ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sábado, 17 de janeiro de 2026

URGENTE: Gilmar decide sobre pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro (veja o vídeo)

JCO

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes negou o pedido de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele ficou responsável por julgar o recurso após o ministro Alexandre de Moraes se declarar impedido.

“Cumpre destacar que o presente habeas corpus nem sequer foi impetrado pela defesa técnica do paciente, ex-Presidente da República. Diante do exposto, não conheço do habeas corpus, por manifesta inadmissibilidade da via eleita”.

O habeas corpus foi impetrado pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não integra a defesa oficial do ex-presidente. O ministro Gilmar Mendes ressaltou que esse tipo de recurso não pode ser avaliado pelo STF e negou a ação por questão processual.

Veja o vídeo:

COPA PARNAÍBA - ORGANIZAÇÃO E REALIZAÇÃO VEREADOR BATISTA DO CATANDUVAS E AMBC

A Abertura da Copa Parnaíba foi marcada por grandes jogos, emoção em campo e uma belíssima organização. A competição tem a organização e realização do vereador Batista do Catanduvas, em parceria com a AMBC, reafirmando o compromisso com o esporte parnaibano e com a valorização dos nossos atletas.

Nos jogos de abertura, o público acompanhou partidas eletrizantes:

1º jogo (Aberto): Auto City venceu o União XXIII pelo placar de 3 x 2, em um confronto bastante disputado.

2º jogo (Master): O Ferroviário garantiu a vitória sobre o Grêmio, vencendo por 1 x 0.

3º jogo (Aberto): O Botafogo mostrou força e venceu o Juventude do Coqueiro por 3 x 0.

A Copa Parnaíba começa com o pé direito, fortalecendo o esporte, promovendo lazer e integração entre atletas, torcedores e a comunidade. Que venham mais grandes jogos! 

O lindo Lauan.
Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog

URGENTE: Moraes envia a Gilmar pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro

JCO

Um habeas corpus protocolado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será apreciado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A determinação de envio do processo foi tomada nesta sexta-feira (16/1) pelo ministro Alexandre de Moraes, que atualmente ocupa a Vice-Presidência da Corte e responde interinamente pela Presidência durante o recesso do Judiciário, entre os dias 12 e 31 de janeiro, para tratar de demandas urgentes.

Ao despachar o caso, Moraes afirmou estar impedido de analisar o pedido.

“Uma vez que a autoridade apontada como coatora no presente habeas corpus é o próprio ministro responsável pela análise das urgências no período, inviável a apreciação dos pedidos formulados por esta vice-presidência”, registrou o magistrado na decisão.

O habeas corpus foi apresentado pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não integra formalmente a equipe de defesa do ex-presidente. No documento, são requeridas duas medidas principais: a realização de uma avaliação, por parte do Conselho Federal de Medicina (CFM), para verificar se a unidade prisional onde Bolsonaro se encontra dispõe de estrutura adequada para atendimento médico contínuo, com equipes multidisciplinares; e a possibilidade de eventual cumprimento de pena em regime domiciliar.

Inicialmente, o processo foi distribuído na última terça-feira (13/1) à ministra Cármen Lúcia, por critério de prevenção, conforme estabelecem o Regimento Interno do STF e resolução da própria Corte. 

Esse mecanismo é aplicado quando um ministro já atuou em processos relacionados ao mesmo tema, tornando-se relator natural do novo caso.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Enfim, diretor-geral da PF responde Toffoli

JCO

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou ao ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli que a decisão de manter lacrados os bens e materiais apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero compromete o avanço das investigações que apuram suspeitas de fraude envolvendo o Banco Master.

A manifestação da PF ocorreu após determinação de Toffoli, na quarta-feira (14), para que as provas ficassem sob a custódia direta de seu gabinete no STF. Embora reconheça a legitimidade do controle judicial, a corporação avalia que a medida impede o aproveitamento das chamadas “horas de ouro”, período imediatamente posterior à apreensão, considerado crucial para evitar a perda automática de dados por sistemas de segurança e mecanismos de proteção dos equipamentos.

Os esclarecimentos foram apresentados depois que o ministro cobrou explicações sobre o fato de a operação não ter sido deflagrada dentro das 24 horas seguintes à autorização judicial. Na mesma resposta, a PF solicitou que Toffoli reconsiderasse a decisão de lacrar o material e mantê-lo sob a guarda do Supremo, argumentando que a falta de acesso integral aos autos também prejudicou o andamento dos trabalhos.

Paralelamente ao pedido da Polícia Federal, a Procuradoria-Geral da República também se manifestou, solicitando a revisão da medida. Diante disso, Toffoli decidiu que as provas fossem encaminhadas à PGR. Com essa definição, a PF permanece impedida de analisar imediatamente os equipamentos apreendidos, enquanto a Procuradoria, responsável por eventuais denúncias, poderá examinar o conteúdo.

