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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

URGENTE: Vaza informação do TSE e situação de Pablo Marçal é terrível

 18/08/2026 às 19:53

O registro de candidatura de Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República enfrenta forte possibilidade de rejeição pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo informações atribuídas a magistrados e interlocutores da Corte, a inelegibilidade que recai sobre o empresário seria suficiente para impedir sua participação no pleito.

O julgamento do registro, entretanto, deve ocorrer somente no início de setembro, em razão dos prazos previstos na legislação eleitoral. Os gabinetes responsáveis pelos registros das candidaturas presidenciais tratam os processos como prioritários. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, também teria indicado que pretende dar preferência a esses casos na organização da pauta.

A situação de Marçal ganhou novo capítulo no sábado (15), quando ele obteve uma liminar da Justiça Eleitoral em Santana de Parnaíba (SP) que permitiu sua filiação ao PRTB fora do prazo regulamentar, encerrado em 4 de abril. A defesa argumentou que houve demora, por motivos alheios à vontade do candidato, no fornecimento de uma senha necessária para o sistema de filiação partidária.

Ministros questionam estratégia de candidatura

Segundo relatos atribuídos a integrantes do TSE, há ministros que consideram que o pedido apresentado por Marçal pode ter sido feito de maneira estratégica. A avaliação relatada é de que o influenciador teria conhecimento da situação de inelegibilidade e estaria utilizando o período entre o registro e uma eventual decisão negativa para ampliar sua exposição pública.

Uma pessoa próxima da relatora do processo, ministra Estela Aranha, afirmou que a postura atribuída a Marçal precisa ser tratada com seriedade, diante da possibilidade de confundir o eleitorado. Outro interlocutor ouvido avaliou que a situação poderia ganhar maior dimensão caso o empresário consiga participar de debates televisivos.

Enquanto não houver decisão definitiva do TSE que negue o registro, porém, Marçal permanece formalmente na disputa pela Presidência. Nesse período, pode realizar atos de campanha e utilizar recursos do fundo eleitoral, conforme as regras aplicáveis aos candidatos que ainda aguardam julgamento do registro.

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 19/08/2026 às 06:03

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Estranhamente, ação contra o PT é tirada das mãos de MendonçaEstranhamente, ação contra o PT é tirada das mãos de MendonçaEstranhamente, ação contra o PT é tirada das mãos de MendonçaEstranhamente, ação contra o PT é tirada das mãos de MendonçaEstranhamente, ação contra o PT é tirada das mãos de MendonçaEstranhamente, ação contra o PT é tirada das mãos de MendonçaEstranhamente, ação contra o PT é tirada das mãos de Mendonça

 19/08/2026 às 07:34

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, neste sábado (15), não analisar a liminar concedida pelo ministro André Mendonça que determinava ao PT a entrega de documentos contábeis relacionados ao 8º Congresso Nacional do partido e ao lançamento do projeto "Porta-Vozes do Lula". A decisão foi tomada por 5 votos a 2.

Os ministros entenderam que houve uma inequação na distribuição do processo e determinaram que o caso seja submetido a um novo sorteio entre integrantes da Corte Eleitoral. A ação teve origem em uma representação apresentada pelo Partido Liberal (PL) contra a Federação Brasil da Esperança, da qual o PT faz parte.

Na representação, o PL sustenta que recursos do Fundo Partidário poderiam estar sendo utilizados para financiar uma estrutura de mobilização digital destinada à disseminação de desinformação e à realização de ataques coordenados contra o senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo partido.

Antes da decisão do plenário, André Mendonça havia atendido parcialmente ao pedido de tutela de urgência apresentado pelo PL e submetido a medida cautelar à análise dos demais ministros. Na sessão virtual realizada entre 12 e 14 de agosto, Mendonça e o ministro Dias Toffoli votaram pela manutenção da decisão.

A posição vencedora, porém, foi apresentada pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. Ele apontou problemas na distribuição do processo e foi acompanhado por Antonio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e pelo presidente do TSE, Nunes Marques.

Com a maioria formada, o Tribunal não chegou a analisar o mérito da liminar concedida por Mendonça. O entendimento adotado foi de natureza processual, relacionado à classificação da ação e à forma como o processo havia sido originalmente distribuído.

Novo relator deverá analisar pedido de urgência

O processo será novamente sorteado entre os ministros do TSE, agora sob a classe de Ação Cautelar. Até que um novo relator seja definido e avalie o pedido de urgência, ficam suspensas as determinações anteriores relacionadas à entrega de documentos e à preservação de provas.

