ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 14 de abril de 2026

Desabafo de Cármen Lúcia: O ambiente tóxico que impera no STF e as ofensas machistas (veja o vídeo)

JCO

Uma declaração recente da ministra Cármen Lúcia expôs, de forma rara e direta, o nível de pressão que hoje recai sobre o Supremo Tribunal Federal.

Durante um evento público, a magistrada revelou que sua própria família tem insistido para que ela deixe a Corte. O motivo não é técnico, jurídico ou institucional — é pessoal: o ambiente de desgaste, marcado por ataques constantes, muitos deles com teor abertamente machista.

A fala não é trivial. Ela sinaliza algo mais profundo: quando o impacto do cargo ultrapassa o limite institucional e invade a esfera privada, o problema deixa de ser apenas político — passa a ser estrutural.

Segundo a ministra, o tipo de crítica direcionada a homens costuma girar em torno de competência. Já contra mulheres, assume caráter sexista, machista e desmoralizante. Esse ponto é central. Não se trata apenas de discordância — trata-se da forma como ela se manifesta.

Mas há uma segunda camada, mais relevante estrategicamente.

Cármen Lúcia alertou para um risco pouco discutido: o desestímulo à própria composição futura do STF. Se o custo pessoal se torna alto demais, menos juristas estarão dispostos a ocupar uma cadeira na Corte.

Isso cria um efeito silencioso, porém grave:

        •      Reduz o número de nomes qualificados

        •      Aumenta o peso político das indicações

        •      E, no limite, fragiliza a percepção de independência institucional

Paralelamente, a própria ministra reconheceu um cenário de tensão interna e sobrecarga, com uma avalanche de processos e sinais de desgaste entre os integrantes do tribunal.

Ou seja: o problema não é isolado.

Há três vetores convergindo:

        1.     Pressão externa crescente

        2.     Desgaste interno da Corte

        3.     Impacto pessoal sobre os ministros

O resultado é um STF sob estresse — político, institucional e humano.

Importante deixar claro: não há, neste momento, qualquer indicação formal de saída antecipada. A aposentadoria da ministra está prevista apenas para 2029.

Mas o dado relevante não é a saída em si.

É o fato de que ela passou a ser cogitada — ainda que no plano pessoal.

E quando isso acontece no mais alto nível do Judiciário, a leitura é inevitável: o ambiente institucional brasileiro atingiu um grau de tensão que já não pode mais ser tratado como normal.

A fala de Cármen Lúcia, mais do que um desabafo, funciona como sintoma.

E sintomas, na política, quase sempre antecedem crises maiores.

Veja o vídeo:

da Redação

Corajoso, relator da CPI do Crime Organizado comenta o indiciamento de 3 ministros do STF e do PGR

JCO

A CPI do Crime Organizado chegou a seu final. O sistema impediu que fosse prorrogada, assim como fez com a CPMI do INSS. Altas autoridades, repletas de poder, fizeram de tudo para obstruir as investigações, da mesma forma como aconteceu na CPMI do INSS. Fica para a sociedade a sensação de que é muito difícil avançar num país em que altas autoridades trabalham para frear avanços institucionais e para blindar a bandalheira e as falcatruas.

Nesse sentido, o relator da CPI do Crime Organizado fez uma breve exposição do final do colegiado e do indiciamento de 3 ministros do STF e do Procurador-Geral da República. Confira:

“Foi protocolado o relatório final da CPI do Crime Organizado. Mesmo atuando sob grandes dificuldades e sem prorrogação de prazo, foi possível realizar um trabalho de diagnóstico da situação do crime organizado no país e das formas de combate adotadas pelo Estado, identificar as falhas e omissões históricas, apresentar sugestões de alterações legislativas relevantes e também indicações direcionadas ao Executivo, em especial ligadas à urgência de expressivo reforço orçamentário e à criação de um ministério específico para cuidar de Segurança Pública. Diante do diagnóstico da situação gravíssima do Rio de Janeiro, foi sugerida nova intervenção federal na Segurança Pública daquele estado, em formato diverso do empregado em 2018. No tocante ao caso Master, considerando-se a alta complexidade e escassez de meios, a opção foi por relatar os fatos identificados, que deverão ser objeto de CPI própria e já são objeto de investigações da Polícia Federal, no que se refere a crimes comuns, e fazer o indiciamento de autoridades pela prática de crimes de responsabilidade. Neste sentido e conforme detalhado no relatório, foram indiciados os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, bem como o PGR Paulo Gonet.”

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Números do derretimento de Lula no nordeste aterrorizam o Planalto

JCO

Os dados da mais recente pesquisa do Instituto Veritá (Abril/2026) são verdadeiramente aterrorizantes para o PT. Se o partido achava que o Nordeste era “escritura lavrada em cartório”, os números mostram que o povo começou a rasgar esse contrato.