Mesmo sem acesso direto, o ministro determinou que a Polícia Federal mantenha os aparelhos carregados e isolados de redes telefônicas e de wi-fi, como forma de preservar os dados armazenados. A orientação busca evitar qualquer alteração no material até que a análise seja autorizada.

Sobre a alegada demora na deflagração da operação, Andrei Rodrigues negou que tenha havido inércia ou intenção de descumprir ordem judicial. Segundo ele, informações sensíveis precisavam ser confirmadas antes do cumprimento das medidas, o que demandou mais tempo, especialmente porque alguns alvos estavam em deslocamento ou viagem, dificultando a confirmação de endereços.

O diretor-geral também citou a realização de outras grandes operações já programadas para o mesmo período, como a Operação Overclean, que investiga desvios de emendas parlamentares. Por fim, afirmou que todas as informações foram devidamente comunicadas ao STF antes do prazo inicialmente fixado, inclusive por ligação telefônica ao gabinete de Toffoli e por mensagens, reiterando que as limitações de acesso ao material impactaram diretamente o ritmo da investigação.

URGENTE: Toffoli recua

JCO

O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli recuou, atendeu a um pedido da Polícia Federal e autorizou a prorrogação, por mais 60 dias, das investigações que apuram irregularidades envolvendo o Banco Master. 

A decisão foi tomada nesta sexta-feira (16) e divulgada pelo tribunal, mantendo o inquérito sob sigilo no gabinete do magistrado, onde tramita desde o ano passado.

Ao justificar a medida, Toffoli destacou que o pedido partiu da autoridade policial e considerou adequadas as razões apresentadas para a extensão do prazo.

“Trata-se de manifestação da autoridade policial, requerendo nova prorrogação do prazo para conclusão das investigações por mais 60 (sessenta) dias. Posto isso, considero que as razões apontadas para prorrogação, por mais 60 (sessenta) dias, devem ser deferidas”, registrou o ministro na decisão.

Pelas regras internas do STF, após a instauração de um inquérito, a Polícia Federal dispõe inicialmente de 60 dias para reunir os elementos necessários à apuração dos fatos, incluindo depoimentos e outras diligências. 

O regimento também prevê que esse prazo pode ser estendido pelo relator, desde que haja requerimento fundamentado da PF ou do procurador-geral da República, com a indicação das etapas ainda pendentes.

Como o procedimento corre em sigilo, os argumentos detalhados apresentados pela corporação não foram divulgados. Sabe-se, porém, que os investigadores ainda precisam colher os depoimentos dos envolvidos ao longo deste mês, além de acompanhar a extração e a análise do material apreendido recentemente.

URGENTE: EUA emitem alerta aéreo militar que atinge companhias do Brasil

JCO

As autoridades de aviação dos Estados Unidos passaram a alertar companhias aéreas sobre riscos elevados ao sobrevoar áreas da América Central e de partes da América do Sul, citando a possibilidade de ações militares e interferências em sistemas de navegação por GPS. Os avisos começaram a valer nesta sexta-feira (16) e terão duração inicial de 60 dias.

A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) informou que os alertas abrangem o espaço aéreo do México, de países da América Central até o Equador, além da Colômbia e de regiões do leste do Oceano Pacífico. Segundo a agência, o objetivo é reforçar a cautela das empresas diante de um cenário de instabilidade crescente na região.

Companhias aéreas brasileiras também foram avisadas.

As advertências ocorrem em meio ao aumento das tensões entre Washington e líderes regionais, após o governo Donald Trump montar uma grande força militar no sul do Caribe, realizar ataques contra a Venezuela e prender Nicolás Maduro. O próprio Trump já levantou publicamente a possibilidade de novas ações militares na região, incluindo eventuais operações contra a Colômbia.

Moraes finalmente diz "sim" a pedido de Bolsonaro

JCO

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes autorizou, nesta sexta-feira (16/1), a entrega de refeições ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente custodiado no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”.

A decisão permite que cinco pessoas façam a entrega das marmitas, entre elas o irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A possibilidade de receber alimentação externa já existia no período em que Bolsonaro esteve detido na Superintendência da Polícia Federal, onde permanecia desde novembro.

O pedido foi apresentado pela defesa e pela família do ex-presidente, que alegaram a necessidade de uma dieta específica em razão de problemas gástricos enfrentados por Bolsonaro. 

Conforme a determinação judicial, caberá à administração penitenciária definir os horários das entregas e fiscalizar o conteúdo dos alimentos. Todos os responsáveis pelas entregas deverão assinar um termo de responsabilidade detalhando o que será levado ao local.

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