Estados Unidos nas últimas semanas. Trump alega que as embarcações estavam em águas internacionais, na área de responsabilidade do Comando Sul dos Estados Unidos.

“Parem de vender fentanil, narcóticos e drogas ilegais na América e de cometer violência e terrorismo contra os americanos”, escreveu o republicano.

“Carregador de propina” é obrigado a comparecer hoje na CPMI, mas recebe uma boa ajuda do STF

JCO

O sujeito tido como “homem da mala” ou “carregador de propina” de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, está convocado para comparecer hoje às 16 horas na CPMI do INSS.

Trata-se de Rubens de Oliveira Costa que vai à CPMI na condição de convocado, ou seja, está obrigado a comparecer. Por enquanto, Rubens é classificado como testemunha.

Entretanto, o “carregador de propina” recebeu uma ajuda considerável do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele está protegido por habeas corpus. Isto é, ele não tem obrigação de responder às perguntas feitas pelos deputados e senadores e pode optar pelo silêncio na CPMI.

Assim é bem mais difícil investigar...

"Racismo" vem à tona em pleno palco do evento da esquerda e cena viraliza (veja o vídeo)

JCO

A hipocrisia esquerdista é algo inimaginável, atroz. Uma cena ocorrida em pleno palco nas manifestações deste domingo (21) viralizou nas redes sociais.

Dois esquerdistas privilegiados dançam no palco, enquanto um homem negro se vira com um guarda-sol para proteger a dupla dos raios solares. É o que eles chamam de "racismo estrutural".

O perfil do X denominado Dama de Ferro descreveu com precisão a cena:

“Melhor definição da esquerda totalitária woke impossível: os milionários ‘amigos’ do sistema, cuja militância lhes rende ‘acessos’, confraternizam enquanto um homem negro os protege do sol.
É irrelevante a cor da pele do segurador do peculiar guarda-sol cheio de furos.
O ponto é desnudar a hipocrisia dos clowns do establishment.”

Imaginem se isso acontecesse num evento da direita...

Veja o vídeo:

domingo, 21 de setembro de 2025

Lula terá que enfrentar o seu maior medo cara a cara (veja o vídeo)

JCO

Lula embarcou, neste domingo (21/9), com uma comitiva formada por ministros e políticos para participar da edição de número 80 da Assembleia Geral das Nações Unidas, que acontece em Nova York, nos Estados Unidos, entre os dias 22 e 24 de setembro.  

Na manhã da próxima terça-feira (23/9), o presidente do Brasil, como acontece tradicionalmente desde 1955, será o primeiro a discursar na abertura do debate geral. Lula falará logo após os discursos do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e da presidente da 80ª assembleia geral, Annalena Baerbock. 

A expectativa maior está no provável encontro entre Lula e Donald Trump.

Durante a live Jornal do JCO, nesta semana, a professora Paula Marisa comentou o assunto:

“Janja optou por ficar na embaixada, porque lá, teoricamente, ela está mais protegida. Será que Janja está com medo de que aconteça algo? Agora, sobre a comitiva de Lula, nem todos receberam visto. 
Alexandre Padilha já perdeu o visto, por conta do escândalo do programa Mais Médicos. O ministro Lewandowski só conseguiu visto para participar da Assembleia, não vai poder bater perna por Nova York. 
O Brasil sempre abre a Assembleia Geral da ONU, mas estou curiosa  para ver se Lula vai adotar o tom de ditador tupiniquense, que defende o Hamas e acha que Trump é o malvadão, porque eles vão ter que ficar cara a cara. 
Quem acha que nada está mudando, está enganado”, ressaltou Paula Marisa. 

Veja o vídeo: 

Chico, Caetano e Gil: do amor da “anistia” ao ódio do “sem anistia”

JCO

No final dos anos 70, o Brasil construiu a Lei da Anistia. Não nasceu do ódio, mas de um pacto pela paz e pela redemocratização. Mesmo diante de sequestros, assaltos, assassinatos e terrorismo, a sociedade escolheu perdoar para seguir em frente.

Graças a esse gesto, milhares voltaram ao país e refizeram suas vidas, entre eles Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil, que se tornaram símbolos de uma geração marcada pela reconciliação. Sem perdão, não teria havido democracia.

Hoje, porém, os beneficiados de outrora rejeitam a anistia para brasileiros acusados de depredações em 8 de janeiro de 2023. Atos condenáveis, sim, mas sem mortos, sem tiros, sem sequestros. Chico, que cantava “apesar de você, amanhã há de ser outro dia”, parece preferir que o amanhã continue refém da vingança. Caetano, que dizia “é preciso estar atento e forte”, cede ao medo do perdão. E Gil, que junto a Chico clamava “Pai, afasta de mim esse cálice”, hoje aceita que o cálice da intolerância siga alimentando divisões.

A anistia de ontem pacificou o país. A de hoje é negada por quem dela se beneficiou. Sem reconciliação, o Brasil seguirá dividido, e a democracia, refém da perseguição política.

Anistia já!

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

Com apenas uma foto, Nikolas "quebra" a esquerda

JCO

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) surpreendeu neste sábado (20) ao publicar uma foto ao lado do humorista Whindersson Nunes em Belo Horizonte. O encontro aconteceu dias depois de uma discussão pública entre os dois nas redes sociais, marcada por críticas e ofensas mútuas.

Na semana anterior, Whindersson havia criticado o parlamentar no X (antigo Twitter) e recebeu como resposta ataques em que foi chamado de “canalha” e “vitimista” por Nikolas.

Neste sábado, o parlamentar publicou uma mensagem sinalizando o fim da desavença:

"O cristão não ergue muros… estende as mãos. No fundo, todos temos a mesma fome: o evangelho é um mendigo mostrando a outro onde tem pão".

Whindersson esteve em Belo Horizonte para realizar uma apresentação de stand up e acabou se encontrando com Nikolas. Apesar da reconciliação, o gesto foi alvo de críticas de parte da esquerda, que "surtou" ao reprovar a aproximação com o deputado. Nas redes, Whindersson rebateu:

"Gente show, qualquer um pode ir no meu show, Lula, Janja, Bolsonaro, indígena, candomblé, harekrishna. Você pode pensar o que quiser de mim, inclusive se você quiser ir um dia, entender que eu tenho algo a falar, e perco muito por manter minha forma de pensar. E não me importo".

Conheça os principais pontos da decisão do ministro André Mendonça sobre Ciro Nogueira

Brasil 247 Conheça os principais pontos da decisão do ministro André Mendonça sobre Ciro Nogueira 2 47 –  A decisão do ministro André Mendon...