Comparando com o 2º turno de 2022 com a mais recente pesquisa do Veritá, Lula está tendo hoje uma perda de 5,7 MILHÕES DE VOTOS nos 9 estados da região. Isso representa o maior derretimento de capital político da história recente do país.

O dado mais chocante vem do coração do petismo. Na Bahia, Lula caiu de 72,1% (votos válidos em 2022) para inacreditáveis 48,8%. São 1,9 milhão de baianos mudaram o voto.

Pela primeira vez, a oposição lidera numericamente com Flávio Bolsonaro atingindo 51,2% dos votos válidos no estado.

O RAIO-X DO DESASTRE NOS 9 ESTADOS

Confira a perda estimada de votos (em relação a 2022) e a rejeição atual: 

• BAHIA: -1,9 Milhão de votos | 57,3% desaprovam a gestão.
• CEARÁ: -1,1 Milhão de votos | 53,3% desaprovam a gestão.
• MARANHÃO: -800 Mil votos | 53,5% desaprovam a gestão.
• PERNAMBUCO: -507 Mil votos | 48,5% desaprovam a gestão.
• PARAÍBA: -317 Mil votos | 51,2% desaprovam a gestão.
• PIAUÍ: -312 Mil votos | 41,1% desaprovam a gestão.
• R. G. DO NORTE: -305 Mil votos | 55,7% desaprovam a gestão.
• ALAGOAS: -252 Mil votos | 63,4% de REJEIÇÃO RECORDE!
• SERGIPE: -147 Mil votos | 51,3% desaprovam a gestão.

O eleitor nordestino parece estar enviando um aviso curto e grosso: a conta da economia chegou e a narrativa oficial não está mais convencendo quem vive a realidade do dia a dia.

O relato de revirar o estômago de Débora do Batom: O cúmulo da barbárie (veja o vídeo)

JCO

Pela primeira vez, a prisioneira política Débora Rodrigues, conhecida como "Débora do Batom", dá uma entrevista depois de ter sido mantida presa preventivamente por dois anos, e condenada a 14 anos, que hoje cumpre em regime domiciliar.

O vídeo ao final do texto é apenas um resumo, com alguns trechos da entrevista completa, que pode ser encontrada no site da Revista Oeste.

Poucas coisas revoltam mais do que a injustiça. E o caso de Débora simboliza bem o colapso moral brasileiro. Uma mulher simples, sem antecedentes criminais, cabeleireira, mãe de dois meninos pequenos, adventista, descreve como foi tratada pelo regime.

Nem mesmo os piores criminosos são tratados assim.

Débora foi presa em 17 de março de 2023, às 5:50 da manhã, na frente dos filhos. As crianças, assustadas, perguntaram: "Mamãe, onde você vai?" Ela respondeu que ia conversar com o policial e que logo voltaria. Foi algemada e levada na viatura. Só voltaria para casa dois anos depois.

Na penitenciária de segurança máxima de Moji Guaçu, as paredes da cela eram sujas de fezes e sangue. O kit de higiene que lhe entregaram estava encharcado de urina. A cela não tinha luz. Débora lia a Bíblia pela fresta de claridade que entrava pela boqueta da porta — o mesmo buraco por onde passavam a comida. Estava menstruada quando chegou e foi submetida a revistas corporais degradantes.

Para ser transferida, foi algemada nos pés e nas mãos. Disse que naquele momento se sentiu "um bicho".

Ficou 2 anos e 11 dias presa. Nesse período, viu traficantes e homicidas receberem indulto e saída de presos, enquanto ela não podia sequer passar o Natal com os filhos.

A primeira visita da família aconteceu somente depois de 20 dias. Quando os meninos entraram, choraram sem parar e perguntaram: "Mamãe, você é criminosa?" Ela ajoelhou no pátio e agradeceu a Deus por vê-los.

O estrago na família foi profundo. O filho mais velho, Caio, parou de sorrir. A professora relatou ao pai que tentava distraí-lo, mas ele mantinha um olhar fixo, ausente. Até hoje, quando escutam uma sirene de polícia, os meninos acham que vão buscar a mãe de novo. A luz de casa chegou a ser cortada. O marido, pintor, interrompia o trabalho para levar as crianças ao psicólogo. Sobreviveram com doações de cesta básica. Débora trabalhava dentro da prisão para pagar o advogado.

Hoje, em regime domiciliar, Débora não pode usar redes sociais, não pode ir aos cultos da sua igreja. Diz que não se sente uma cidadã brasileira.