A medida de Mendonça havia determinado que o PT apresentasse, no prazo de cinco dias, todos os documentos referentes ao congresso partidário e ao projeto "Porta-Vozes do Lula".

O PL também havia solicitado uma investigação sobre a iniciativa digital. Segundo a legenda, o partido teria desenvolvido um "projeto comunicacional destinado à desconstrução da imagem" de adversários políticos por meio de estratégias de manipulação narrativa financiadas com recursos públicos.

A legenda de Flávio Bolsonaro questionou ainda o uso de mecanismos de "gamificação" na mobilização digital, com missões, pontuações e rankings. Na avaliação apresentada pelo partido, o sistema poderia envolver vantagens econômicas ou representar desvio de finalidade na aplicação de recursos públicos.

Ao conceder parcialmente a tutela de urgência, Mendonça destacou que a mobilização política e digital realizada dentro dos limites legais é protegida. Entretanto, segundo o ministro, o financiamento de estruturas destinadas à produção de desinformação ou a contratação disfarçada de militância não seria permitida pela legislação.

Com a decisão do plenário, caberá ao novo relator avaliar novamente o pedido de urgência e definir os próximos passos do processo.

PF abre inquérito sobre fraude na filiação de Flávio Bolsonaro ao Missão

 18/08/2026 às 21:46

A Polícia Federal abriu nesta terça-feira (18/8) um inquérito para investigar a suspeita de fraude na alteração da filiação partidária do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República. A apuração foi determinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques.

A investigação foi encaminhada à Superintendência da PF no Distrito Federal após a ordem do presidente da Corte. O objetivo é identificar quem incluiu Flávio no Missão, em quais circunstâncias a alteração foi realizada e como o registro foi inserido no sistema da Justiça Eleitoral.

A PF deverá apurar possíveis crimes de falsidade ideológica e inserção de dados falsos em sistema de informações. Na portaria que determinou a abertura do inquérito, o delegado responsável também estabeleceu que o presidente do Missão seja chamado a prestar esclarecimentos, por escrito ou presencialmente, sobre a inclusão do senador na legenda.

A alteração foi identificada em 13 de agosto, quando o sistema da Justiça Eleitoral passou a indicar Flávio como filiado ao Missão e apontava o encerramento de seu vínculo com o PL. A mudança impediu inicialmente que sua candidatura ao Palácio do Planalto fosse registrada pelo partido.

A defesa do senador afirmou ao TSE que ele nunca havia solicitado filiação ao Missão. Segundo os advogados, uma certidão emitida às 23h17 de 12 de agosto ainda registrava Flávio regularmente filiado ao PL. Menos de 11 horas depois, uma nova consulta apontava a mudança de partido.

Diante do episódio, Nunes Marques determinou que a filiação ao Missão fosse desconsiderada e restabeleceu o vínculo de Flávio Bolsonaro com o PL, existente desde novembro de 2021. Com a decisão, o sistema eleitoral voltou a apresentar o senador como integrante do PL e retirou o registro da filiação ao Missão.

Flávio conseguiu registrar sua candidatura à Presidência ainda na noite de quinta-feira. O presidente do TSE também determinou a preservação dos registros de acesso ao sistema Filia e encaminhou o caso à Polícia Federal.

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) apoiou as medidas. Em parecer, o vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, destacou que a alteração teria ocorrido depois do encerramento do prazo para novas filiações válidas para as eleições.

Para a Procuradoria, a inclusão de Flávio em outro partido às vésperas do prazo para registrar a candidatura, depois de encerrado o período de filiação, “não guarda o mínimo sentido lógico-jurídico”.

O próprio TSE já havia descartado, antes da decisão de Nunes Marques, a hipótese de invasão do sistema da Justiça Eleitoral. Segundo a Corte, o registro de Flávio no Missão foi realizado por uma pessoa que utilizou credenciais da própria legenda.

O procedimento ocorreu por meio do Filia, plataforma utilizada pelos partidos para comunicar à Justiça Eleitoral a entrada e a saída de filiados. A inclusão do senador no Missão provocou automaticamente o encerramento de seu vínculo com o PL no sistema.

O episódio também levou o TSE a suspender temporariamente o processamento de novas filiações partidárias pelo Filia. A medida foi adotada como precaução enquanto a Corte verificava as alterações realizadas na plataforma. Segundo o tribunal, a suspensão não prejudicaria candidatos nas eleições deste ano.

