Acabo de ser informado através do meu amigo Zé Carlos Costa o falecimento do ex-jogador NENA que teve sua passagem pelos dois clubes do litoral piauiense PARNAHYBA e PAYSANDU(hoje extinto), quem viu jogar lembra do craque NENA e de sua habilidade com a bola como meio campista!!!
NENA era natural do estado da Paraíba e até o momento não fomos informados da causa da morte !!!
Pedíamos a Deus que o ex-atleta Nena tenha seu bom descanso eterno!!!
Em uma publicação na rede social X, a Embaixada dos EUA no Brasil chamou o Supremo Tribunal Federal (STF) de “Supremo Tribunal de Moraes”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes.
O órgão comentava a mensagem do subsecretário do Departamento de Estado norte-americano, responsável pela área de Diplomacia Pública, Darren Beattie, sobre a imposição de tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A mensagem norte-americana foi escrita em português.
Segundo o subsecretário americano, o presidente dos EUA, Donald Trump, impôs a tarifa como uma “consequência” por ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ao comentar a mensagem de Beattie, a Embaixada disse:
“Trump enviou uma carta impondo consequências há muito esperadas ao Supremo Tribunal de Moraes e ao governo Lula, em resposta aos ataques a Jair Bolsonaro [PL], à liberdade de expressão e ao comércio dos EUA. Esses ataques são vergonhosos e desrespeitam as tradições democráticas do Brasil. As declarações do presidente Trump são claras. Estamos acompanhando de perto a situação”.
O deputado federal Capitão Alden (PL-BA) aponta os impactos da taxação de 50% imposta pelo presidente americano Donald Trump e ressalta que os parlamentares não são a favor de taxas que possam prejudicar a economia brasileira, principalmente o agronegócio, mas a atitude de Trump é uma resposta a um país que se afasta dos valores democráticos:
“É um Brasil onde o STF impõe censura secreta, persegue opositores políticos e tenta nos calar. Um Brasil que, sob Lula, abandonou a neutralidade democrática e se aliou a regimes autoritários.
O que está sendo punido aqui no Brasil é a ditadura judicial, disfarçada de democracia. Infelizmente, quem vai pagar a conta são os produtores rurais, são as famílias brasileiras. A declaração do presidente americano expõe aquilo que a esquerda tenta esconder, que Jair Bolsonaro é alvo de perseguição política escancarada, uma condenação sem crime.
A culpa pela taxação imposta por Donald Trump é totalmente do descondenado Luiz Inácio Lula da Silva”, ressaltou.
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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, entregou nesta segunda-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o parecer final na ação penal nº 2.668, que investiga suposta trama golpista. São réus no caso o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados. Ele pediu a condenação de Bolsonaro e dos demais réus. O documento tem 517 páginas.
Gonet pediu a condenação de Bolsonaro pelos crimes de liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.
A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) também envolve outros investigados, divididos em mais cinco núcleos.
O núcleo 1 da suposta trama golpista é composto por oito réus. Ao lado de Bolsonaro, estão aliados próximos e integrantes do primeiro escalão do antigo governo, como ministros e o ex-comandante da Marinha. Todos eles foram interrogados na Primeira Turma do STF.
Alexandre Ramagem: ex-diretor da Abin, ele é acusado pela PGR de atuar na disseminação de notícias falsas sobre fraude nas eleições.
Almir Garnier Santos: ex-comandante da Marinha, ele teria apoiado a tentativa de golpe em reunião com comandantes das Forças Armadas, na qual o então ministro da Defesa apresentou minuta de decreto golpista. Segundo a PGR, o almirante teria colocado tropas da Marinha à disposição.
Anderson Torres: ex-ministro da Justiça, ele é acusado de assessorar juridicamente Bolsonaro na execução do plano golpista. Um dos principais indícios é a minuta do golpe encontrada na casa de Torres, em janeiro de 2023.
Augusto Heleno: ex-ministro do GSI, o general participou de uma live que, segundo a denúncia, propagava notícias falsas sobre o sistema eleitoral. A PF também localizou uma agenda com anotações sobre o planejamento para descredibilizar as urnas eletrônicas.
Mauro Cid: ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator do caso. Segundo a PGR, ele participou de reuniões sobre o golpe e trocou mensagens com conteúdo relacionado ao planejamento da ação.
Paulo Sérgio Nogueira: ex-ministro da Defesa, ele teria apresentado aos comandantes militares decreto de estado de defesa, redigido por Bolsonaro. O texto previa a criação de “Comissão de Regularidade Eleitoral” e buscava anular o resultado das eleições.
Walter Souza Braga Netto: é o único réu preso entre os oito acusados do núcleo central. Ex-ministro e general da reserva, foi detido em dezembro do ano passado por suspeita de obstruir as investigações. Segundo a delação de Cid, Braga Netto teria entregado dinheiro em uma sacola de vinho para financiar acampamentos e ações que incluíam até um plano para matar o ministro Alexandre de Moraes.
Um verdadeiro teatro com ‘sentença pronta’ antes do julgamento.
Uma das maiores farsas da história do Brasil vai se encaminhando para seu desfecho.
Trump e Putin durante encontro realizado em fevereiro Foto: FE/EPA/SHAWN THEW/ ARCHIVO
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, perguntou ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, se o país europeu poderia “atingir” as cidades russas de Moscou ou São Petersburgo. O tema teria sido discutido em uma conversa por telefone ocorrida em 4 de julho, segundo publicou nesta terça-feira (15) o jornal britânico Financial Times.
De acordo com fontes a par da conversa, que aconteceu um dia após o diálogo entre Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, o líder americano encorajou Zelensky a intensificar os ataques dentro da Rússia. O presidente ucraniano, por sua vez, respondeu que poderiam alcançar Moscou ou São Petersburgo se os Estados Unidos lhes fornecessem armas de longo alcance.
Essa estratégia de Trump, segundo o jornal britânico, visa “fazer os russos sentirem dor” e forçar o Kremlin a sentar-se à mesa de negociações para encontrar uma solução para o conflito que eclodiu em fevereiro de 2022.
Nesta terça, o presidente americano disse em entrevista à emissora britânica BBC que está decepcionado com Putin, mas ressaltou que ainda não “terminou” com ele, ao falar sobre os esforços para alcançar um acordo sobre a Ucrânia.
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro já tem uma decisão praticamente formada sobre o futuro de seu mandato parlamentar.
Ele pediu licença em março, e o afastamento vence no dia 20 de julho.
Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo decidiram convocar uma entrevista coletiva nesta quarta-feira (16), diretamente de Washington, capital dos Estados Unidos.
A pauta da entrevista, segundo aliados, será o futuro do mandato de Eduardo na Câmara e uma retrospectiva das ações de ambos nos Estados Unidos em prol de sanções contra o ministro do STF Alexandre de Moraes.
O parlamentar deve confirmar que renunciará ao mandato para seguir em território americano articulando sanções do governo Trump contra Moraes.
Porém, uma outra possibilidade está sendo aventada. Eduardo tenta convencer o presidente da Casa, Hugo Motta de que ele está em missão oficial nos Estados Unidos cumprindo mandato parlamentar, mas corre risco de prisão se retornar ao Brasil.
Uma alternativa legislativa, a proposta protocolada pelo deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) em junho passado prevê a possibilidade de exercício do mandato parlamentar no exterior, com participação remota nas sessões do Congresso.