Num país em que homicidas e estupradores recebem penas irrisórias, em que traficantes e outros ladrões são tratados como "vítimas da sociedade", e os maiores corruptos da República são descondenados, manter uma pessoa honesta, trabalhadora e temente a Deus em presídios fétidos por dois anos é o cúmulo da barbárie.

Espero que algum dia os responsáveis por essas atrocidades sejam devidamente punidos e afastados dos seus cargos. Enquanto esse dia não chega, temos que lutar pela liberdade de Débora e de todos os outros perseguidos políticos, e pelo fim do REGIME DE EXCEÇÃO em curso!

Leandro Ruschel.

URGENTE: Reviravolta na suposta "prisão" de Ramagem

JCO

O jornalista Paulo Figueiredo acaba trazer novas informações e esclarecimentos sobre a suposta “prisão” de Alexandre Ramagem:

"1. Ramagem não foi preso, mas detido após uma abordagem policial em Orlando, inicialmente por uma infração leve de trânsito e, na sequência, encaminhado ao ICE - procedimento comum na Flórida.

2. Essa é, neste momento, uma questão meramente imigratória. Porém, o status de Ramagem é LEGAL: ele possui um pedido de asilo pendente, protocolado há tempos e ainda sob análise, o que lhe permite permanecer legalmente nos Estados Unidos até a decisão final do caso - que é demorada, mas tem tudo para ser deferida.

3. A Immigrex, empresa da qual sou sócio, está prestando toda a assistência a Ramagem e sua família. Nossa expectativa é de que seja liberado o mais rapidamente possível e, no momento, não vemos qualquer risco de deportação. O trâmite do ICE também é burocrático e depende da formalização no sistema do órgão para que os próximos passos sejam dados nesta direção.

4. Extradição e deportação não têm absolutamente nada a ver entre si: extradição é um processo político-diplomático entre Estados, conduzido pelo Departamento de Estado; deportação é um procedimento administrativo interno de imigração. O caso em questão é exclusivamente migratório.

5. Para deixar absolutamente claro: O governo brasileiro não teve qualquer participação nesse episódio. Trata-se de um procedimento padrão da imigração americana. Isso não tem absolutamente nada a ver com o pedido de extradição do Brasil, que segue em análise no Departamento de Estado."

Revelado qual o último pedido de Ramagem a Moraes poucos dias antes de ser "preso" nos EUA

JCO

Poucos dias antes de ser preso nos Estados Unidos, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem apresentou ao Supremo Tribunal Federal um pedido formal de absolvição relacionado a parte das acusações que enfrenta.

A solicitação foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes e tratava especificamente dos crimes de dano qualificado ao patrimônio tombado e deterioração de patrimônio tombado, ambos vinculados aos eventos de 8 de janeiro. Esses delitos integram o conjunto de cinco acusações formuladas pela Procuradoria-Geral da República, mas foram suspensos pelo STF por terem ocorrido após a diplomação do então parlamentar.

Em manifestação datada de 26 de março, a defesa argumentou que não existem provas suficientes que demonstrem a participação direta de Ramagem nos atos. No documento, os advogados sustentam:

“O objeto de conhecimento desta ação penal se encontra restrito, portanto, aos crimes de dano qualificado (art. 163, parágrafo único, I, III e IV, do Código Penal) e de deterioração de patrimônio tombado (art. 62, I, da Lei n. 9.605/98). Esses tipos penais possuem elementos objetivos e subjetivos próprios, cuja demonstração autônoma incumbe exclusivamente ao órgão acusador, nos termos dos arts. 156 e 386 do CPP”.

A defesa acrescenta ainda:

“Essa delimitação é fundamental para o exame da tese acusatória, pois, como se passa a demonstrar, o Ministério Público, em suas alegações finais, tenta se valer da condenação da AP n. 2.668/DF como atalho probatório para os crimes patrimoniais remanescentes, furtando-se do ônus de demonstrar os elementos típicos que lhe incumbe provar”.

Até o momento, não há definição sobre quando ou se ocorrerá o retorno de Ramagem ao Brasil. O ex-deputado foi detido hoje nos EUA.

Ludmila Lins Grilo acaba com as fofocas da esquerda sobre suposta "prisão" de Ramagem

JCO

A juíza exilada Ludmila Lins Grilo acaba de publicar no X:

"Sobre Ramagem: infração de trânsito, apenas. 
Nada a ver com questões migratórias ou perseguição pelo STF. 
Ele está legal nos EUA. A empresa da qual sou sócia, Immigrex, está prestando assistência. 
Esquerdistas podem voltar aos seus afazeres."

Quem diria, Fachin surpreende e “corta as asas” de Moraes

JCO 17/04/2026 às 17:02 O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, não incluiu na pauta de julgamentos uma ação do PT que...