Ex-comandante da FAB revela que Forças Armadas alertaram STF sobre 'risco de ruptura' em 2022

 19/08/2026 às 11:56

Então comandante da Aeronáutica, o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior promoveu, em 24 de agosto de 2022, um jantar em sua residência que reuniu os demais chefes das Forças Armadas, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli e o procurador-geral da República à época, Augusto Aras.

O então ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, não participou do encontro. Segundo Baptista Júnior, a iniciativa partiu da cúpula militar diante da preocupação com uma possível ruptura institucional e com a maneira como integrantes dos Três Poderes estavam conduzindo uma crise que, meses depois, culminaria na suposta tentativa de golpe de Estado.

"Basicamente, nós falamos para eles o seguinte: 'Ministro, cada um aqui tem que acalmar a tensão na sua instituição, porque está parecendo que só os militares estão preocupados com a ruptura e que as muitas outras pessoas dessas e outras instituições ainda não entenderam a gravidade do que está acontecendo'", disse Baptista Júnior em entrevista ao UOL.

O ex-comandante também afirmou que havia, naquele período, um cenário de forte tensão entre diferentes instituições.

"Quem se pretende ser chamado de 'excelência' precisa tomar cuidado com isso —em todas [as instituições], eu não estou mandando recado, estou falando em tese porque vi esse fogo cruzado", completou.

Na época, o comandante chegou a ameaçar dar voz de prisão a Bolsonaro durante uma ruenião. 

Flávio ganha importante e inesperado apoio às vésperas da eleição

 19/08/2026 às 08:34

O ex-ministro Adolfo Sachsida passou a fazer parte, nesta terça-feira, 18, da equipe responsável pela campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL).

A participação de Sachsida terá como principal objetivo organizar as propostas na área econômica apresentadas por Flávio e levar as ideias a empresários, investidores e representantes de diferentes segmentos do setor produtivo brasileiro.

Economista e advogado, Sachsida integrou o governo de Jair Bolsonaro e comandou o Ministério de Minas e Energia entre maio e dezembro de 2022. Antes disso, ocupou o cargo de secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

A equipe econômica da campanha também ganhou o reforço de Carolina Ragazzi, que foi vice-presidente do Goldman Sachs no Brasil.

A entrada dos dois profissionais amplia a estrutura econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, especialmente na interlocução com o mercado e com setores empresariais.

URGENTE: PF diz que jornalista do Maranhão não cometeu crime apontado por Moraes

 19/08/2026 às 09:19

Uma bomba acaba de surgir!

Segundo informações da jornalista Malu Gaspar, 'um relatório da PF diz que blogueiro do Maranhão não cometeu crime apontado por Alexandre de Moraes'.

"Em decisão, ministro vê ‘indícios relevantes’ de crime que investigadores disseram em relatório de inteligência não ter identificado", disse Malu Gaspar.

Leia o artigo na íntegra:

O relatório de inteligência da Polícia Federal (PF) que baseou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de ordenar busca e apreensão sobre a fonte do blogueiro Luís Pablo por ter publicado reportagens questionando o uso de um carro oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por Flávio Dino, afirma não haver indício de crime de violação de sigilo funcional por parte do jornalista e nem ser possível “apontar com máxima certeza” que ele recebeu dinheiro para fazer matérias sobre Dino.

Ainda assim, o ministro Alexandre de Moraes escreveu em sua decisão ter identificado indícios relevantes de que Luís Pablo cometeu o crime de perseguição contra o colega de Corte ao citar a representação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou a favor das diligências.

Dono de um blog sobre a política maranhense, Luís Pablo publicou a partir de novembro de 2025 reportagens sobre o uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do estado por Dino e seus familiares. O ministro afirma que não houve uso irregular. Mas, por causa das matérias, em março deste ano o jornalista foi alvo de uma operação policial determinada por Moraes e teve dois celulares, um notebook e um pen drive apreendidos, o que permitiu que os investigadores rastreassem a fonte dele.

Ao ordenar a operação, Moraes defendeu haver risco à integridade física do colega de Supremo em razão “do suporte material (envio de informações e discussões sobre a redação e teor das matérias publicadas) e financeiro prestado a Luís Pablo, com indício de tentativas de exclusão de mensagens eletrônicas relevantes para a investigação”.

A investigação foi aberta a pedido de Dino. O ministro sorteado foi Cristiano Zanin, mas a ação foi redistribuída após o presidente do STF, Edson Fachin, decidir que o caso era análogo ao inquérito das fake news e ao das milícias digitais, dos quais Moraes já era relator.

Com essa primeira busca, os policiais descobriram que a fonte do blogueiro era o ex-secretário Raimundo Cutrim, também alvo de outro inquérito relativo ao assassinato de um funcionário da secretaria de Educação do Maranhão — este sob a relatoria de Dino, que governou o estado entre 2015 e 2022.

A partir daí, pediram autorização para uma segunda ação de busca e apreensão, realizada na semana passada.

O relatório sigiloso que baseou o pedido – e a que tivemos acesso – analisa em detalhes as mensagens trocadas entre a fonte e o jornalista, que mostram Cutrim enviando imagens e documentos a Luís Pablo.

Fica claro, porém, que o blogueiro recebeu o material por WhatsApp e chegou a se encontrar pessoalmente com a fonte, mas não participou de atos de perseguição. Para os investigadores, o blogueiro tem postura tendenciosa contrária a Flávio Dino e se dedica a fazer matérias que o colocam “como influente político contrário ao governo do Maranhão”.

Ao encaminhar o documento ao Supremo Tribunal Federal, o delegado Alberto Knoll diferenciou o jornalista da fonte.

“Não se trata de acusar o jornalista do cometimento de tal crime, já que o mesmo, em tese, está acobertado pelo direito à liberdade de imprensa, amplamente reconhecido em nossos tribunais”.

Já sobre o ex-secretário, disse que “a conduta de possível agente público que acessa dados restritos e os divulga de forma irregular para publicação através de veículo de imprensa, essa sim pode ser enquadrada no crime tipificado no art. 325 do Código Penal (violação do sigilo funcional).”

Knoll ainda chama a atenção para uma transação de compra de um terreno que teve uma de suas parcelas pagas pelo advogado Diogo Lima, que foi secretário de Habitação de São Luís na gestão de um aliado de Dino, Edivaldo Holanda Júnior (PDT), mas também não associa a conduta do jornalista ao crime de perseguição.

Notas e compra de terreno

No relatório de inteligência sobre o conteúdo apreendido no computador de Luís Pablo, os investigadores localizaram diversos diálogos no qual o jornalista encaminha a Diogo Lima matérias críticas a Flávio Dino, sobre as quais o advogado dá palpites, chegando a sugerir alterações no texto. Lima também foi alvo das buscas ordenadas por Moraes na semana passada.

Em uma das conversas, os dois tratam sobre uma transferência para uma conta bancária de Danilo Cutrim Bezerra, veterinário que vendeu um terreno a Luís Pablo.

Apesar de o sobrenome ser semelhante ao da fonte, Raimundo Cutrim, a PF diz que não é possível concluir se os dois são parentes ou não.

“Verificou-se ainda que o sobrenome Cutrim tem elevada incidência no Estado do Maranhão, segundo fontes do IBGE, sendo utilizado por aproximadamente 14.778 pessoas”.

As mensagens mostram que Diogo Lima envia fotos do comprovante do depósito de R$ 100 mil de uma conta dele para Danilo Cutrim. Segundo a própria Polícia Federal, o dinheiro foi usado para quitar um imóvel rural de R$ 461 mil adquirido pelo jornalista. A propriedade, ainda de acordo com a investigação, foi paga através de depósitos de múltiplas fontes pagadoras, incluindo Lima.

“Meu irmão não tem palavras [sic], mesmo sabendo que você é um cara que posso contar pra tudo, mas você me surpreende. Você é um cara de coração enorme, Deus te abençoe sempre”, escreveu Luís Pablo ao receber o comprovante de depósito.
“Oh meu irmão. Vc é muito querido pra mim [sic]. Não ia deixar vc perder seu sonho”.

As conversas também trazem notas fiscais emitidas em nome da Assembleia Legislativa do Maranhão em nome do Blog Luís Pablo com valores que alternavam de R$ 12 mil a R$ 17,5 mil.

Questionado pela equipe da coluna sobre a origem do dinheiro, Luís Pablo afirmou que se referiam ao pagamento por banners de anúncio em seu blog.

“Todo mês mando. Foi suspenso no mês passado em razão das eleições e da legislação eleitoral”, afirmou o jornalista.
“Não é só para mim. São vários veículos de comunicação, entre blog, rádio e TV. [O valor] É pago pela agência de marketing que é contratada pela Assembleia”.

NESTE 20 DE AGOSTO, O FUMANCHÚ COMPLETA 67 ANOS BEM VIVIDOS, GRAÇAS A DEUS!!

Neste 20 de agosto, EU Fumanchú completo 67 anos, muito bem vividos, graças a Deus!!!  São 67 anos de histórias, amizades, alegrias e muitos...